Duke

© Duke – O Tempo (MG)

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Absolut

Aretha Louise Franklin – 1942|2018 – © Reuters

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Tchans!

© Lineu Filho

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© Klaus Mitteldorf

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Visão – Política é para pessoas de visão. O patrimônio de Lula cresceu dez vezes desde 2006, período em que vive de duas aposentadorias, a de invalidez, do INSS, e a de muito válido de ex-presidente. O meu patrimônio reduziu pela metade desde 2006. Deve ser porque só enxergo de um olho.

Coerência – O general Hamilton Mourão, vice de Bolsonaro, tenta limpar a pecha de racista e se cadastra como indígena no TSE. Para ficar de bom tamanho, o cabeça de chapa devia por no seu cadastro: homoafetivo. É tudo mentira mesmo na política.

Amador, amante – Entrevistada no Glamurama, uol, Patrícia Pillar abre o voto para Ciro Gomes, com quem foi casada 12 anos: “o momento não é para amadores”. Vindo de Patrícia, que ainda o admira, prova que Ciro não é amador. Está mais para grande amante.

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As Namoradinhas do Professor Thimpor

Clara – A única dificuldade do nosso namoro foi uma irmã gêmea de Clara, Abigail, com a mesma cara, a mesma persistência e a mesma pinta na coxa esquerda. Quando eu pensava que estava com Clara, estava com Abigail, e vice-versa. Durante todo o tempo eu ficava tentando descobrir com quem estava saindo e nem podia prestar atenção no filme. Acabei descobrindo que Clara era a de voz fanhosa por acaso, ao ser esmurrado violentamente pelo amante de Abigail, um alemão parrudo, com um trinta-e-oito deste tamanho. Desiludido, pedi mais um conhaque e me apaixonei por Diana.

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Meus arquivos da Ditadura

Em algum lugar do passado.

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Orlando Pedroso, do livro “Gordinhas”.

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Playboy – Anos 60

Barbara Ann Lawford. Playboy Playmate

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Nomes, sobrenomes, apelidos

O Ratinho pai não perdoa a senadora Gleisi Hoffmann pela frase (infeliz, mas verdadeira), que o candidato dela a prefeito em 2012, Gustavo Fruet, tinha “nome e sobrenome”. Foi considerada uma ofensa grave ao adversário Ratinho Jr.

Fosse hoje, nem Gleisi, nem ninguém, perderia tempo com isso. Estamos indo para uma campanha onde os nomes, apelidos e sobrenomes estão se misturando mais do que um punhado de minhocas. Ninguém sabe onde começa um rabo, quer dizer, um nome ou termina o outro.

Haddad Lula da Silva, Francischini Bolsonaro, Carlos Ratinho Jr, João Arruda Sobrinho do Requião ou dependendo do público, João Arruda Nunca viu Requião Mais Gordo e por aí vai.

Há que se lembrar que o Paraná é o estado onde se tem mais filho candidato por metro quadrado: Requião filho, Francischini filho, Durval Amaral filho, Maria Vitoria filha, Canziani filha, Stephanes filho, Rubens Bueno filha, Alexandre Khuri filho, Marcello Richa filho e é melhor parar por aqui para não estourar o índice de controle de natalidade chinês.
E por incrível que pareça, com este histórico, a governadora-candidata Cida Borghetti não usa o sobrenome do marido, criador, inspirador, articulador, controlador e mozão (não necessariamente nesta ordem), Ricardo Barros.

Neste caso, nem precisa. O próprio Barros se encarrega de deixar o fato de ser marido da governadora bem claro em cada segundo da existência dele neste mundão do meu Deus.

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Pentelhos!

bits_n_bobs.© IShotMySelf

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Mural da História

29 de setembro, 2009 – O Ex-tado do Paraná

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Partido dos Trabalhadores

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As duas Kátias

A real e a devidamente photoshopada. Em qual delas você votaria?

