Cida ou suicida?

Rogério Distéfano – O Insulto Diário

Imagine a dificuldade da governadora Cida Borghetti de se livrar da turma que Beto Richa deixou no governo. Não pode fazer caras e bocas para o pessoal de mancar e sair, pois ela só tem uma cara, aquele sorriso cativante, glória da dentição (embora os olhos sejam frios, como no geral entre os políticos, gerentes de banco e delegados de polícia). Também precisa de votos e sorrisos rendem votos.

Cida não pode mandar recados, pois Beto deixou plantada a mulher Fernanda como secretária no governo. E mulher não manda recado para mulher, apenas insinua – e nem isso Cida pode fazer. Como se livrou de Ezequias Moreira? Um palpite: algum assessor bem mandado pelo primeiro marido Ricardo Barros escondeu a tintura de cabelo e o creme hidratante do gigolô da sogra. Cida aguenta? Ou suicida?

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 40 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido, não tem graça." Contato: luizsolda@uol.com.br
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