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Senhor Bananeira

bananeira bashôMatsuo Bashō (松尾 芭蕉, 1644, Província de Iga|1694, Osaka, Japão

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Tempo

Solda, depois de uma visita à tenebrosa Capela dos Ossos em Évora chegamos aos Cromeleques dos Almendres. 6.000 anos atrás já colecionavam menires (em algum lugar do passado). Abraços, Dico Kremer

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E agora?

UM SATÉLITE DOS EUA filmou queimadas recentes em Rondônia. E agora, Bolsonaro? Tem fake nisso também? Bolsonaro fala demais, fala fora de hora, fala o que não deve, fala besteira e não tem queimadas na língua. Igualzinho a Lula, a quem tanto condena. Precisamos de uma lava jato para lavar a língua (quem sabe o cérebro) deste presidente. No tanque, ralando na tábua, esfregando com sabão em pedra.

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As rosas falam

© Roberto José da Silva

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Mural da História

6-11-20106 de novembro|2010

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Alexander Bassano

Gabrielle Ray as “Frou Frou” in “The Merry Widow”, 1907

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Tempo

RequiãoRettaMarcelinodois
Roberto Requião, Luiz Rettamozo e Walmor Marcelino, em algum lugar do passado. © Myskiciewicz

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Perder-me

Perder-me, dissolver todos os tecidos da pele, refazer-me. Em um segundo, passo do sonho ao concreto, deixo as cicatrizes mais profundas, abro outras, sangro por todas as frestas, desapareço.

Um dia paisagem, sol, plano. Uma vida toda.

Num instante, o céu muda, o vento sopra.

Prenúncio de tempestade.

Caí no abismo sem fim, percebi a veia dilatada do meu pulso, os olhos cheios de silêncio e lágrimas.

Percorri as pausas das linhas das mãos, abri as janelas, escancarei todas as dores e revirei as palavras − dissecando letra por letra as últimas escritas − as que revelam, as que maltratam, as que fazem acontecer a cisão.

Encontrar, um dia, quiçá, as flores abertas no jardim, sentir novamente o cheiro dos jasmins à noite, parar o horizonte e ver nos seus olhos a intensidade da certeza, o meu reflexo na sua pele interminável, o porto-miragem compassado às batidas do coração.

Em um dia, por uma vida inteira.

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Cem anos de capa e espada

Zorro, a centenária criação de Johnston McCulley

Diante da boa repercussão do texto da semana retrasada, vou continuar no tema. É também uma maneira de esquecer um pouco das asneiras cotidianas do capitão-presidente. Além do que, há um justiceiro muito mais autêntico e eficiente (da literatura, do cinema, da TV e dos quadrinhos) completando neste mês de agosto do ano da graça de 2019 cem anos de vida.

Refiro-me ao Zorro. Não àquele que cavalga o belo corcel Silver, usa balas de prata e tem um companheiro chamado Tonto. Este foi indevidamente batizado de Zorro no Brasil, pelo editor Adolfo Aizen, da saudosa Ebal, mas chama-se, na verdade, The Lone Ranger ou Cavaleiro Solitário, embora seja igualmente cultuado pelos leitores de gibis.

O Zorro (em espanhol “raposa”) a que me refiro é aquele criado pelo escritor norte-americano Johnston McCulley e que apareceu pela primeira vez no dia 9 de agosto de 1919, na história “The Curse of Capistrano”, publicada em cinco partes na revista “All-Story Weekly”. Defensor dos pobres e oprimidos, enverga traje todo preto, incluindo capa, chapéu tipo sombreiro cordobés de aba larga e um misto e capuz e máscara que lhe cobre a cabeça e a metade superior do rosto. É um acrobata e especialista em armas de fogo, ainda que prefira manejar a espada, com a qual costuma esculpir um “Z” com três golpes rápidos na testa ou no corpo dos inimigos. Seu cavalo chama-se Tornado, um quarto- de-milha de sete anos e sua vítima favorita é o roliço, glutão e atrapalhado Sargento Garcia (originalmente, Sargento Gonzalez), miliciano da colônia californiana da coroa espanhola.

Zorro é a identidade secreta de Don Diego de la Vega, filho único de Don Alejandro de la Vega, rico estancieiro e proprietário de terras da Califórnia.

Um dos primeiros exemplares de vingador mascarado com dupla identidade, o personagem teria sido inspirado em um mexicano a meio caminho de bandoleiro e patriota, na Califórnia do século XIX, Joaquín Murieta. Outra inspiração teria sido Pimpinela Escarlate, um justiceiro inglês que teria atuado durante a Revolução Francesa, criado pela escritora Emmuska Orczy, uma britânica de origem húngara.