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A Princesa Diane von Fürstenberg e o escritor Alain Elkman, 1984. © Hemut Newton

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Poluicéia Desvairada

A Kombi do Tarzan. © Lee Swain

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Uma nova Kátia Abreu para Ciro Gomes

Ciro Gomes e Kátia Abreu – © Photoshop

Quando vi o exagero de Photoshop na foto de Kátia Abreu na foto oficial com Ciro Gomes tive que ir conferir. Parecia coisa de adversários, mas a imagem é mesmo da campanha. As piadas já correm. Um candidato que dá essa transformada na Kátia Abreu tira fácil o nome de todo mundo do SPC. Se fez isso com Kátia Abreu, imaginem o que ele pode fazer pelo Brasil. E por aí vai.

Agora com certeza vão mudar a foto, porque a própria Kátia Abreu já concordou que houve excesso de tratamento digital na sua cara. Fez isso do jeito dela, botando culpa no “pessoal de comunicação”, o que é lorota. Uma imagem dessas não seguiria pra frente sem receber o consentimento dos dois.

Ciro Gomes é um sujeito que sozinho já é capaz de desopilar o fígado do eleitor com suas fanfarronices e trapalhadas. Com Kátia Abreu de vice, o eleitor terá ainda mais motivo para rir. A coisa vai melhorar muito mais quando os dois começarem a brigar, o que parece inevitável pelo alto teor explosivo dessa união. O “pessoal de comunicação” que deixe o Photoshop de prontidão. Ainda vai ter muita coisa pra retocar nessa chapa.

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Quando há um câncer no caminho

O gaúcho David Coimbra é um dos meus colunistas favoritos. Falei-lhes dele aqui mesmo, algum tempo atrás, no texto ‘O cavalinho na chuva’, quando David resolveu repreender o filho Bernardo, “na franja dos seis anos”, que “choramingava por motivo reles”, mandando-o “tirar o teu cavalinho da chuva”, e atiçou a vontade do pequeno Bernardo de ter um cavalinho.

Pois o David pegou um câncer. Com metástase. E quando descobriu que ia morrer escreveu um livro. Nele, conta, com inusitada coragem e honestidade, como enfrentou os seus medos e a maligna doença. A narrativa intercala passado e presente e conta um pouco da sua própria história até chegar a uma posição estrelada no jornalismo rio-grandense e brasileiro.

Mas o personagem central da história é aquela “doença ruim”, cujo nome não é ainda sequer pronunciado por muita gente. Pois, David Coimbra enfrentou-a com determinação e esperança. Foram anos de renhida luta, que o obrigaram a mudar-se para os Estados Unidos – logo ele, gaúcho enraizado no Rio Grande, cujo distanciamento do torrão natal limitava-se a férias e passagens de anos no litoral catarinense –, nos quais a presença da família e dos amigos ganhou importância fundamental.

Tudo isso é contado, incluindo a vitória buscada, em “Hoje eu venci o câncer”, edição da L&PM presente das livrarias. Com “um texto surpreendentemente leve”, como o que escreveu quando o recebeu o aterrador diagnóstico – assinalam os editores –, David narra a sua odisseia, “para falar da vida, não da morte. E dessa curiosa experiência no limiar entre elas” – como pontua ele.

O embate não foi fácil. Desde o recebimento da notícia aterradora – dia em que o cronista ainda foi capaz de escrever uma crônica que deveria caracterizar-se pela leveza e que termina com uma frase de Sharon Stone: “O humor é uma forma de ser valente”, que David reproduziu a fim de dar coragem a si mesmo – à cirurgia a que se submeteu e à sequente peregrinação por médicos e hospitais. O autor salpica a narrativa com pitadas de bom humor. Como quando a funcionária do laboratório foi tirar-lhe sangue e indagou se ele tinha medo de agulha. Resposta: “Querida, nos últimos dias, contaram-me a barriga, tiraram-me um rim, me costuraram, abriram um buraco no meu flanco e lá me colocaram uma sonda. Uma outra sonda eles me enfiaram bem no canal do meu triste tico e depois tiveram que tirar num puxão só. Não… não estou com medo de agulha, ultimamente”.

