Levy Fidelix, do aerotrem a homem de ideias de Bolsonaro

Levy Fidelix, esse mesmo, o candidato do aerotrem com quem a Luciana Genro gostava de debater, apareceu com uma ideia estonteante na área da segurança. Fidelix, que é dono do partido do vice de Jair Bolsonaro, já disputou uma porção de cargos e nem dessa vez conseguiu se eleger para deputado federal, mesmo com o fenômeno Bolsonaro levando vários salafrários na rabeira para a Câmara — teve apenas 23.113 votos.

Mesmo sem boa votação, Fidelix continua uma usina de idéias. Sua proposta é a utilização de navios-presídio para evitar fugas. Que sacada, não? E vem mais dessas por aí. Em entrevista ao jornal O Globo ele disse que “partido coligado não vem para se coligar à toa, vem para somar ideias”. E falou que já está discutindo algumas ideias com o candidato.

Está aí algo que ninguém pensava: Levy Fidelix como uma das cabeças-pensantes de um provável governo Bolsonaro. Bem, tem por aí algumas pessoas com medo de um retrocesso político com a vitória dele. Até o momento não existem elementos sólidos para esse temor, mas uma coisa pelo menos é garantida se ocorrer um desastre do tipo. A ditadura do Bolsonaro vai ser muito mais engraçada que a ditadura militar de 64.

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 40 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido, não tem graça." Contato: luizsolda@uol.com.br
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