Ainda que tenha nascido na literatura, a popularidade do vingador mascarado de McCulley começou no cinema, em 1920, na adaptação de “A Marca do Zorro”, estrelado por Douglas Fairbanks. Em 1936, A Republic Pictures lançou “The Bold Caballero”, com Robert Livingston; no ano seguinte, saiu “Zorro Rides Again”, com John Carrol a frente do elenco; em 1939, foi a vez de Reed Hadley; e em 1940, a 20th Century Fox apresentou um remake de “The Mark of Zorro”, protagonizado por Tyrone Power. Mas o herói deslanchou de verdade quando foi assumido pelos estúdios de Walt Disney, a partir de outubro de 1957, com o ator Guy Williams no papel principal. Aí, o herói chegou à TV (foram 78 episódios em preto e branco, sendo colorizado em 1992), aos quadrinhos e outras mídias, conquistando a plateia internacional. Uma curiosidade da época dos estúdios Disney: Guy Williams era obrigado a gravar as cenas de duelos apenas às sextas-feiras, pois, caso o ator se machucasse, teria o final de semana para se recuperar.

Ao longo da carreira do personagem de McCulley, no cinema, usaram a máscara e a espada de Zorro os atores Alain Delon, George Hamilton, Henry Daeeow, Duncan Regehr, Antonio Banderas e Anthony Hopkins, entre outros.

Nos quadrinhos, Zorro foi publicado de forma irregular pela Western Publishing, através do selo Dell Comics de 1949 a 61. Quando passou para os estúdios Disney, as histórias passaram a ser desenhadas por Alex Toth e Warren Tufts, algumas hoje clássicas.

No Brasil, Zorro foi primeiro publicado pela Ebal na revista Edição Maravilhosa, numa adaptação da Dell. Depois, nos idos de 1979, a editora de Adolfo Aizen ofereceu a série Zorro, Capa & Espada, produzida por Franco de Rosa, Arthur Garcia e Sebastião Seabra.

Na Editora Abril, então detentora dos direitos sobre a produção Disney, quando o material original americano escasseou, as histórias de Zorro foram desenhadas por Rodolfo Zalla e Walmir Amaral. Os roteiros eram de Primaggio Mantovi e Ivan Saidenberg.

O personagem ficou sem ser publicado nos Estados Unidos por décadas, até que em 1990, a Marvel Comics lançou uma série de 12 edições, baseada na série de TV, estrelada por Duncan Regehr.

Mais recentemente, a editora americana Dynamite Entertainment voltou a publicar histórias do herói.

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Davina Mccall.  © TaxiDriver

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Carlos Castelo

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Hoje – João Urban

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Desenho-atrasado-72© Orlando Pedroso

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O Brasil em ritmo de lacração

O Brasil está cada vez mais contaminado perigosamente pelo clima de irresponsabilidade que domina as redes sociais. Está tudo dominado por encenações no Twitter, Facebook e outras plataformas, nas quais até mesmo autoridades escrevem o que lhes vêm na cachola, sem o devido respeito e responsabilidade com o cargo ocupado.

A bobajada começa pelo espantoso presidente da República, é claro. Nesta toada, haja conversa fiada, ataques irresponsáveis, denúncias sem fundamento, acusações e ameaças, mentira em cima de mentira, tudo isso que virou uma prática cotidiana acabou invadindo a linguagem em instituições de Estado, fazendo um remelexo emporcalhado no que é falado em lugares onde devia haver não só um zelo com as palavras como também responsabilidade com o que é dito.

Nesta quarta-feira o deputado Alexandre Frota — já instalado no PSDB depois de ter sido expulso do PSL de Jair Bolsonaro — falou na tribuna da Câmara sobre o desentendimento com o presidente, que hoje em dia diz que nem sabe quem ele é. Até aí, nada demais, pelo menos neste conceito de normalidade meio de cabeça pra baixo em que está o país.

Mas acontece que na sua fala, com certeza planejada para publicar como um desses vídeos que costumam viralizar entre a tigrada que adora um arranca-rabo entre políticos, o deputado disse que não se deve mais perguntar onde é que está o Queiroz, referindo-se ao sujeito que foi o braço direito de Flavio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Frota, que até há pouco tempo era bastante próximo de Bolsonaro e de seus filhos, disse que a pergunta agora deve ser “onde está enterrado o Queiroz”.

Como se sabe, Queiroz sumiu depois da descoberta pelo Coaf de transações bancárias suspeitas que envolvem o filho de Jair Bolsonaro, inclusive tendo feito um depósito em dinheiro na conta da primeira-dama. Pois bem: um deputado que há poucos dias era da base aliada do governo sobe à tribuna da Câmara e praticamente afirma que o sujeito está morto, obviamente insinuando que a morte não foi natural. Dali vai para seu gabinete, espalha o vídeo pelas redes sociais e tudo fica por isso mesmo.

Claro que em um país que não estivesse neste estado de total falta de respeito com a lógica e nesta acomodação em não levar nada a sério haveria exigência de que Frota falasse do que sabe de fato sobre o desaparecimento do Queiroz, afinal ele disse que o suspeito está morto. Seria o caso até da Câmara começar a cuidar oficialmente de uma denúncia de tal importância. Trata-se do investigado em um caso que envolve o filho e a mulher do presidente da República.

