Leia-se!

vagau

 Quem é Wilson Bueno? Quantas faces tem a admiração deslumbrada de sua geração? O menino que se reinventa em texto, linguagem, pura poesia. O diabo devasso feito de angústia e desespero, alimento maldito, pão dos eleitos, em seu exercício espiritual, método de libertação interior. Bueno revela este mundo, cria outro. Ambíguo. Inalcançável. Cada leitura é um novo Wilson, no limite extremo entre poesia e prosa, oração, litania, epifania e quando se mostra nu em pêlo em seu Boleros’s Bar já não é ele, é outro Wilson, personagem que o escreve em exorcismo, esconjuro, magia. Regresso à infância, nostalgia do paraíso, do inferno, do limbo.

Fábio Campana, Travessa dos Editores, 2007

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 50 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
Esta entrada foi publicada em leia-se! e marcada com a tag , , , , , . Adicione o link permanente aos seus favoritos.
Compartilhe Facebook Twitter

Deixe um comentário

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.