David esteve no Sírio-Libanês, em São Paulo, submeteu-se a nova espécie de tratamento fisioterápico, voltou a Porto Alegre e ao trabalho. Os médicos não sabiam a causa da doença. Genética, talvez. Na família e entre os amigos, houve uma mobilização ecumênica para pedir a interferência de Deus, através de missas católicas e luteranas, sessões espíritas, reuniões de grupos de oração e até cultos em sinagogas. Mas a doença é sinuosa, traiçoeira, finge-se de morta para voltar a todo vapor.

Em busca de um tratamento novo David Coimbra foi para os Estados Unidos. Queria ser cobaia da imunoterapia. Os cientistas descobriram que o câncer “engana” o hospedeiro. Envia uma mensagem ao sistema imunológico avisando que está tudo bem, o que não é verdade. E o inimigo continua avançando em silêncio. A imunoterapia bloqueia a mensagem falsa e incentiva o sistema imunológico do paciente a continuar atacando com vigor o inimigo.

Ao desembarcar em Boston, em pleno inverno, David descobriu que no Rio Grande do Sul não faz frio; sente-se frio. Em Boston sim, faz frio, em torno de 20 graus abaixo de zero. Além do que, nos primeiros momentos, teve que se virar numa língua que não era a dele, num lugar desconhecido e estando totalmente sozinho – a mulher e o filho levariam ainda algum tempo para ir.

Depois de idas e vindas, em abril de 2017, David passou por mais uma cirurgia, o que gerou uma coluna publicada no Zero Hora de Porto Alegre no dia 14 e intitulada “Meus dias de inferno”, onde confessa que conheceu, um por um, os nove círculos do inferno descrito por Dante. Teve que enfrentar uma operação considerada “grande” pelo cirurgião. Quando soube disso, ele se assustou, e depois viu que tinha razão para se assustar. A recuperação foi lenta. Cheia de cuidados, estrições e ainda dor, “com um corte de 22 centímetros atravessado no peito e a prótese das costelas ainda se ajeitando”.

Aí, um tumor no sacro, osso que se localiza na base da coluna, foi detectado. Mas esse foi morto com cinco sessões de radioterapia e volta da imunoterapia.

Hoje, David Coimbra diz que, em tese, está com a saúde íntegra: “Digo ‘em tese’ porque, entre o nascimento e a morte, fatos sobre os quais não temos controle algum, acontece uma série de outros fatos sobre os quais acreditamos ter algum controle, mas não temos também. Ou seja: nada na vida é definitivo, tudo é em tese”.

Com a dor física e com a ameaça que a dor representa, David aprendeu que não deve e não pode ficar preocupado com o futuro. Tem de se preparar para o futuro, mas não se afligir com ele. Até porque hoje está convencido de que o futuro não chega nunca. “Quando chega, se transforma em presente”.

“Então, o que aprendi” – sublinha – “não foi nada grandioso. Ao contrário, aprendi que não são supostas glórias ou façanhas que vão me fazer feliz, e sim a soma de dias bons. Aprendi que a cada dia você constrói o seu passado e é esse passado sólido, harmonioso e, se possível, bonito que fará com que você se sinta feliz”.

Célio Heitor Guimarães

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Todo dia é dia

© Myskiciewicz

anteontem no ano passado
meu dedo estava amarelado
preciso de um vício novo
bombom, caracu com ovo
bingo, corrida de cachorro louco

ai que saudades da minha querida nicotina
e do meu velho e bom arcatrão
e da porvinha do paperzinho que fazia
catarrinho, cosquinha no meu purmão

Antonio Thadeu Wojciechowski
e José Alberto Trindade

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Tchans!

Non Sequitur. © IShotMyself

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Tempo

“Solda: para nós, você sempre estará na Múltipla”. Desidério Pansera, Gilberto Ricardo dos Santos e Airton Pisseti. © Myskiciewicz

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Visage

© Roberto José da Silva

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