PQP, FDP, PT

LULA, em sua mais recente entrevista. Que ele não goste de Jair Bolsonaro é direito dele – e de muitos outros. Mas daí a nos chamar de paridores de Bolsonaro fica feio, vindo de quem tanto foi beneficiado pelo país.

Não é por nada, é pelo verbo parir, que no Brasil se usa para xingar a mãe de alguém e o respectivo filho. Falando português claro, chamou o Brasil de puteiro. E Bolsonaro, o filho. Lula anda esquecido – ou faz de conta.

Esquece que esse mesmo país também pariu Lula e pariu Dilma. Duas vezes cada um, partos de gêmeos. Então fale direito e diga que o Brasil é mesmo uma zona, onde só tem p**** e filhos das p****.

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Jessica Chastain. © Peter Lindbergh

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Ordinário, marche!

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Todo dia é dia

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Sessão da meia-noite no Bacacheri

Die Klage der Kaiserin|O Lamento da Imperatriz, primeiro e único filme de Pina Bausch, marca a relação que a autora já mantinha com referência aos seus processos de composição coreográfica, mais esperados na estética do filme ou vídeo: fragmentação do gesto, repetição de seqüências, efeitos de close e de focalização, fades (câmara lenta), olhares para a câmara, elipse narrativa, montagem em câmara rápida. Como se a maneira de coreografar passasse por um olhar mediado pela câmara ou mesa de montagem do cinema ou vídeo.

Dança|Teatro|Pina Bausch|Duração: 90 minutos|1990|Alemanha|França

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Ele

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Lula livre, fim da prisão na segunda instância e o crime organizado rindo à toa

Já se sabe há um bom tempo que sutileza é algo que não se deve esperar de Gleisi Hoffmann, de modo que não foi surpresa que ela tenha entregado nesta quinta-feira todo o conteúdo do pacote que contém a soltura do Lula, no plano que vem sendo turbinado com o vazamento de mensagens roubadas de promotores da Lava Jato e de Sérgio Moro.

Em entrevista para O Globo, a deputada e presidente do PT disse o seguinte: “Não só o Lula, mas outras pessoas também podem ser soltas, porque toda a Lava Jato foi contaminada por esses métodos utilizados por eles. A questão das delações premiadas pode mudar também”.

Como ficou claro, o objetivo é desmontar todo o aparato legal que permitiu o combate à corrupção de uma forma que nunca havia acontecido antes no Brasil. O plano é soltar Lula, derrubar a prisão em segunda instância e conforme palavras da própria presidente do partido do criminoso condenado, acabar com a delação premiada.

Se medidas como essas fossem anunciadas na Chicago dos anos 20 seriam recebidas por Al Capone e seus capangas com rajadas de metralhadora para o alto em comemoração. Em Gotham City a notícia faria um sorriso rasgar de lado a lado a cara do Coringa. Enquanto por aqui, no Brasil, a euforia também é grande, em expectativa prazerosa que junta políticos, advogados, jornalistas, juízes, assassinos, estupradores, narcotraficantes, além de evidentemente contar com a zoação e likes de hackers.

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Playboy – Anos 60

1965|Sally Duberson. Playboy Centerfold

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Poluicéia Desvairada!

pneusReinventando a roda. Em alguma borracharia de Ibiúna.  © Lee Swain

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Direitos dos usuários

O direito à locomoção segura dos ciclistas é um direito garantido pelo Código Trânsito Brasileiro (art. 24, inciso II).

No caso de ciclovias é necessária uma sobrelargura de 0,50 m em cada lateral. Assim, em cada lado deve haver cinquenta centímetros, além da própria ciclovia. (RICCARDI: 2010)

No caso de ciclovias com declive lateral repentino ou situação na qual estas larguras não existam, o poder público é responsável por eventuais acidentes que ocorram com os consumidores/usuários.

Toda obra pública deve conter projeto e especificações e, neste sentido, é fundamental para assegurar tranquilidade aos usuários que estas regras sejam respeitadas por quem é responsável pelas obras públicas.

Vejamos um exemplo de pista com risco aos ciclistas (Rua Jacy Loureiro de Campos, Centro Cívico, Curitiba, PR):

Neste caso, pelo acentuado declive lateral e a ausência das medidas mínimas, parte desta ciclovia não possui a medida de segurança correta e há risco de acidentes com os usuários quando da eventual tentativa de utilização da faixa lateral.

