Arquivo da categoria: O Vampiro de Curitiba

Vampiro de Curitiba

IV Ai, tossinha fodida. Sou é viciada mesmo. Fumo adoidada o que tiver. Tudo de uma vez, um montão de pedra. Quando tenho, também dou. Pode que um dia precise. Aí fumo e apago. Compro lá na boca. Pra ter … Continue lendo

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O Vampiro de Curitiba

“João, eu parti para sempre, cuide bem das crianças, são um pedaço do meu coração, não esqueço tudo o que fez por mim, você me deu até o que eu não tinha e eu? não passo de uma perdida, sei … Continue lendo

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O Vampiro de Curitiba

– Casei com uma puta do Passeio Público. Tinha tanto piolho que, uma noite dormia de porre, botei um pó no cabelo dela. Dia seguinte, lavou a cabeça e ficou meio cega. Dalton Trevisan em sua campanha particular pelo Passeio Público. © … Continue lendo

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O Vampiro e Curitiba

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Dalton Trevisan.  © Julio Covello

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O Vampiro de Curitiba

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Mural da História

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  Qual epopéia de altíssimo poeta se compara ao único versinho da primeira namorada: – Que duuuro, João! Dalton Trevisan, do livro 99 Corruíras Nanicas, L&PM Pocket, 2002.

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O Vampiro de Curitiba

Foto Dozotros

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