Chamando Vento

“Somos – disse a garça branca que substituía a parede do fundo da qual era naquele dia o dia de folga — somos plantas destinadas a revelar ao mundo a grande desordem que nele provoca um odor de salitre. Entendam que tudo se dissocia no tato. Tudo é pó e pó não é dizer o bastante: tudo é evaporação. Somos os vaporizadores do pensamento.” (Louis Aragon)

Chamando Vento: é uma ação coletiva de experimentações que acontecerá a partir da vivência das artistas entre os dias 5 e 10 de dezembro no Espaço Tardanza. A proposta busca pensar a construção enquanto trabalho de arte, avançando no território da imprevisibilidade e da mistura das poéticas, num movimento desterritorializador, que acontece de modo efêmero e sempre em processo.

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 40 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
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