Dalton Trevisan

este-vampiro
O casal, brigado, de costas.
Longo silêncio.
De repente, o velho:
— Sua diaba! Pára de ficar ouvindo
o meu pensamento!

Do livro 99 corruíras nanicas,
L&PM Pocket.

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 40 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
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