Arquivo da categoria: Almir Feijó

Esta semana, quando saí de casa para caminhar no Parque Bariguí, a rua onde moro – no coração do Jardim Champagnat, em Curitiba – estava congestionada. Um corpo está estendido no chão. Ao lado dele, danificada, uma pequena moto, dessas … Continue lendo

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A Louca

Lembra daquela mulher que costumava passear pelas estrelas, bastando deitar-se e fechar os olhos? Sou eu. Estou de volta de uma daquelas viagens. Foi a mais demorada de todas. A Via Láctea tinha tantos planetas, tantos sóis, que meus olhos … Continue lendo

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Os amantes

Ele a conduzira até a luz branca, aquele estágio da iluminação a partir do qual pessoas, patrimônio, valores morais, tudo, vira poeira. Abriu portas inteiramente novas para ela. Mais do que qualquer homem. Mais do que todas as mulheres com … Continue lendo

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Maria, Maria

© Getty Images Em breve, quando me chamar, quem sabe, a morte, o último cheiro vou levar desta vida será o da açucena. Uma moça estará tomando banho. Olharei por um buraco de fechadura e voltarei no tempo para ser … Continue lendo

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Mais do que posso eu suportar

© Grosby Group Escutava música com o corpo despachado na rede. Não estava só. Era protegida por seus soldados – seu exército mal assombrado; uma infantaria com mais de dois mil anjos e demônios prontos para qualquer guerra, desde que … Continue lendo

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O mistério de Tannhauser

© Reuters Você bem que poderia aparecer, assim do nada, e sentar-se à minha frente. Olhar-me nos olhos você poderia. Esse olhar oblíquo. É nostalgia? – perguntaria. Faria isto tão docemente que fugir eu não conseguiria. Você poderia fazer o … Continue lendo

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Eu vi o tempo brincando

© Sérgio Nunes Não adianta, os mortos jamais nos abandonarão. Estamos condenados a conviver com eles todos os dias, na memória e nos sonhos, até que nós próprios partamos – por bala, susto ou vício – para o inevitável destino … Continue lendo

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Algodão doce

© Sweet Old Girls Todas as noites, antes de me deitar, eu fico nua e passo uma folha de alfazema pelo corpo. Separo o dedal, as agulhas, os fios e o cetim e começo a remendar os vestidos que vou … Continue lendo

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Maria, Maria

© Myskiciewicz Em breve, quando me chamar, quem sabe, a morte, o último cheiro vou levar desta vida será o da açucena. Uma moça estará tomando banho. Olharei por um buraco de fechadura e voltarei no tempo para ser menino … Continue lendo

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Essa moça sofrida…

Chico Nogueira, Almir Feijó, Mardem Machado, Aníbal Marques, Edson Bueno: estou atrás deste DVD da Frida Khalo. Na Amazon, nadicas. Quem souber de alguma coisa, entre em contato. Solda

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Abertura lenta e gradual

Foto de Roberto José da Silva

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Autodefesa

Só agora recebi pelo Correio o exemplar impresso do jornal Rascunho com a resenha que o Domingos Pelegrini corretamente classificou como um ato nazista. Sim, pois pude ver que a capa do jornal, aberta, era uma enorme caricatura do Paulo, … Continue lendo

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Desproporções

Há uma sequência em ‘Amarcord’, o grande painel memorialista de Fellini, em que “Titta” – alter ego do diretor – leva os amigos para acompanhar a chegada de um navio ao porto da cidade e, como eram todos crianças, o … Continue lendo

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