Ainda nesta foto, podemos verificar o rio poluído diante do descumprimento do dever de saneamento das companhias de saneamento e do município.

Os consumidores usuários pagam seus impostos municipais e suas taxas de saneamento, diretamente nas contas de água e, às vezes, encontramos nas paisagens urbanas o descumprimento destes deveres legais.

Consumidor/usuário exija seus direitos e, em caso de dúvida, procure um (a) advogado (a) de sua confiança.

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Odiário

Eu, o Marcos Prado, o Thadeu Wojciechowski, o Bira Oliveira e o Roberto Jubainski editamos dois números de um jornal chamado Odiário. Um dos colaboradores era o Paulo Leminski, entre criaturas do quilate de Luís Cláudio Oliveira, Aníbal Marques, Luiz Rettamozo, Solda, Rodrigão Barros, Sérgio Viralobos, José Buffo, Vicente Meneghetti Jr (mais conhecido como O China), Arnaldo Cezar Machado, Alberto Centurião, Plínio Gonzaga e outras estrelas deste e de outros firmamentos. Pois é. Relendo o número 2 do Odiário me deparei com um poema do Leminski que, até onde eu sei, só tem esta publicação. Então, lá vai ele, para ver se os arqueólogos, exegetas, historiadores e fãs o incluem nas suas obras completas. Roberto Prado

(Ode como é que pode ao país
da redundância)
Um vice país governado por um vice
presidente que vice manda e desmanda
sobre um vice bando de vice gentes,
hoje, se diz constituinte.
Na Magna Assembleia, ainda não
apareceu nenhuma ideia.
Discute-se a propriedade da terra,
os meios de conter a CUT e os
interesses dos bancos, que,
nesta terra de brancos
todos os gatos são mansos.
A um povo que só diz sim, uma
elite com alma de pedinte oferece
a comédia de uma constituinte.
Esta pergunta, porém, é eterna:
quem contraiu a nossa dívida externa?
Quem sabe no ano dois mil
chegaremos ao século vinte.
Sim, senhores, o Brasil é o seguinte.
 
p. leminski 1987

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Fraga

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Vem aí…

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Eles

Os-Mulheres-NegrasOs Mulheres Negras,  década de 1980. Formada por André Abujamra e Maurício Pereira, a banda se intitulava “a terceira menor big band do mundo”. O grupo gravou os álbuns Música e Ciência em 1988 e Música Serve pra Isso em 1990. Em 2010 Mauricio e André voltaram a trabalhar juntos. 

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Calai-vos, chacais!

Estava evitando falar no assunto, mas, infelizmente, isso é inevitável. A matilha petista e os idiotas de sempre, desesperados por um fato novo que possa abrigar o seu chororô vazio e inconsequente, agarra-se com unhas e dentes no vazamento de conversas entre o ex-juiz Sérgio Moro e o procurador Dallagnol para desqualificar as autoridades e absolver o tri-condenado Lula da Silva. E o pior é que a imprensa nossa de cada dia lhes dá guarida e repercute a idiotice à saciedade.

Ainda que sejam verdadeiros os diálogos, captados de forma criminosa pela ativa quadrilha, não se prestam para o fim almejado por ela. Nada foi dito que possa desqualificar o trabalho da Lava-Jato e muito menos servir para tirar do xadrez os bandidos encarcerados.

Sérgio Moro “desgastado”?! Por que?! Por haver cumprido, com competência, coragem e correção, o seu dever?!

Ah, sim, ao dialogar com Dallagnol, Moro ofendeu a ética e expos a sua parcialidade como magistrado?! E para corrigir-se tamanha transgressão é preciso colocar Lula em liberdade, devolver o Palácio do Planalto à Dilma Rousseff, a presidência da Câmara a Eduardo Cunha e o governo do Rio a Sérgio Cabral; pedir desculpas e devolver o dinheiro aos empresários e doleiros que assaltaram o Brasil, e, como prêmio de consolação, entregar a presidência da Petrobras a José Dirceu…

Com todo o respeito, senhores aloprados!

Não estamos mais acostumados com autoridades dignas, probas e eficientes. Se alguma delas surgir em cena, será preciso desonrá-la imediatamente, antes que se torne respeitada e admirada.

