Hoje!

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“Como é a vida de escritora?

Se for levar essa vida a sério, é bastante chata. Mas vivo nela toda satisfeita. Gosto mesmo é de cozinhar e de assistir a futebol e boxe. Fico até tarde da noite para assistir a uma luta do Mike Tyson.

O boxe não é um esporte muito violento?
É, mas eles são guerreiros.”

Essa entrevista concedida por Rachel de Queirós à revista Veja em 1996 tirou toda a possibilidade de eu me sentir culpado por gostar de lutas.

De Ted Boy Marino e Fantomas até Myke Tyson, passando por Eder Jofre e, claro, pela trinca Muhammad Ali, George Foreman e Joe Fraizer, a luta sempre foi um esporte que me fascinou.

Achar que é somente violento é de um simplismo que não justifica a legião de fãs em todo o mundo. No tablado, dois guerreiros se enfrentam de mãos limpas. Vence o melhor, o mais treinado, o com mais técnica, o com mais inteligência.

Os desenhos desta exposição fazem parte de uma centena de tentativas de mostrar um pouco do balé e da estética desses guerreiros que, muitas vezes, literalmente dão o sangue pelo que talvez seja o esporte mais antigo do mundo.

Orlando Pedroso

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 40 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
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