BOLSOMINIONS de todos os gêneros bradam o contentamento com a aceitação da Casa Branca a Eduardo Bolsonaro para embaixador do Brasil. Ignorância e burrice. A aceitação, o agrément em linguagem diplomática, significa um ‘nada obsta’, nem mais nem menos. Não significa que o indicado seja o melhor nem o preferido pelo outro país; apenas não sofre restrições, é ‘persona grata’.

Esse é o lado da ignorância, que grassa nas paragens bolsoignaras. O lado da burrice é não perceber que passa a impressão de que o embaixador do Brasil nos EUA tem que ser alguém do agrado, cama e mesa com o presidente dos EUA. Aliás, é exato assim que se comporta o presidente do Brasil, baba ovo assumido de Donald Trump. Lula sabia disso, mesmo dizendo ‘menas’.

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 40 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
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