Fora, Cabral

Rogério Distéfano – O Insulto Diário

QUANDO SE PENSA que chegamos ao fundo do poço da corrupção no governo Sérgio Cabral surge mais coisa. Ontem foram presos altos funcionários de seu governo – ainda altos no governo do sucessor Luiz Fernando Pezão. Fraudes no sistema penitenciário, aquilo de comprar filé minhom e servir carne de pescoço. Estivéssemos na Rússia de Stálin reescreveríamos a história do Brasil para pôr Pero Vaz de Caminha como descobridor e o outro Cabral no lugar do Bispo Sardinha, ele e a mulher comidos pelos índios com requintes de perversidade.

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 40 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido, não tem graça." Contato: luizsolda@uol.com.br
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