Naomi Campbell. © TaxiDriver

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Redemption Song (Band version)

 

Bob Marley & The Wailers. Redemption Song

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Em conto erótico, homem reencontra paixão da juventude

“Madá 7.0” integra o volume “O Himeneu”, de Sylvio Back, que sai em maio

Revejo-a. Meio século depois. É muito tempo, hein? Ou, não? Para um morto é pouco, você diria! O rosto chapado, encarquilhado. Como o meu. As coxas inda magníficas (dá pra ver pelo volume do andar). Iguais às minhas, obra e feitio da musculação para macróbios. 

Revejo-a, assim, sem mais nem menos. Esquecida, esquecida estava para sempre. Agora, intacta, incólume, impávida, como é que pode? É isso que se chama física quântica? Numa rua qualquer, num dia, idem, numa tarde única. Aquela chuvinha maldita de Curitiba.

Falta, o quê? Meio segundo para eu reconhecê-la? Rápida no gatilho, ela não se demora nada. Cabelos desarrumados, é o vento sul. Alisei os meus, mais branquelos do que os dela. Devem ser pintados, invejei. O que importa, afinal?

Num primeiro ímpeto, os corpos simularam se grudar ali mesmo. Feito ímã, um tanto gasto, pois não. Mas, antes que algum calor transite entre nós, só leve enrubescimento: alerta vermelho, ora direis! Aliás, mútuo, coadjuvado por uma fisgadinha, alhures. Nem tão alhures, confesso, infelizmente, impossível nomeá-la nesse átimo. Ao nos tocarmos, bingo! A vertigem vira tremor. Ou será temor? É aí que a desfrutável Madalena faz-se a deliciosa Madá do baile de Carnaval de 1958.

Aqueles huge, põe huge nisso, úberes dignos do Museu Erótico de Berlim! Em tempo: úberes é bom demais (não se contém e sai o incontornável autoelogio!). Esquecê-los? Impossível, se eles mantêm-se absolutamente ufanos! Toda vez em que nos encontrávamos, dito e feito, Madá tinha orgasminhos em série. Como se fosse dar um troço nela. A orelha ficava magenta, os lábios, arfantes, olhos de lobisomem.
Madá se imolava, era um Kilauea de Eros. Coisa rápida, imperceptível a quem passasse ao largo. Eu, sim, testemunhava fingindo que não. Sabia e mui dadivoso ficava enxugando umas lagriminhas alegrinhas escorrendinho pelas bochechinhas.

Nem preciso dizer que agora o incêndio se reprisa com a mesma intensidade. Tesão não tem idade nem cabimento.

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Chicas de ayer

The life of 1930’s parisian prostitutes. © Le Blanc

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Quem procura, acha

Estes contos de Jamil Snege são de um lirismo sofisticado. Feitos de personagens e circunstâncias que nos remetem a um universo ilógico, surpreendente, que subsiste, entretanto, galvanizado pela imaginação fantástica do autor.  É o “reductio ad absurdum” de Snege. Apesar de impossível, um mundo estranho que permanece como paralelo da paixão humana. Sobrevive a qualquer descrença e nos faz lembrar, quase sempre com debochado humor e irreverência, a progressiva destruição dos valores que sustentam a realidade que nos foi dada a viver.

Fábio Campana

Jamil Snege, Os Verões da Grande Leitoa Branca; Travessa dos Editores (edição esgotada), capa de Bira Menezes; projeto gráfico de Fernando A. Parzich, 2000. O meu exemplar, com dedicatória, emprestei pra alguém e nunca mais voltou.

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Data venia

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Tempo

torcida-iluminada-DSC06426Camiseta produzida por Joaquim dos Santos, que hoje mora em Aldebarã, Paraty, 2005. © Vera Solda

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Curitiba é um copo vazio

copo-vazioCai a noite em dezembro e Curitiba é uma redoma, um copo vazio emborcado. Céu vermelho às 8 horas do horário de verão e clima aprazível. O céu de um azul turvo na abóboda enquanto ouço cigarras e pianos. Bateu agora uma brisa leve, logo depois da condução. Na retina um filme leve matinal. Ébria de risadas e humanidades. Pertencer a este lugar é tal como ser pinheiro. Pregar-se ao solo num mergulho profundo e sem curvas, sempre reto, buscando o centro. Centros de homens que nasceram assimétricos. Ser pinheiro neste copo é estar fadado ao fim pela impossibilidade do crescimento destas árvores em outros solos Perde-se o curitibano. Passa a apátrida porque não se reconhece mais ao caminhar pelos saudosos paralelepípedos quando as suas raízes obrigam-se à direção de outros solos que não o centro do seu.