Mas qual nada. A tribuna da Câmara e qualquer grupo fuleiro de Whatsapp se equivalem em valor na ordem do dia, no mesmo nível de fofoca, desinformação e total irresponsabilidade. O país todo gira despreocupadamente em ritmo de tuitadas, no compartilhamento da mesma falta de efetividade, sem preocupação com a seriedade do que se escreve ou é dito, com dirigentes e políticos buscando aquela lacradinha, os Poderes todos servindo meramente para arrumar uns likes a mais.

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Tempo

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Bikepet

bikepetdois© Lina Faria

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© Leslie Krims

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Flagrantes da vida real

Em campanha, já? O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, comemora a ação policial ao pousar de helicóptero na ponte Rio-Niterói (Antonio Lacerda/EFE) – Veja

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Os desclassificados do Prof. Thimpor

professor thimpor o autênticoCoragem – Compro ou alugo. Dou como garantia 18 anos da mais absoluta covardia. Não aceito ousadia nem perspicácia. Tratar com Rutildo – Rua Trindade, s/n – Ilhéus/BA.

Aviso – Quem avisa, amigo é. – Avisador Misterioso – Londrina/PR.

Mãe – Em ótimo estado, pura como um anjo, cabelos encaracolados, meio gordinha. Não surra ninguém, cozinha pra chuchu e abre a porta pra gente de madrugada. Vendo ou troco por tia bem apanhada que saiba engomar camisas e cuecas. Falar com Romão, no Bar Peixe Frito – Rua Anatole France, 123 – Castro/PR.

Bicho-de-pé – Para senhoras e cavalheiros, de todas as espécies. Não vicia, não tem contra indicação e dá saúde e alegria, além daquela coceirinha gostosa no dedão. Temos também a última novidade européia, que é um bicho-de-pé sentado, em diversas cores e tamanhos. Atendemos aos sábados e domingos, depois do Programa Sílvio Santos. Tratar com Vadico – Rua Cristo Rei, 240 – Curitiba/PR.

Problemas – Resolvo todos, desde palavras cruzadas até equações complicadas e brigas de rua. Salete. Rua Caramaí, 11 – Itú/SP.

Aviso –O cão é o melhor amigo do homem, quando a onça não está por perto.  Avisador Misterioso – Londrina/PR.

Bicicleta – Jogador de futebol, 35 anos, especialista em gols de bicicleta, oferece-se para trabalhar em qualquer time que esteja precisando desse tipo de atleta. Faço gols de escanteio de olhos fechados. Sebastião “Foguetinho”- Rua Ases de Cataguases, 456 – Alfenas/MG.

Surro! – A primeira pessoa que aparecer na minha frente cantarolando essas musiquinhas idiotas de baiano! Eu baixo o cacete! Eu mando ver! Música caipira também não é comigo! – Avisador Misterioso – Londrina/PR.

Tijolos – Educadíssimos. Andam sempre juntos. Em jantares pedem sempre filé de badejo com batatas e purê de espinafre. Alugamos. Olaria do Thadeu – Rua Caifás – Itú/SP.

Aviso! – Não se deve cutucar a onça com vara curta – Avisador Misterioso – Londrina/PR.

Marilda – A chave está debaixo do vaso de dinheiro-em-pencas, na área. Se você chegar antes de mim, esquente o feijão. Talvez eu leve alguma carnezinha pras crianças. Ernesto Barraí – Rua Portugal, 456 – Curitiba/PR.

Pirâmide. – Em perfeito estado, localizada no Egito, cercada de areia por todos os lados, três quartos, suíte, 1.028 salas, 3.450 banheiros e garagem para 14.000 carros. Totalmente financiada em 40 séculos, entrada parcelada. Imobiliária Quéops – Rua Ivaí,s/n – Itararé/SP.

Aviso – Os últimos serão os primeiros, mas a porta já estará fechada. – Avisador Misterioso – Londrina/PR.

Aviso – Dize-me com quem andas e direi se vou contigo. – Aparício Torelly, Barão de Itararé, A Manha – Rio de Janeiro/RJ.

Guarda-chuva – Vendo, de porte médio, meio gago e meio bobo. Aceito figurinhas carimbadas – Pinga, Dida, Olavo e Canhoteiro – como parte do pagamento. Herman Del Catita – Rua Santo Inquérito, 34 – Alegrete/RS.

Pacotes – Não guardamos a fim de evitar embrulhos. Bar Fecha Nunca – Rua São Pedro, 240 – Itararé/SP.

Garrafa Térmica – Estranhíssima, porém ótima pra quem gosta dessas coisas. fala francês e italiano. Pula da mesa às três e meia da tarde e muda de cor assim que o relógio marque hora cheia. Fez cursos de conservação de líquidos em Tarétsias. Troco por comleção completa da Revista do Rádio. Eliete C. Abril – Rua Sarongue, 123 – Sengés/PR.

Pão de Açúcar – Vendo. Excelente localização. Preço a combinar. Aceita-se o Cristo Redentor como parte do pagamento. César Stradivarius – Rua Morgue, 2 – Alfenas/MG.

Óculos – Claros e escuros, todos com vista para o mar. Ótica Mirabel – Rua dos Alemães, 34 – Joinville/SC.

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