Álbum

sublime-Foto-de-Jan-Scholz © Jan Scholz

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Precursora da imprensa alternativa, revista usou irreverência contra a ditadura

A provocação de Millôr Fernandes na quarta capa da “Pif-Paf” nº 8, de 28 de agosto de 1964, foi a gota d’água para o fechamento da revista.

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A maquiagem dos produtos

Vários produtos de higiene, produtos de limpeza, comestíveis e tantos outros reduzem o conteúdo, mas mantém a embalagem anterior e o preço pode continuar o mesmo ou até aumentar, sem a redução proporcional. Resultado: os consumidores são enganados.

Quando o produto é reduzido, a embalagem deve informar em letras maiúsculas e garrafais na nova embalagem, por exemplo: “REDUÇÃO DE 250 ML PARA 200 ML (REDUÇÃO DE 50 ML, OU SEJA 20%) (Fonte: Migalhas).

Com efeito, deveríamos ter uma regra de proibição dessa maquiagem.

A fiscalização deveria ocorrer também na composição dos produtos, pois pode ser alterada a composição e se manter o volume o preço.

A multas aplicadas às empresas são de pequena monta e assim compensa a redução do volume. Ela pode ocorrer na metragem no rolo de papel higiênico, no tablete de chocolate, no bombom, no sabonete, na pasta dental, no sabão em pó, dentre outros produtos.

O consumidor segura o produto quando compra e tem aquela sensação que ele está mais leve ou menor, pesando menos, mas a conta ao final continua a mesma ou até maior.

Nos supermercados o consumidor, na maior parte das vezes, não tem o direito de escolha, pois as marcas que dominam o mercado impõem às redes varejistas a limitação dos produtos concorrentes nas prateleiras, mediante favores comerciais.

Com isto, as pequenas e médias empresas não têm acesso às gôndolas dos supermercados, o que caracteriza domínio de mercado pelas grandes corporações, na maior parte, estrangeiras.

No Brasil algumas empresas, de forma abusiva, seguem maquiando produtos e obtendo lucros em cima dos consumidores.

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Brasil Limpeza

A deputada Joice Hasselmann postou neste domingo um vídeo na internet em resposta ao colegas governistas que andam falando dela depois da sua destituição por Jair Bolsonaro do cargo de líder do governo no Congresso. Na gravação, a deputada responde especialmente ao deputado Eduardo Bolsonaro, refutando acusações que o filho do presidente vem fazendo. Esta briga é uma daquelas de pegar a pipoca para assistir, porém mesmo sem confiar em nenhum dos lados é possível constatar que Joice desmente Eduardo com fatos.

O jogo é sujo de ambos os lados, no entanto na briga feia que vem desde o início de mais esta crise no governo, o filho de Bolsonaro procura desconstruir a imagem da colega de uma forma que qualquer um que venha acompanhando a política nacional sabe que não tem relação real com o que já foi notícia. Mas a deputada Joice sabe se defender bem e também é perigosa no ataque. E mesmo quem não gosta dela não tem como discordar que seu espaço político se deve a um esforço pessoal e não à proteção paterna. Além dessa diferença essencial, os fatos lhe dão vantagem em relação ao filho mimado de Bolsonaro.

Esta é uma briga que não se deve apartar. A troca de porrada entre os dois tem a utilidade de revelar coisas que não viriam a público se não houvesse o estranhamento. Do vídeo de Joice, a informação interessante é sobre os bastidores do governo comandado por Bolsonaro, que segundo ela diz é um ambiente da maledicência e do palavrão. Para refutar Eduardo Bolsonaro em seu mimimi sobre os xingamentos a Bolsonaro que apareceram em áudio de reunião de seus adversários no PSL, a deputada conta que o cotidiano com Bolsonaro e sua equipe é uma permanente baixaria.

Veja o que Joice fala sobre a normalidade das discussões no governo: “Eu estou ali no meio [do governo]. Palavrão ali é praticamente interjeição, xingamento é interjeição, é ponto e vírgula, é exclamação. Quantas vezes pessoas com mandatos, governadores, senadores, foram xingados de coisas até mais pesadas em reunião internas, que ninguém gravou”.

