Todo dia é dia

a rima da família 2Nara|Caicó|1969 – Curitiba|2018

Publicado em Todo dia é dia | Com a tag , | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter

Agora, mais do que nunca!

Publicado em Aviso aos Navegantes | Com a tag , | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter

Fakebook

Fui obrigado a retirar este post do Fakebook. Se o Fraga soubesse que é exclusividade do Bozonaro ele não teria escrito essa frase.

Publicado em fraga | Com a tag , , | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter

Somos párias

JAIR BOLSONARO transforma o Brasil no estado pária e os brasileiros em delinquentes da saúde. Um país que o mundo reprova e do qual quer distância. Estamos abaixo do nível da Coreia do Norte porque esta é ditadura assumida, com arsenal nuclear. Ainda bem, o que não é consolo, que o brasileiro está impedido de entrar no primeiro mundo. Porque seria xingado na imigração, cujo pessoal cuspiria em seu passaporte.

Publicado em Rogério Distéfano - O Insulto Diário | Com a tag , | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter

Bozo

8 de julho – Blog do Zé Beto

Publicado em Charge Solda Mural | Com a tag , , | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter

Playboy|1970

1973|Ruthy Ross. Playboy Playmate of The Month

Publicado em Playboy - 1970 | Com a tag , , | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter

Pra nunca mais esquecer

O Sabugo não era nada, apenas lixo. Não deram uma única nota sobre sua morte porque era um homúnculo irrelevante. Nada representava, a não ser uma pequena corja de amigos do Messias.

Foi presidente da Casa da Merda porque o Messias e seus irmãos decidiram valorizar a escória em troca de gestos de sabugismo. Quando morreu, houve festa. Foi um presente dos deuses, sinal de que a humanidade pode melhorar com o desaparecimento de excrecências como ele. Os bajuladores ainda choram.

Publicado em Pra nunca mais esquecer | Com a tag , , , , | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter

Lan e Pryscila Vieira (atrás, Orlando Pedroso, também registrando o encontro), Humour at The Falls, em algum lugar do passado. © Vera Solda

Publicado em Clique! | Com a tag , , , , | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter

Falar mal da elite carioca é uma delícia

Não seremos pessoas melhores depois disso tudo

Falar mal da elite carioca é uma delícia. Eu mesma já fiz isso em 2016 quando disse que a vida é muito curta para morar no Rio. A elite ensimesmada dessa cidade decadente sempre foi conivente com os problemas que a assolam. Vive de um glamour passado num presente melancólico. Sempre achou que o Rio se resume ao que existe do lado de cá do túnel.

Percebe-se que a impressão é generalizada pela indignação com as imagens de um Leblon tomado por gente estúpida e egoísta, como se isso não estivesse acontecendo desde o começo da pandemia em outros bairros e cidades da Baixada. Os próprios críticos não percebem, mas consideram Rio apenas os bairros ricos da cidade. A estupidez e o egoísmo transcendem CEPs e classes sociais. Arma-se a armadilha de fulanizar a irresponsabilidade e jogar a conta, que precisa ser dividida entre muitos, no colo da “burguesia fedorenta”. Ela merece ser cobrada, mas não zeramos a dívida.

É irresistível apontar o dedo para a elite e limpar as mãos. Mas ao contrário do que dizia Tim Maia, do Leme ao Pontal é tudo igual, infelizmente. Da galera good vibes da mureta da Urca, ao “cidadão, não”, que mora em Jacarepaguá, passando pelos botecos da Cadeg até chegar aos bailes funk no Complexo do Chapadão. Tudo gente finíssima, mas muito malandra. Gente que jamais cumpriu o isolamento ou que abraçou a rua sem máscara e sem distanciamento, e entendeu como “liberou geral” o momento em que ainda enterramos mais de mil pessoas por dia em todo país.

O carioca tem um talento inegável para fingir que não é com ele, talvez seja o bronzeado. Mas sabemos que esse jeitinho está no sangue brasileiro. As cenas do Leblon vêm se repetindo de norte a sul do país. Não tem santo nessa pandemia, ainda que cada um encontre em si mesmo apenas qualidades que o outro não tem.

Todos temos a nossa cota de “sou melhor do que você”. Não queremos ser simples cidadãos, queremos poder dar a nossa carteirada de superioridade. Pode ser um diploma (se for de engenheiro, melhor ainda), uma amizade privilegiada, um verniz intelectual, o selo de consciência social.

Acreditar que a elite tem mais responsabilidade com as regras de distanciamento social porque tomou Toddynho e frequentou boas escolas embute nesse pensamento um “preconceito do bem”, que acaba por infantilizar o pobre. Menospreza a inteligência dos menos favorecidos e os trata como pouco capazes de assumir responsabilidades. Não se discute a necessidade de a população desassistida sair de casa para buscar o seu sustento. A classe média pode cumprir isolamento social porque o pobre, injustamente, manteve a roda girando. O que está na mesa é a atitude de quem abandona o isolamento para ir ao boteco e causar aglomeração, tanto faz se no Leblon ou no Cachambi.

