Jornal do Cínico

Do Filósofo do Centro Cínico 

Sugestão para que a briga entre Bolsonaro e Macron termine logo: um encontro dos dois, a sós, nas águas de um igarapé secreto. Assim, poderiam agasalhar o famoso candiru* para sossegar o facho e deixar o mundo em paz.

* Ele é muito temido pelos nativos da região do Tocantins. O peixe que tem perfil hidrodinâmico de um supositório, ao ser atraído pelo cheiro ou, pode aprumar suas nadadeiras, ao fluxo da urina (no caso do banhista nu) e nadar até penetrar na uretra, no ânus ou na vagina. Ele então se instala e não tendo como voltar da mesma maneira que entrou pois ele abre a parte posterior do corpo e suas nadadeiras dão forma de guarda-chuva. Segundo alguns estudiosos, ele se alimenta do sangue e tecido do agente hospedeiro e só pode ser retirado por meio de cirurgia.

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 40 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
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