Não é que não desconfiássemos da baixaria nos bastidores deste governo, mas é importante ouvir esta confissão de uma pessoa que até há pouco fazia parte da cúpula governista. O que Joice traz pode ser definido com a expressão “informação de cocheira”, neste caso até literal, dado às patadas que ela afirma ser a normalidade nas conversações de trabalho em torno de Bolsonaro. Curiosamente, a grosseria é mais uma aproximação de Bolsonaro com os hábitos de Lula e seus companheiros de partido, que na intimidade também eram extremamente grosseiros ao tratar das questões da política nacional.

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Playboy – Anos 70

1975|Ingeborg Sorensen. Playboy Centerfold

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Tempo

Teatro Margem. Alberto Centurião, Manoel Carlos Karam e o cartunista que vos digita, brincando de estátua, década de 70. © Beto Bruel

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Joyce, a outra

JOICE HASSELMANN, ontem no programa Roda Viva. Nada de novo. Ela conhece o meio, que domina como jornalista de rádio e televisão. Ensaia uma nova mensagem, digamos, meia mensagem, a de que os filhos do presidente mantêm uma milícia digital com perfis falsos, da qual ela é a vítima mais recente. No entanto, lembrando os velhos estalinistas, a deputada diz que se mantém fiel ao presidente, com quem troca mensagens por WhatsApp.

A entrevista foi o mais do mesmo por parte da deputada. Se alguém acreditava em Joice pelo radicalismo que a elegeu, embarcada na nau dos insensatos bolsonáricos, sua credibilidade sofreu ligeira erosão (ligeira, porque difícil haver redenção e conversão ao bem dentro da seita que nos governa). Não se nega a inteligência da deputada, mas ela nega a inteligência de quem a assistia ontem: por que só agora ela vem a público expor as mazelas dos filhos do presidente?

Resposta óbvia: disputa por poder, espaço político. Joice foi ameaçada em sua posição dentro do Legislativo com o prêmio de consolação da liderança que o pai presidente deu ao filho Eduardo. Ao resistir à graça concedida, a deputada perdeu a posição e as vantagens políticas da liderança do governo no Congresso, da qual foi destituída pelo presidente da República. Como acreditar na fidelidade que ela agora apregoa a Jair Bolsonaro com a patética confissão de que trocam mensagens?

Na apregoada fidelidade ao presidente está a velada admissão de que seu espaço pode ser reduzido ainda mais, pois nosso capitão-mor não recolhe feridos no campo de batalha. Joice morde os filhos e sopra o pai. Só ela acredita nisso. Ela assegura que nas crises que enfrentou na vida sempre “caiu em pé”. Deixemos as insinuações do cair em pé ao baixo e rico glossário da milícia bolsonárica. A entrevista de Joice foi ligeiramente útil, mas nem um pouco convincente. Melhor ouvir a outra Joyce, doce cantora.

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Rabino Alpern

São empreendedores da fé como ele que constroem a humanidade

No dia 11 de novembro, na Hebraica, meu rabino, o grande rabino Alpern, realiza o leilão de arte do ano. Ele reuniu um inacreditável acervo de obras da mais alta qualidade com a curadoria de Pedro Mastrobuono, que vão a leilão com um delta para o lindo Projeto Felicidade do meu querido rabino.

Por meio desse projeto, ele traz crianças que tem câncer a São Paulo e lhes proporciona uma semana de imensa alegria, uma semana memorável.

Para uma criança que vive esse desafio da vida, esse momento lúdico de felicidade tem consequências maravilhosas de alegria e de esperança.

O rabino Alpern é baixinho, americano, fofo. E lá vai ele pedindo dinheiro para as suas obras assistenciais. Eu adoro que ele pede mesmo. E eu me lembro de Irmã Dulce, que pedia mesmo.

Deus diz na Bíblia: Do que adianta a fé sem obras?

O grande líder espírita da Bahia e do Brasil Divaldo Franco é um grande empreendedor. O empresário Henrique Prata, do Hospital do Amor de Barretos, é um grande empreendedor. É essa fé empreendedora de rabinos, de freiras, de pastores, de irmãs, de monges budistas (e também de empresários e empresárias de fé) que constrói a humanidade. E é por isso que esta Folha organiza o prêmio de empreendedorismo social.

A Universidade Harvard foi fundada por pastores protestantes e hoje ela é o templo mundial do conhecimento.

Estou tentando que a Harvard Business School faça um case de empreendedorismo da fé sobre essa rabina chamada Irmã Dulce.

