Hoje é sexta-feira. Hoje é Dia da Maldade

Ruth Bolognese – ContraPonto

Hoje é dia de lembrar que:
1) Três objetos simbólicos que o Paraná não vai esquecer tão fácil:
a) A bolsa de mão Bottega Veneta, de R$ 15 mil, da mulher do juiz Sérgio Moro, Rosângela, usada em New York
b) O colete cinza, Loro Piana, que Beto Richa ganhou em Miami e pode custar até R$ 44 mil
c) A gravata das Olímpiadas do ex-presidente Lula no depoimento a favor de Sérgio Cabral. Custo ignorado.
2) O ministro Edson Fachin, do STF, protegeu o sigilo telefônico de Michel Temer para o País inteiro não morrer de tédio
3) De tanto viajar pelo mundo, o juiz Sérgio Moro chega em casa agora e pergunta: “Mozão, onde EU moro?”
4) O primeiro paranaense a chegar na ilha das Cobras, agora transformada em centro de estudos ambientais, vai encontrar o cuecão do Requião, o último ser vivo a deixar o local.
5) Xô Gralha Azul: uma pesquisa inglesa descobriu que quem semeou nossos pinheiros foram os índios Proto-Jês
6) Que chefe de família curitibana vai almoçar no Madalozzo e deixa o irmão mais novo de fora? Alvaro Dias
7) O novo palavreado de Beto Richa: “é bandido”, “é criminoso”, “está na cadeia”, “é mentira”
8) Para a família Barros, Beto Richa já é “um governador-distante”.
9) De tanto antecipar mal feitos, Tony Garcia já é conhecido como a “Mãe Diná” do Paraná
10) E vem aí a delação do ex-diretor do DER, Nelson Leal Jr.

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 40 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
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