Todo dia é dia do poeta

p.leminski
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De bicicleta

Foto de Rettamozo

Denise Roman no Solar do Barão. Imperdível!
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Excrusivo!

Foto sabe-se lá de quem.

A primeira chargista alcoólatra deste blog. E que, pelo estado da pobre menina, também vai acabar na chargeta.
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Coral Brasileirinho apresenta o espetáculo "Passarim"

Fotos: Cequinel /Adereços: Horn

Direção Artística de Helena Bel e Milton Karam. Venha voar nas asas da imaginação. Dia 23 de junho (sábado), às 18h Dia 24 de junho (domingo), às 16:00 no Teatro do MON – Museu Oscar Niemeyer, R$ 10,00 R$ 5,00 (+ um quilo de alimento). O Ministério da Cultura Diverte : Brasileirinho faz bem pra saúde!

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Paixão – Gazeta do Povo.
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Puizés!

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Deu no jornal – Pracinha – Fábio Campana

Foto de Lina Faria

Obras na pracinha do Batel dividem opiniões. Pesquisa do MQI diz que 85% dos moradores de bairros próximos à praça são favoráveis às obras da Prefeitura de Curitiba. O Tribunal de Justiça do Paraná cassou a liminar que paralisava as obras.
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Clarín – Buenos Aires.
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À Toninho Vaz

Foto sabe-se lá de quem!

Quem é a gentil moçoila, de olhar sedutor?
Dou-lhe uma…Dou-lhe duas…
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Tiago Recchia – Gazeta do Povo.
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Pipoca antropofágica:
o verme resurge das cinzas.
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Ela.

Foto sabe-se lá de quem!

Gilda, no Bloco do Bife Sujo.
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Gravura no mínimo, Denise Romam

Foto de Rettamozo

“… técnica apurada e imaginação sem limites, eis o que nos sugere de imediato o nome de Denise Roman. Artista que vem construindo obra invulgar no contexto da atual gravura brasileira. infensa às injunções da moda e a experimentações quase sempre estéreis. Sua gravura, na verdade, não é de hoje nem de ontem, mas de todos os tempos, pois tem raízes no sentimento humano, e por matéria-prima a infância e a maternidade, a fantasia e o sonho.” Fragmento do texto de José Roberto Teixeira Leite, do livro “Gravuras do Paraná” (2004)

Museu da Gravura Cidade de Curitiba, salas 1, 2 e 3 – 21 de junho a 29 de julho/2007.

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Foto de Lina Faria
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Melhores defeitos, piores qualidades

Desenho da Colônia Thereza, elaborado por Faivre

e arquivado no Museu Nacional de Paris.

A Pracinha do Batel foi, enfim, cortada ao meio. Ressentimentos à parte, a polêmica serviu para mostrar Curitiba com seus melhores defeitos e suas piores qualidades.

Curitiba não tem mar, tem parques. Não tem baías, tem áreas verdes. Não tem ilhas, tem praças. Um dos melhores defeitos de Curitiba é não ter mar. Uma das suas piores qualidades é a sua localização mediterrânea.

Com o mar tão distante, mais exatamente 120 quilômetros, só assim podemos explicar tamanha polêmica em torno de uma minúscula praça. Se a Água Verde fosse água do mar, logo ali, a polêmica teria morrido na praia. Se as águas de Curitiba fossem salgadas, estaríamos discutindo o movimento das marés, e não o movimento dos carros.

Quem não tem cão, caça com gato. Quem não tem a paisagem do mar, tem a paisagem dos parques. Essa é a uma das piores qualidades de Curitiba: se o Rio é o mar, Curitiba é o bar – dizia o nosso poeta -; e a Pracinha do Batel é agora uma ilha partida ao meio. Assim, portanto, que o forasteiro não se espante com tamanha celeuma em torno de uma pracinha de meia tigela.

No mês de maio do ano de 1847, o médico Jean-Maurice Faivre e seus seguidores franceses botaram os pés pela primeira vez nas terras onde iriam erguer a Colônia Thereza, berço do socialismo utópico à beira do Rio Ivaí, na região de Guarapuava.

Nascido na França, no Brasil Imperial foi o fundador da Academia Nacional de Medicina. Nome de rua em Curitiba, atrás da Universidade Federal do Paraná, Doutor Faivre queria criar sua própria pasárgada, uma nova sociedade, longe daquele insensato mundo, com um sistema econômico e social baseado na solidariedade comunitária, desapegada dos bens materiais. Amigo pessoal de D. Pedro II e da Imperatriz Thereza Christina, Faivre não era filiado às doutrinas socialistas da época. Sonhava realizar com suas próprias idéias um mundo novo: eliminou na Colônia Agrícola Thereza Cristina, nas bordas da Serra da Esperança, a noção de lucro, colocando em primeiro plano o respeito pela família e a religião.

Depois da morte de Faivre, em 30 de agosto de 1858, “Thérèseville não prosperou. Porém não sumiu do mapa”, segundo Josué Correia Fernandes, autor do livro “Saga da Esperança”, onde conta a vida e a obra do bravo médico: “Está lá, entre o Ivaízinho e o Ivaí, guardando segredos e segredos e projetos, à espera de que o homem, saturado dos males do capitalismo, decepcionado com as posturas de Marx e Engels, retorne ao ponto de partida, encampando a vida em comunidade, o espírito fraterno e solidário, como as únicas vias que conduzem à virtude e à paz”.

