Dalton Trevisan.  © Julio Covello

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Álbum

O dia em que a Lua esteve mais perto do meu estúdio na Luís Murat, em São Paulo. © Orlando Pedroso

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Todo dia é dia

Amy Winehouse. © Grosby Group

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Efeito cibalena!

© Roberto José da Silva

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Росси́я

República dos Bananas

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Do svidanya

Elke Maravilha, Elke Georgievna Grunnupp (em russo: Элке Георгевна Груннупп; Leningrado, 22 de fevereiro de 1945 — Rio de Janeiro, 16 de agosto de 2016), manequim, modelo, jurada, apresentadora e atriz  nascida na Rússia, de onde emigrou ainda na infância. © David Zingg

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Banco 24 Horas

banco-julio-covello© Julio Covello

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Rotina dos craques

Ruy Castro – Folha de São Paulo

Treinar chutes a gol é importante, mas o quilate dos brincos também é.

Em toda Copa é assim: os jogadores fazem coisas nos anúncios de TV que não vemos nos jogos de verdade. Aqueles chutes explosivos, cambalhotas impossíveis e lances plásticos e espetaculares não acontecem em campo. Faz pensar que os jogos seriam melhores se os times fossem treinados pelos criadores de efeitos especiais das agências de propaganda, e não por mortais, por mais cheios de si, como Tite. O mesmo com os jogadores: treinar troca de passes, chutes a gol e disputa de divididas é importante, mas o corte de cabelo, a grife do terno e o quilate do brinco também são.

Um amigo meu nos anos 70 era o alemão Hans Henningsen, representante da Puma na América Latina. A Adidas já era a gigante do mercado, mas Hans conseguia com que os maiores, como Pelé, Carlos Alberto, Beckenbauer e, depois, Cruyff, Zico e Maradona usassem Puma, não Adidas. O pagamento eram uns caraminguás e quantos tênis e agasalhos eles pedissem para presentear os amigos. Hoje essas negociações movimentam bilhões.

Da mesma forma, a meta dos grandes craques deixou de ser uma loura, um carrão e uma casa na Barra ou o equivalente. Agora inclui contratos com grifes de roupas, sapatos e malas, além de acessórios como correntes, relógios e os headphones com que eles desembarcam dos ônibus, nem sempre tocando alguma coisa. Tudo gera dinheiro.

Os jogadores sempre se cercaram de amigos de infância, primos distantes e outros parasitas que levam para todo lado. Isso nunca mudará, mas hoje eles se cercam também do que chamam de “estafe”, de economistas para orientá-los sobre aplicações e advogados para negociar seus contratos até os personal hairdressers (o cabeleireiro de Neymar está na Rússia para cuidar de seus enxertos de sobrancelha e extensão de cílios).

Não há nada de mal em nada disso. Desde que essa doce vida civil se converta em gols e vitórias.

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Luiz Geraldo Mazza – Miriam Karam

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Vai lá!

http://seguinte.inf.br/

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Faça propaganda e não reclame!

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Habeas língua

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Pompeia

O Museu Arqueológico Nacional de Nápoles, na Itália, tem uma ala inteira dedicada à arte erótica de Pompeia e Herculano, como se fossem aquelas alas proibidonas das antigas locadoras de vídeo. Uma das esculturas mais famosas é Pã Copulando com Bode, que mostra o deus grego dos bosques Pã fazendo sexo com o bicho com o qual compartilha chifres, orelhas e pernas.

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O suave Pepe Richa e as três tentativas de ser candidato

Ruth Bolognese – ContraPonto

Pela terceira vez, o irmão mais próximo do ex-governador em sua vitoriosa carreira política, Pepe Richa, recua na candidatura a deputado federal, dada como certa e já anunciada publicamente.

Pessoalmente, no trato diário, Pepe é uma moça. E o sentido aqui é figurado, mesmo algo politicamente incorreto, porque tem cada moça casca grossa por aí que Deus nos livre e guarde. Ou de imputar-lhe um lado feminino mais pronunciado, o que não é o caso.

Moça do século XVIII, como sinônimo de afável, amável, incapaz de erguer a voz ou ofender alguém. Este é o suave Pepe Richa, que vem sonhando sair candidato desde 2010 e, sempre premido pelas circunstâncias, é obrigado a recuar.