Jesus, Maria, José e a Sagrada Família eram todos judeus. Deus é um só. Ele tem nomes diferentes, mas Ele é a fé inquebrantável que move homens e mulheres a fazerem coisas divinas. São seres incansáveis como esse rabino, que me mostra a sua sinagoga feliz e que me convoca a ajudá-lo, a ajudar as suas crianças.

São homens e mulheres que removem montanhas. Uma fé que faz coisas gigantes. Ela fez o Hospital Sírio-Libanês, fez o Hospital Albert Einstein. E pelo mundo inteiro fez creches, conventos, hospícios, sanatórios, orfanatos…

Quando disse que Irmã Dulce era empreendedora, houve desconforto em setores conservadores que acham que esses assuntos não são da religião e que religiosos são pessoas quase desocupadas que ficam soltando pombas.

Mas santos trabalham e muito. Olha como o Martin Luther King trabalhava ou o que o Dalai Lama realiza.
O amor bate ponto, o amor é operário. O amor trabalha, dia e noite.

E trabalha entusiasmado, apesar de ser mal pago e tantas vezes operar nas piores condições do mundo.
Um dia um milionário americano disse a uma freira que cuidava de leprosos no Oriente: “Irmã, eu não faria o que a senhora faz por dinheiro nenhum do mundo”. E a freira replicou: “Eu também não, meu filho”.

Rabino Alpern, são empreendedores da fé como o senhor que constroem a humanidade. Como diz o dito popular: mente desocupada é a morada do diabo.

E desse mal o senhor não sofre. Porque diariamente almas obreiras e santas como a sua correm atrás de recursos para ajudar pessoas necessitadas, vivendo angustiadas a cada fim de mês com os custos da obra divina.

A cada fim de mês o amor precisa trabalhar em dobro porque o amor não é desocupado. Ele precisa multiplicar os pães porque tem milhares de bocas para alimentar e milhares de almas para confortar.

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Feldschuh Gallery

Study on Voyeurism I, Los Angeles, 1989. © Helmut Newton

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A despedida do Vampiro de Dusseldorf

# Se a deputada disse que o presidente Bolsonaro tem – 20 de inteligência emocional significa que ele tem burrice emocional? A outra burrice não estava de bom tamanho?

# Dona Gleisi ‘copeia’ o que Lula disse na última entrevista: que o PT, como a seleção brasileira, não pode deixar Pelé no banco dos reservas. Verdade. Mas bem que podia ter aposentado essa Maria Chuteira. Não demora, vem aí Janja, o novo técnico.

# O presidente quer se abraçar com outros partidos, aqueles marotos de sempre, como o MDB, agora que foi desprezado e desprezou o partido que o elegeu. Vender a alma ao diabo tem seu preço. Lula que o diga.

# Anitta, a cantora da bunda poderosa, informa que passou por experiência de “quase morte” com a turbulência do avião em que viajava. Devia estar acostumada depois das transas que propagandeava com o ex-marido de Luana Piovani. Quase morte era como os franceses descreviam o orgasmo.

# O governo Bolsonaro veio com o viés anti ambiental e sua grande crise é o desentendimento entre dois bichos, de um lado Peppa Pig e de outro o Bambi.

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Flagrantes da vida real

maringas-autorretratoMaringas Maciel, mais assustado que cachorro em canoa. Autorretrato

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Esta semana, quando saí de casa para caminhar no Parque Bariguí, a rua onde moro – no coração do Jardim Champagnat, em Curitiba – estava congestionada. Um corpo está estendido no chão. Ao lado dele, danificada, uma pequena moto, dessas humildes, de trabalho, para carregar encomendas. E, mais adiante, parado no meio-fio, o veículo que o atropelou, um carro importado. O motoqueiro está vivo, apesar do rosto inchado e de um pouco de sangue que escorre pelo nariz. Uma moça de uns 25 anos sentou-se no chão e colocou a cabeça dele no colo. A cena me emociona, lembra vagamente La Pietà de Michelangelo, a obra-prima da Renascença que representa o Cristo nos braços da Virgem.

