Confissões de um safado

Na década de 70 eu trabalhava na Grafipar, Gráfica e Editora. Fazia Ilustrações, cartuns, charges, editava a revista PassaTempo e escrevia horóscopo e textos que para algumas revistas da editora. Havia na Peteca, fenômeno de vendas na época, uma seção chamada Contos Eróticos. Um dia, copiei partes dos diários pessoais de Anaïs Nin, Delta de Vênus, se não me engano, e mandei para o concurso, só pra sacanear. Não deu em nada. Ninguém entendeu necas de pitibiriba. Fui desclassificado. Os jurados não gostaram. Ou não conheciam Anaïs Nin. Solda, ou, Prof. Thimpor

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 40 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
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