O que é privilégio da classe média, dessa elite namastê, tem sido filosofar sobre quais as lições aprenderemos nessa pandemia. A questão existencial mais debatida nas lives é se seremos pessoas mais evoluídas e mais conscientes. Não é uma maravilha? Enquanto o pobre se mata na fila do auxílio emergencial ou se arrisca no transporte público porque precisa limpar a privada de alguém para sobreviver, esse alguém divaga sobre a desigualdade no mundo, entre uma aula de ioga e uma receita nova de bolo de fubá. Vi muita gente assim gritando contra a elite aglomerada nos bares do Leblon. O inferno é sempre a outra elite, não é mesmo? Não, não seremos pessoas melhores depois disso tudo. Continuaremos todos com a síndrome do “cidadão, não”.

Publicado em Mariliz Pereira Jorge - Folha de São Paulo | Com a tag , | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter

Padrelladas

Diário da Pandemia

Ontem falei de pizza. Uma coisa que tenho reparado é que a clientela daqui do apê não diz pitza, que é a pronúncia correta. Pedem a pizza acedilhando a letra z, e não raras vezes o atendente se enche de esperanças. Teve até o caso da senhora aqui do último andar, esqueço o nome dela, que abriu a porta para um rapaz vestindo uniforme de entregador de pizza…bom, vamos falar de outra coisa.

Meu recolhimento perdeu a graça. O capitão e o supostamente sargento continuam a tomar banho juntos, mas sem ciciar. Isso significa que deixaram a cobra alhures. Outro assunto: A menina que me trouxe o bolo por ocasião dos meus quinze anos me bateu que não se engana mais, para meu desgáudio. E tudo indica que todos os nenês estão com suas bundinhas limpas, mesmo porque os pais sabem que dou esporro se escutar manha de criança. Tudo tranquilo e monótono. Nem uma nave espacial querendo saber quem é o líder desta zona.

Palmeira. Eu, piazão. Dona Edde Franck, proprietária da padaria onde minha família comprava pães e quitutes. Naquela véspera de feriado, encontrei Dona Hedde à porta do estabecimento e perguntei prenhe de inocência: “Dona Hedde, a senhora vai estar aberta amanhã?” Ela levou duas horas para responder. Depois, disse: “A padaria vai”. Dona Maria Jamur, minha professora de Português, nunca ficou sabendo.

Publicado em Nelson Padrella - Blog do Zé Beto | Com a tag , | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter

© Albert Arthur Allen

Publicado em tchans! | Com a tag , , | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter

Mural da História

28|junho|2020 – Blog do Zé Beto

Publicado em Charge Solda Mural | Com a tag , , , | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter

The Skatalites

Loyd Knibb – 1931|2011. © Gilson Camargo

The Skatalites são considerados como os criadores do ska e, também influenciaram o rocksteady e o reggae, seus descendentes musicais derivam dos estilos tradicionais da Jamaica. As suas primeiras gravações de ska datam de junho de 1964, pórém, trabalharam anteriormente como banda de estúdio por bastante tempo para a gravadora/editora Studio One, gravando principalmente rhythm and blues. Os membros originais da banda obtiveram a sua formação musical a partir dos músicos de jazz da Jamaica. Por isso, embora se tenham inspirado em sons oriundos dos Estados Unidos da América (principalmente boogie woogie) e sons africanos, a música dos Skatalites contém muitos elementos próprios do jazz.

Os membros originais dos Skatalites foram Don Drummond (trombonista), Tommy McCook (saxofone e flauta), Roland Alfonso (saxofone), Lester Sterling (saxofone), “Dizzy Johny” Moore (trompetista), Lloyd Brevet (baixo) Lloyd Knnibb (bateria), Jackie Mittoo (piano e órgão), Jah Jerry Haines (guitarra).

The Skatalites gravaram junto com os Soundsystems no Studio One, como uma banda estúdio. Chegaram a ser muito populares na Jamaica, visto que a maioria dos artistas como Bob Marley, Peter Tosh, Bunny Wailer ou os Toots & The Maytals gravaram com eles. A banda original dissolveu-se em 1965, ano em que o líder do grupo Don Drummond matou a esposa e foi internado no centro psiquiátrico De Bellevue, centro no qual morreu passados dois anos.

A banda reapareceu reformada como grupo em 1983 e na atualidade segue ainda tocando, com a maioria dos membros substituídos. A banda foi indicada duas vezes para o Grammy, na categoria Melhor Álbum de Reggae, em 1996 e em 1997.

