A aula de Célio Heitor Guimarães – Ontem, no lançamento do livro “Com todo respeito, excelências”, Célio Heitor Guimarães colocou a luz da sabedoria sobre o que acontece atualmente no hospício chamado Brasil. Não sobrou pedra sobre pedra. Na platéia, muitos estudantes de Direito e gente do Poder Judiciário, no qual ele trabalhou por 35 anos e também destroçou na leitura do seu texto, aquele que tem a capacidade até de fazer os atingidos agradecerem pela pancada. Os políticos de cá e de lá foram jogados na mesma vala da descrença. Alguns, naquela hora, se preparavam para o debate na RPC na corrida pelo governo do Paraná. Ao seu lado, ao ouvir tudo pela voz de alguém que também trabalhou no rádio, o signatário confirmou a certeza de que estamos no escuro – e prontos para mergulhar no desconhecido. Rubem Alves, o mestre de Célio, iluminou a fala em alguns trechos, que terminou com um fio de esperança – porque é preciso isso para não enlouquecer.

Em quem está perto – Nos debates dos candidatos ao governo do Paraná se cristalizou a frase de Otto Lara Resende de que, em política, abraço e punhalada só se dá em quem está perto.

Bolsonaro e o voto feminino – Jair Bolsonaro cresceu nas pesquisas graças ao voto feminino. Só Nelson Rodrigues poderia explicar isso.

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 40 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
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