A violência doméstica e familiar contra as mulheres

Vejamos os tipos de violência doméstica e familiar que as mulheres sofrem e Vupodem tomar medidas protetivas contra o agressor que age das seguintes formas de violência:

Física: empurrar, chutar, amarrar, bater, violentar; Psicológica: humilhar, insultar, isolar, perseguir, ameaçar; Patrimonial: reter seu dinheiro, destruir ou ocultar seus bens e objetos, não te deixar trabalhar; Sexual: pressionar a fazer sexo, exigir práticas que você não gosta, negar o direito a contraceptivo.

A estatística em 2015 dos tipos de violência foram as seguintes: Física (66%); Sexual (48%); Psicológica (31%); Moral (11%) e a Patrimonial (6%). No Brasil em 2017 foram mais de 220 mil casos de violência doméstica, 606 por dia, mais de 60 mil estupros notificados e 1.133 feminicídios (assassinatos).

A violência doméstica em lesão corporal dolosa em 2017 registrou 193 mil casos. Não há ato de violência menor ou menos grave, toda violência praticada contra a mulher deve ser enfrentada e devidamente protegida. Atenção, seu companheiro não irá mudar com o tempo, se você está sofrendo violência doméstica ou familiar ela pode chegar ao feminicídio, isto é, o assassinato da mulher.

O agressor sempre conta com o silêncio e o medo da vítima, por esta razão é necessário noticiar a violência, o mais rápido possível. Sua saúde física e mental é mais importante que uma relação tóxica e perigosa.

Se você está sofrendo algum tipo de violência procure seus familiares, amigos e as autoridades competentes para relatar os fatos e se proteger, não deixe para depois. Em caso de dúvida procure um (a) advogado (a) de sua confiança. (Fonte: Senado Federal e Anuário Brasileiro de Segurança Pública, 2018).

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 40 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido, não tem graça." Contato: luizsolda@uol.com.br
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