Em 2018, diferente das outras vezes, a circunstância atende pelo nome de “denúncias que podem surgir na delação premiada de Nelson Leal Jr, já em análise pelo MP, na Operação Integração”. Leal Jr, como se sabe era subordinado a Pepe Richa como diretor do DER/PR e foi preso por ter se envolvido em malfeitos junto com concessionárias de pedágio.

O motivo, no entanto, continua o mesmo: Pepe Richa renuncia ao projeto pessoal a favor do irmão. Sai agora, por exemplo, para não contaminar, vamos dizer assim, a candidatura de Beto Richa ao Senado com o que está por vir.

Em 2010, recuou para ser o suplente do então candidato ao Senado, Ricardo Barros, forma de consolidar a aliança entre o PSDB e o PP e facilitar a eleição de Beto Richa ao Governo.

Em 2014, na reeleição de Beto Richa, foi direcionado para coordenar a campanha e, também, para não atrapalhar a eleição de outros candidatos à Câmara Federal que compunham a coligação de partidos. By, by candidatura.

É verdade que ocupou a poderosa e principal secretaria nos dois governos do irmão, a de Infra Estrutura, plataforma de lançamento eficaz para qualquer candidatura. Mas não para o suave Pepe, que agora, na hora da onça beber água, deparou-se com o jacaré da delação premiada de Nelson Leal Jr.

E continuando no reino animal, se Beto Richa não ganhar a eleição para o Senado, ou até para a Câmara Federal, os dois irmãos velhos de guerra estarão no mato sem cachorro.

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Mural da História

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Fraga

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Vítola & Marchesini

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Rui Werneck de Capistrano

Nunca se deve estar preparado pra um koan. Ou, um koan nunca deve preparar ninguém. No máximo, deve dar uma pancadinha na cabeça da gente e atordoar. De leve. Talvez só muito depois essa pancada cause efeito e produza um galo de sabedoria. Só às vezes produz a iluminação imediata do ambiente.

Koan é uma palavra japonesa de origem chinesa. Diz-se que significava ‘arquivo de documentos’, mas migrou pra um lugar mais confortável e virou um tipo de enigma ou ginástica mental pra deleitar discípulos dos monges. Seria muito parecido com o insight da atualidade.

Não se sabe se os monges (mestres) faziam de propósito pra se safar das perguntas impertinentes dos discípulos. O fato é que a leitura de perguntas sérias com respostas absurdas nos faz querer mais.

A resposta torta pra uma pergunta muito reta faz o cérebro dar uma pirueta e remexer os neurônios. Funciona, mais ou menos, como uma cheirada num lenço com lança-perfume. Só que sem as más consequências físicas.

Existem muitos exemplos clássicos, mas eu resolvi mostrar um — entre muitos — que escrevi há algum tempo. Nem sabia que o nome disso era koan. Claro que não é aquela obra-prima dos monges e outros sábios da antiguidade, mas tem alguma serventia. Toma lá:

O mestre estava suado e exausto de tanto revirar a terra do jardim pra fazer novos arranjos de folhagens. O discípulo, que havia chegado sem ser notado, aproveitando uma pausa no serviço, falou:

— Mestre, dá gosto ver você fazendo um trabalho com tanta dedicação. O que teria a me dizer sobre a motivação humana?
— Você pode ir até a sua casa e me trazer um copo d’água gelado?
— Mas, mestre…
— Pois é… eu nada sei sobre motivação humana.

Um koan muito interessante, de um jogador de beisebol norte-americano, é de fazer rir. Numa pizzaria, quando o garçom perguntou se devia cortar a pizza em quatro ou oito pedaços, ele respondeu: — Quatro. Acho que não consigo comer oito pedaços.

No Brasil, Dadá Maravilha era — ou é — muito bom nisso. Quando perguntaram pra qual era a problemática do futebol, ele respondeu: — Eu não conheço a problemática. Eu tenho a solucionática.

Rui Werneck de Capistrano é catador de palavras e ilusões

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Clic!

maringas-foto-livroMaringas Maciel, sobre cartum do livro “Solda”.

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faça-propaganda-e-não-reclame© Myskiciewicz

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