Paro meu automóvel e, por uma fração de segundos, meus olhos cruzam com os do rapaz. Não sou bom intérprete das emoções que ocorrem nessas horas, sempre botamos nossas próprias coisas nos olhos dos outros, mas vejo que há medo, insegurança, no rosto daquele menino. Numa palavra, solidão. Para usar outra, abandono. Estirado numa avenida, atropelado por alguém importante o suficiente para ter um carro de luxo, ele está assustado – parece mais sozinho do que nunca esteve. A garota anônima, cheia de piedade, em estado de graça, passa a mão por seus cabelos. Ela não fala nada, está ali, generosa, quieta, com aquele motoqueiro ferido nos braços, à espera da ambulância.

Talvez com seu gesto tente corrigir uma sensação que dá em todo mundo. A de que é bem nesses momentos, os grandes momentos, que estamos sós, terrivelmente sós, apesar das pessoas e carros que passam aos montões pela frente da gente.

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Todo dia é dia

©Myskiciewicz

minha companheira
sumiu
enquanto eu estava
no banheiro
minha companheira
mulher danada
deu o fora
enquanto eu escrevia
um poema na privada

solda
(Da série Poesia em Compota)

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Ela

© Getty Image

Sára Saudková vive nos dois universos, sendo mãe e fotógrafa. Aprendeu a fotografia como assistente e modelo do também fotógrafo Jan Saudek (inspiração do filme “O Fotógrafo”) e, se não fosse o encontro decisivo com Saudek, seria economista, por ser formada na área (Universidade de Praga) — aliás, por ter relacionado-se com Jan, até hoje pode ser localizada como “Sarah Saudek”.

Com Saudek, ela aprendeu a fotografar e a estimar a nudez e a fotografia em filme, opção que ela prossegue mantendo, mesmo consciente da qualidade atual das fotos digitais. E é baseando-se em película médio formato e na experiência com seus vários filhos que Sára Saudková registra a maternidade de uma forma tocante, sempre em imagens monocromáticas.

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1984|Karen Velez. Playboy Centerfold

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Todo dia é dia

giselle-hishida-kraw-penasGiselle Hishida. © Kraw Penas

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© Jack Torrance 

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Fraga

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Chamem o psiquiatra!

© Roberto José da Silva

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Brasil Limpeza

Corre pela internet notícias de que Eduardo Bolsonaro foi oficializado líder do PSL na Câmara. Segundo o que se diz, conseguiram uma nova lista de apoio com 29 deputados da chamada ala bolsonarista. Só Bolsonaro mesmo, de braços dados com os filhos, poderia ter seu próprio partido dividido ao meio desse jeito e se matando numa briga. Também só Bolsonaro e seus filhos para não compreenderem que nem a vitória justifica certas guerras políticas.

Com Eduardo Bolsonaro como líder do PSL ele vai liderar exatamente o quê? Ademais, qual é exatamente a estratégia dessas figuras? Esse garoto prodígio não era aquele que ia ser embaixador nos Estados Unidos? Creio que mesmo alguém da família Bolsonaro pode ser capaz de reconhecer que a expectativa baixou um bom tanto com essa luta encarniçada pela liderança do PSL.

Bem, como critério de qualidade política só pode ser o mesmo nível da liderança de seu pai como presidente da República. Nem dá para dizer que Eduardo como líder do PSL seria uma “vitória de Pirro”. Esta mitologia não cabe em tamanha baixaria. Eduardo Bolsonaro e seus companheiros do PSL como missão está mais para outro mito, aquele do exército de Brancaleone, do filme genial e muito engraçado dirigido pelo italiano Mario Monicelli, com o grande Vittorio Gassman como ator principal.

Claro que lembro disso apenas pela estupidez do “exército” do filme e não pelo caráter dos malucos. Eram inocentes e lá também não tinha rachadinha. Nem milicianos, virtuais ou de mão armada dominando com crueldade bairros no Rio.

O “exército Brancaleone”, formado por Gassman no filme, virou sinônimo de ajuntamento de doidos depois do sucesso dessa obra no Brasil nos anos 70 e 80. O bando de incompetentes malucos bolsonaristas pode até usar o mesmo refrão cantado pelos alucinados e igualmente ineptos combatentes da cruzada medieval do filme italiano. Eles cantavam “Branca! Branca! Branca! Leone! Leone! Leone!”. Basta uma pequena mudança, para “Bolso! Bolso! Bolso! Naro! Naro! Naro!” e vai ficar perfeito.

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