Curitiba é um copo vazio cheio de frio.

Feito de vento expirado das almas como as do Municipal enterradas. Amalgamado cinza entristecedor esmaecido nos viventes neste sítio jazentes. É a beleza de ser introspecto, passivamente sofrido e irritantemente orgulhoso dos dias de geada ou das estações misturadas inteiras em um único dia. É saber-se livre apenas quando em terras alheias, marcando o curitibanear, aquele leminskiado; restando, todavia, escondido, como o Dalton, quando entre os convivas locais. Pisar aqui a cada retorno implica um borbulhar de infinita e sádica melancolia. Um deprimir pré-sentido. É encontrar todos perdidos. É saber-se preso e com um sorriso sádico, ir dormir feliz.

Bárbara Kirchner

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Todo dia é dia

leminski-tiago-recchia© Tiago Recchia

para leminski (junho 1989)

penso e surpreendo dentro
esse peso suspenso
entre fuga e allegro
entre risos e abismo
resgato fragmentos
e vestígios do vértigo
(espreito, rima leonina,
as naus, bits e ítacas
de tuas russas cismas,
as lengua-lengas feras
de teus trobares raros)
entre sóis e êsseoésses
miro etrelas-desastres
e desorientes ferozes
rumo ao ouro quase-Órion
de um perhappiness
entre o novo e o velho
só vejo o vero fogo
que te tornou eterno
só vestígios do vétigo
desde que o caos
deixou de ser acaso

josely vianna baptista

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Viver é muito perigoso

plano-de-saúde© João Urban, década de 80.

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Rui Werneck de Capistrano

bobo-doisAcordei de um jeito estranho, me sentindo estranho, estranhando as cores azuis das paredes verdes do quarto, com estranha sensação de estar sendo vigiado por um estranho ciclope míope e cercado por uma estranha dívida contraída em estranhas segundas núpcias com Dona Marquesinha Santiago. Porém, estranhamente, não me senti estranho quando peguei a estranha relação de documentos que precisava para obter a segunda via da minha Carteira de Identidade, que ficou retida por motivos estranhos e alheios à minha vontade na porta de um bailão na periferia dos órgãos competentes.

Identificção: identifique-se

Documentos necessários para obtenção de Carteira de Identidade: original ou cópia autenticada, nítida e sem emendas ou rasuras da Certidão de Nascimento; certificado autenticado de participação no Seminário de Satisfação de Necessidades Radicais no Séc. XXI (200 horas); Certidão de Casamento (casados e/ou viúvos); Prova escrita de Simultaneidade Vivencial entre Trabalho, Lazer, Estudo e Vagabundagem; Certidão de Casamento com averbação (separados, desquitados ou divorciados); Atestado de Amasiado/a (comprovação de amigos de boteco ou amigas de salão de beleza); atestado de óbito para mortos e enterrados; comprovante de ciência das origens do Homem, suas andanças na Terra desde o desaparecimento dos dinossauros e posição na Via-Láctea; vacina antitelevisão e jornais, duas fotografias 3×4, iguais, recentes, uma em preto e branco; tíquete de caixa do McDonald’s de Taiwan, prova de correta interpretação da frase de Juan Gris “J’aime l’émotion qui corrige la règle” em contraposição à de Georges Braque: “J’aimé la règle qui corrige l’émotion” (em três vias); comprovante do recolhimento da taxa de segurança máxima; proposição escrita para aumento do barbante do ioiô sem prejudicar a camada de ozônio. Os interessados deverão comparecer à Delegacia de Polícia mais próxima acompanhados de advogado e radinho de pilha.

PS: Favor não trazer poodle ou tio doido. PS 1: Revogam-se todas as disposições a favor.

PS 2: Se você ainda não se identificou, corre sério risco de não ser chamado para receber (mediante módica quantia) os 80 Óleos Santificados dos 101 Sábios de Sião.

A Diretoria

RUI-19Rui Werneck de Capistrano, CPF OO, RG vencido, autor de vários livros e inclusive de alguns outros.

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Cine Plasma

Underground – Mentiras de Guerra – (França, Alemanha, Bulgária República Checa, Hungria, Sérvia), 1995. Direção: Emir Kusturica. Roteiro: Emir Kusturica (baseado em história de Dusan Kovacevic) Elenco: Predrag Manojlovic, Lazar Ristovski, Mirjana Jokovic, Slavko Stimac, Ernst Stötzner, Srdjan Todorovic, Mirjana Karanovic, Milena Pavlovic, Danilo ‘Bata’ Stojkovic, Bora Todorovic, Davor Dujmovic, Nele Karajlic. Duração: 170 min.