Quem tem um mínimo de conhecimento do funcionamento do Judiciário brasileiro sabe ser comum, rotineiro até, conversas entre juízes e promotores ou procuradores de Justiça, sem que isso venha afetar a atuação de cada um ou macular o resultado final. Magistrados e membros do Ministério Público jogam no mesmo time. Ambos buscam a Justiça e a tem encontrado em conjunto. De igual modo, acontecem, sem maiores problemas, diálogos entre juízes/promotores e advogados. Assim funciona o sistema.

Como advogado, filho de promotor público e genro, sobrinho e bisneto de juiz, sei o que estou dizendo. Além do que, estive 35 anos dentro do Poder Judiciário, como servidor público. Conheço-lhe as virtudes e defeitos, a face exposta e os subterrâneos. Vi de perto muito patife de toga. Eles existem, e como! Na primeira, segunda e “terceira” entrâncias. Só não os comparem a Sérgio Moro e a Deltan Dallagnol e seus colegas.

Com todos os defeitos que possam ter, Moro, Dallagnol, assim como os demais procuradores da Lava-Jato e policiais federais – creiam ou não os seus detratores, alguns asfixiados pelo despeito e pela inveja – prestaram inestimável serviço ao Brasil. Expuseram as vísceras de um esquema qualificado de corrupção que consumia o país e aviltava os brasileiros. Políticos e empresários, que se julgavam intocáveis, acima do bem e do mal, foram recolhidos ao xilindró, como nunca antes acontecera na história deste país – como dizia um dos envolvidos –, lá continuam e lá devem continuar. Faltam alguns ainda, é verdade. Mas chegará a vez deles.

Não foi Moro e Dallagnol que mandaram e mantêm Lula da Silva no cárcere. Foi a Justiça, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região, o Superior Tribunal de Justiça, o Supremo Tribunal Federal e, sobretudo, a conduta delinquente do ex-sapo barbudo, que se imaginava dono do Brasil. E olha que, até agora, ele foi apanhado apenas nos confeitos…

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Grampo

cartão-de-visitaUm cartão criativo, enfim.

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© Miskiciewicz

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Site de relacionamento oferece assinatura vitalícia para ministra Damares Alves

Recentemente, a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, tornou público o interesse em arrumar um namorado. Para atingir esse objetivo, a plataforma de Sugar Mommies e Sugar Daddies, Universo Sugar, decidiu oferecer para ela na semana do Dia dos Namorados, a data mais romântica do ano, uma assinatura Platinum vitalícia do serviço. Em entrevista à BBC Brasil, Damares chegou a cogitar entrar no ‘Tinder de milionários’, mas, a ministra, mostrou-se incapaz de manter o padrão financeiro exigido pelo aplicativo – um patrimônio anual mínimo de US$ 200 milhões de dólares.

“DIVORCIADA, QUERENDO CASAR”

“Eu, por exemplo, sou uma família atípica. Eu sou uma mulher solteira. Solteira não, divorciada, abandonada, querendo casar. Eu até já tirei a foto para ir para o Tinder. Cortei cabelo. Eu ia para o Tinder de ministro, mas aí vi que só sobra um (risos). E eu acho que ele é divorciado. Aí eu ia para o Tinder de milionário, não pode. Tem que ter no mínimo US$ 200 milhões de dólares no fundo”, disse Damares.

Para interagir com os homens, a Sugar Mommy tem que desembolsar até R$ 799 por mês. Contudo, a assinatura que dispomos para Damares, é a mais completa: inclui até checagem de antecedentes criminais.

SUGAR MOMMY

Como qualquer relacionamento, se houver atração e se for do desejo de ambos, o romance pode acontecer. A Sugar Mommy tem a possibilidade de fazer o papel de “mentora” na vida de alguém.

No cadastro a candidata preenche itens como altura, tipo de corpo, etnia, nível escolar, salário, renda anual, valor do patrimônio total, se tem filhos ou não, estilo de vida, localização e o que espera nos encontros. Em seguida, a equipe irá avaliar se está de acordo com os termos e valores e, então, a pessoa irá para uma fila de espera.

Atualmente, o Universo Sugar possui mais de 700 mil perfis ativos em todo Brasil, além de membros do exterior. No Distrito Federal, são mais de 20 mil – um número considerado significativo em relação as demais capitais.

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O Bandido Que Sabia Latim

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