Jornal do Cínico|Do Filósofo do Centro CívicoO pedido da Gazetona para que as mulheres deixarem “ele abrir a porta”, causou reações distintas. Alguns homens disseram que, a pedido, abriram a porta e foram embora para nunca mais voltar. Mulheres também se manifestaram. Fizeram questão de abrir a porta para o canalha se sumir. Outras nunca mais deixaram ele abrir a porta. Trocaram a fechadura e, em alguns casos, chamaram a polícia pela insistência.

Transição – No dia seguinte à eleição de Ratinho Junior ao governo do Paraná, Reinhold Stephanes, um dos seus homens fortes, já estava na Secretaria da Administração dando uma geral. Ou seja, ele começou a fazer a transição.

Duelo – Pelo que se vê na propaganda dos candidatos que disputarão o segundo turno da eleição presidencial, seria melhor evitar os gastos da votação e colocar os dois para um duelo ao pôr do sol.

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 40 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido, não tem graça." Contato: luizsolda@uol.com.br
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