Era ma vez um país… Era uma vez [um pedaço] da história do século XX na Europa. Era uma vez um diretor de guerras e festas, de cenários barrocos e realistas, de roteiros alegóricos sobre História, política e sobre as muitas faces da humanidade. Era uma vez um lugar de mentiras, uma fábrica de armas chamada Underground, um filme de Emir Kusturica, diretor nascido em Sarajevo, capital da atual Bósnia e Herzegovina, independente da Iugoslávia em 1992. O filme em questão, falado em sérvio, alemão, francês, inglês e russo, é um apanhado plural das guerras e das políticas da Europa Oriental nos extremos do século vinte, da explosão da II Guerra Mundial em 1939 aos conflitos internos e de intervenção da OTAN que marcaram a região no anos 1990 e que podem ser divididos em três grandes categorias:

*As guerras separatistas dentro da República Socialista Federativa da Iugoslávia (1991 a 1995, de onde saíram independentes Eslovênia, Croácia e Bósnia e Herzegovina);

*As guerras de cunho étnico-político envolvendo os albaneses (1996 a 2001, com destaque para os conflitos de Kosovo, Sérvia e Macedônia);

*As duas grandes ações da OTAN contra a Sérvia, uma em entre 1995 e 1996 (Operação Força Deliberada) e outra em 1999 (Operação Forças Aliadas), na província e Kosovo.

Esse grande número de movimentações bélicas na região balcânica (a mais instável do Velho Continente) começou a dar os seus primeiros passos ainda nos anos 1980, após a morte de Tito, político bastante influente e admirado não só pelos seus compatriotas, mas pela comunidade internacional de diversos pontos da Guerra Fria — em seu massivo velório, em 4/05/1980, estiveram Leonid Brejnev, Margaret Thatcher, Indira Gandhi, Saddam Hussein, Yasser Arafat, Fidel Castro e Nicolae Ceauşescu, isso só para citar alguns (o nosso presidente, General Figueiredo, não pode ir, mas mandou o Chefe de Estado-Maior das Forças Armadas, o General José Ferraz da Rocha) — e sua situação se agravou após a queda a URSS em 1991. O roteiro de Underground usa especialmente essas mutações políticas e conflitos bélicos para montar um quebra-cabeça ideológico e social de uma região inteira, mas o seu alcance pode ser para todo um continente, ou para o mundo inteiro. Continue lendo

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Fraga

Cada escritor tem o seu cinto de utilidades na estante, proporcional às necessidades profissionais: gramáticas, dicionários, enciclopédias. Como nenhum autor é igual a outro, a variedade de obras auxiliares é extensa. Não custa imaginar uma customização retrô nas prateleiras de alguns literatos.

Na fase mais delirante da carreira, Franz Kafka rejeitou os livros normais de consulta. Se agarrou obsessivamente a um compêndio de entomologia.

Auto-suficiente, Guimarães Rosa criou o seu original léxico.

Aproveitando as tantas novelas de cavalaria conhecidas, Cervantes remonta tudo e põe um alfarrábio na algibeira de Dom Quixote, que enlouquece na leitura.

Em vez de ir à uma livraria e adquirir um precioso Webster, o genial James Joyce prefere pegar um exemplar da Odisséia e fazer um vertiginoso remix das palavras.

Com vasta cultura, Millôr Fernandes, o pai dos humoristas brasileiros, convida as palavras a fugirem das páginas solenes dos livros de referência e as leva para um recreio – o Dicionovário – em que oxigena o português.

Na sua cabeceira, Jorge Luis Borges mantinha uma pilha de incontáveis dicionários e enciclopédias que jamais foram escritos ou publicados. Para produzir seus contos fantásticos, ele os consultava às cegas.

Peso, tamanho e volume são os exageros físicos dos dicionários. O verborrágico Paulo Leminski possuía um dos maiores, um Catatau.

Para Ambrose Bierce, o recurso foi adaptar os verbetes da Britânica à sua ótica cética e pessimista. Assim nasceu e faz sucesso até hoje o Dicionário do Diabo.

Já pro Dante Alighieri, uma única obra de referência bastou para guiar a sua monumental poesia: a Bíblia.

Vendo que palavras de sons semelhantes não eram a solução, Carlos Drummond de Andrade atirou o dicionário de rimas pela janela, que foi apanhado por um tal de J. G. de Araújo Jorge.

Certa noite de tempestade, Mary Shelley foi à biblioteca e desfolhou os exemplares de uma enciclopédia. Em seguida, costurou aleatoriamente as páginas até formar um grosso exemplar, que encadernou e por onde passou a se orientar nas dúvidas de linguagem.