Os Skatalites estiveram em Curitiba em abril de 2008 (se não me falha a memória; já ouviram falar em Alzheimer Transitório?) no Curitiba Master Hall, Espaço Callas, onde o fotógrafo Gilson Camargo registrou tudo e eu, Vera, Giselle Hishida, Anderson Tozato e Claudia Seratiuk vimos, pela primeira vez, Doreen Shaffer cantando clássicos do Ska.

Publicado em Tempo|Tempo|Tempo | Com a tag , , , , | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter

Mural da História

11 de junho|2020 – Blog do Zé Beto

Publicado em Charge Solda Mural | Com a tag , | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter

Terra seca

© Ricardo Silva

Publicado em Terra seca | Com a tag , | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter

Ora, Aras!

Criticado pela sociedade, pelo Judiciário e pela sua própria corporação, o procurador-geral da República, Augusto Aras – aquele colhido no anonimato e nomeado fora da lista tríplice montada pela classe – garante que doravante vai mudar de comportamento – ainda que isso possa indispor-lhe com o patrão.

Na semana passada, fechou o cerco aos organizadores dos protestos que pedem o fechamento do Congresso e do Supremo Tribunal Federal, e realizou ações, com desusada celeridade, contra apoiadores do governo, incluindo os distribuidores de notícias falsas, os famigerados fake news. Quer dizer, cumpriu o seu dever.

Além das críticas generalizadas a seu comportamento, nas últimas semanas, Aras sofreu quatro derrotas nas eleições para o Conselho Superior do Ministério Público e perdeu a maioria no colegiado responsável por definições importantes do órgão.

Antes havia dito besteira, ao interpretar o art. 142 da Constituição Federal e afirmar que um Poder que invade a competência de outro perde suas garantias constitucionais e enseja a atuação das Forças Armadas.

Pisou feio no tomate também quando despachou a subprocuradora Lindora Araújo para vascular a Força-Tarefa de Curitiba, colher dados de bancos de dados sigilosos, sem justificativa para tal providência. O ato foi mal visto não apenas pelos procuradores do Paraná, mas por boa parte dos integrantes de MPF, inclusive na PGR.

Isso irritou Aras, que, em nota dura, disse que o grupo da LJ “não é um órgão autônomo do Ministério Público”. E verbalizou: “Fora disso, a atuação passa para a ilegalidade, porque clandestina, torna-se perigoso instrumento de aparelhamento, com riscos ao dever de impessoalidade”.

Antes de assumir a procuradoria-geral, Augusto Aras louvava a operação desencadeada com sucesso na República de Curitiba e também no Rio de Janeiro e em São Paulo. Uma vez nomeado, mudou de opinião, sobretudo quando as investigações chegaram aos filhos do chefe.

Por isso, devo dizer que não acredito no “endurecimento” do doutor Aras. É puro teatro para enganar a plateia. Ele está de olho na vaga que abrirá em novembro no STF com a aposentadoria compulsória do ministro Celso de Mello. O resto é encenação, faz-de-conta, e tudo continuará caminhando como tem sido nesses últimos meses. Desagradar o patrão, de jeito nenhum.

Seria bom se, uma vez ministro, Augusto Aras assimilasse também o entendimento do atual detentor da cadeira que ocupará:

“Guardadas as devidas proporções, o ‘ovo da serpente’, à semelhança do que ocorreu na República de Weimar (de 1919 a 1933), parece estar prestes a eclodir no Brasil! É preciso resistir à destruição da ordem democrática, para evitar o que ocorreu na República de Weimar quando Hitler, após eleito por voto popular e posteriormente nomeado pelo presidente Paul von Hindenburg em 30 de janeiro de 1933, como chanceler (primeiro-ministro) da Alemanha, não hesitou em romper e em nulificar a progressista, democrática e inovadora constituição de Weimar, impondo ao país um sistema totalitário de poder viabilizado pela edição em março de 1933 da lei nazista de concessão de plenos poderes que lhe permitiu legislar sem a intervenção do Parlamento germânico!!!”

P.S. – Rogério Distéfano, no blog Insulto Diário, com toda a gentileza, chama-me de mentiroso, porque prometi que não mais falaria do insano inquilino do Palácio do Planalto e continuo falando. Não é verdade, Distéfano. Quando muito, como referência de terceiros. Veja que sequer cumprimentei s. exª. por haver sido contaminado pelo Covid-19, aquela “gripezinha”. Ele tanto procurou que achou. E durante as comemorações do Dia da Independência dos EUA. Os mais de um milhão e setecentos mil infectados brasileiros o acolhem e saúdam. E eu acrescento um hurra para o Trump!

Publicado em Célio Heitor Guimarães - Blog do Zé Beto | Com a tag , , | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter

Sodathereal_45. © IShotMyself

Publicado em amigos do peito | Com a tag , , | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter

jan-saudek-725

Publicado em Jan Saudek | Com a tag , , | Deixar um comentário
Compartilhe Facebook Twitter