Num esforço de pesquisa dos mais autênticos, Charles Bukowiski compilou o seu dicionário a partir das paredes de banheiros públicos.

Mais preguiçoso, Luis Fernando Veríssimo contratou um popular Gigolô das palavras como consultor particular.

Quanto ao meu próprio amansa-burro, tem apenas o essencial: só as orelhas.

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John Lennon

Era uma vaz, uma voz, uma vez, numa terra ingrata, a Ingraterra, distante do longinqüo, lá afãstada de qualquer proximidade, muito além de montes de montanhas, do mar e de outros assimdentes, um poco mais drá lá di ondi a diaba perdeu as batas, 39 pessoas que ali viviam pazcatamente.

Mente ou não mente? Quando e sempre que vinha e xegava a é pouca, muito pouca, da colheita, essa miltidão festejava com festas baca paca. Pereira (Pereira era o prefeito, Pereira era perfeito, prefeira era pereito) fazia sempre um festáço baca paca, pacanáço!

E todu anu monstrava sempre uma nuvidade, quase sempre molher noa. Mas desta vez, lá no dinstanti que falhei, Pereira ultra-ultrapassou sipróprio e apresentou um Cão peão de Luta Livre. Mas quem é que ia lutar com esse cão-chorro? Eu? Nunca?

John Lennon|Transcriação de Millôr Fernandes

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Musas

meu-tipo-inesquecível-kessica-schwarzJessica Schwarz nasceu em Erbach im Odenwald e cresceu na pequena cidade de Michelstadt, Alemanha© AgNews

Ao fazer uma escala em Buenos Aires, Maria se vê perturbada por uma canção de ninar cantanda por uma jovem mulher. Ao contar o fato ao seu pai, descobre que passou os três primeiros anos de sua vida em Buenos Aires, em plena ditadura militar, e que foi adotada por ele. Diante disso, ela resolve sair em busca de seus verdadeiros pais para tentar entender um pouco de seu passado.

O Dia Em Que Eu Não Nasci (Das Lied in mir), 2010, direção de Florian Micoud Cossen. Com Jessica Schwarz, Michael Gwisdek, Rafael Ferro, Beatriz Spelzini, Alfredo Castellani, Marcela Ferrari e Carlos Portaluppi. Roteiro de Florian Micoud Cossen, Elena von Saucken. Duração: 95 min, 2010, Argentina|Alemanha|Serendip Filmes

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Herrar é umano (Paulo Leminski)

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Prof. Thimpor

máquina-descalçaA Máquina Descalça, de J. Forbes; EditoraPriori; 226 páginas frente e verso; 226 cruzeiros (1 por página); capa grátis.

Uma holandesa é raptada por seres extraterrestres e levada ao planeta 662 – ramal 23, onde permanece 132 anos como prisioneira das potentes máquinas pensantes que habitam o misterioso corpo celeste, do tamanho de uma laranja sem sementes. Como prisioneira dos estranhos seres, a holandesa não diz uma só palavra e, até que as máquinas cheguem à uma conclusão, permanece sentada sobre um exemplar da revista “GutGut”, distribuída nos banheiros públicos de Londres.

Quando finalmente resolve abrir a boca e dizer algo, uma das máquinas, semelhante à uma lavadora automática cheia de roupas sujas, lhe desfere um pontapé no traseiro, ato imediatamente revidado pela holandesa, que fica com o pé inchado durante o resto de sua permanência naquele planeta. Devolvida à Terra, ela é encontrada por um povo extremamente desenvolvido, recebendo sessões diárias de acupuntura até que, lendo o jornal de domingo, encontra um emprego de peneira e foge de tudo.

A narrativa forte de J. Forbes evoca Isac Asimov da fase azul, com exceção da parte em que a holandesa sobe as escadas em direção ao WC da Diretoria. Para os leitores da moderna ficção científica com problemas no trato urogenital, um livro perfeito.

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Pra cima é que se olha

© Roberto José da Silva

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Playboy – Anos 50

1953|Marilyn Monroe. Playboy Centerfold. © Tom Kelley

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O último suspiro

HOJE TEM mais desaforo de Carlos Bolsonaro contra Hamilton Mourão, de quem Carlos diz estar no “último suspiro”. Como não consta que o vice-presidente goste do doce, só resta a conclusão de ser o último suspiro como vice-presidente. Na dúvida e para evitar tragédia, melhor demitir Mourão, o que é perfeitamente possível na era Bolsonaro. Porque o presidente jamais irá demitir o filho da função de pitbull.

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