Cravada no centro do Estado – 25º 15º latitude S – onde hoje se encontra Prudentópolis, Doutor Faivre acentuava que a Colônia Thereza tinha como dois grandes trunfos a magnífica posição geográfica e o fim com que foi instalada, introduzindo a indústria agrícola e a moralidade “que parece aí estar em falta”. Em razão disso é que se manteve “afastado do mar, onde a ganância tem acarretado tantos desastres e sofrimentos inúteis”.

Afastada do mar – conforme um dos mandamentos de Jean-Maurice Faivre – esse é um dos melhores defeitos e uma das piores qualidades de Curitiba. Pena que, ainda assim, a cidade não ficou livre da ganância. Esse pecado tem acarretado desastres e sofrimentos inúteis, bem além da Serra da Esperança.

Dante Mendonça (20/06/2007) O Estado do Paraná

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Well…

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Solda – O Estado do Paraná.
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De bicicleta

Foto de Rettamozo

Denise Roman no Solar do Barão. Imperdível!
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Coral Brasileirinho apresenta o espetáculo "Passarim"

Fotos: Cequinel /Adereços: Horn

Direção Artística de Helena Bel e Milton Karam. Venha voar nas asas da imaginação. Dia 23 de junho (sábado), às 18h Dia 24 de junho (domingo), às 16:00 no Teatro do MON – Museu Oscar Niemeyer, R$ 10,00 R$ 5,00 (+ um quilo de alimento). O Ministério da Cultura Diverte : Brasileirinho faz bem pra saúde!

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Clarín – Buenos Aires.
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Pipoca antropofágica:
o verme resurge das cinzas.
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Gravura no mínimo, Denise Romam

Foto de Rettamozo

“… técnica apurada e imaginação sem limites, eis o que nos sugere de imediato o nome de Denise Roman. Artista que vem construindo obra invulgar no contexto da atual gravura brasileira. infensa às injunções da moda e a experimentações quase sempre estéreis. Sua gravura, na verdade, não é de hoje nem de ontem, mas de todos os tempos, pois tem raízes no sentimento humano, e por matéria-prima a infância e a maternidade, a fantasia e o sonho.” Fragmento do texto de José Roberto Teixeira Leite, do livro “Gravuras do Paraná” (2004)

Museu da Gravura Cidade de Curitiba, salas 1, 2 e 3 – 21 de junho a 29 de julho/2007.

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Melhores defeitos, piores qualidades

Desenho da Colônia Thereza, elaborado por Faivre

e arquivado no Museu Nacional de Paris.

A Pracinha do Batel foi, enfim, cortada ao meio. Ressentimentos à parte, a polêmica serviu para mostrar Curitiba com seus melhores defeitos e suas piores qualidades.

Curitiba não tem mar, tem parques. Não tem baías, tem áreas verdes. Não tem ilhas, tem praças. Um dos melhores defeitos de Curitiba é não ter mar. Uma das suas piores qualidades é a sua localização mediterrânea.

Com o mar tão distante, mais exatamente 120 quilômetros, só assim podemos explicar tamanha polêmica em torno de uma minúscula praça. Se a Água Verde fosse água do mar, logo ali, a polêmica teria morrido na praia. Se as águas de Curitiba fossem salgadas, estaríamos discutindo o movimento das marés, e não o movimento dos carros.

Quem não tem cão, caça com gato. Quem não tem a paisagem do mar, tem a paisagem dos parques. Essa é a uma das piores qualidades de Curitiba: se o Rio é o mar, Curitiba é o bar – dizia o nosso poeta -; e a Pracinha do Batel é agora uma ilha partida ao meio. Assim, portanto, que o forasteiro não se espante com tamanha celeuma em torno de uma pracinha de meia tigela.

No mês de maio do ano de 1847, o médico Jean-Maurice Faivre e seus seguidores franceses botaram os pés pela primeira vez nas terras onde iriam erguer a Colônia Thereza, berço do socialismo utópico à beira do Rio Ivaí, na região de Guarapuava.

Nascido na França, no Brasil Imperial foi o fundador da Academia Nacional de Medicina. Nome de rua em Curitiba, atrás da Universidade Federal do Paraná, Doutor Faivre queria criar sua própria pasárgada, uma nova sociedade, longe daquele insensato mundo, com um sistema econômico e social baseado na solidariedade comunitária, desapegada dos bens materiais. Amigo pessoal de D. Pedro II e da Imperatriz Thereza Christina, Faivre não era filiado às doutrinas socialistas da época. Sonhava realizar com suas próprias idéias um mundo novo: eliminou na Colônia Agrícola Thereza Cristina, nas bordas da Serra da Esperança, a noção de lucro, colocando em primeiro plano o respeito pela família e a religião.

Depois da morte de Faivre, em 30 de agosto de 1858, “Thérèseville não prosperou. Porém não sumiu do mapa”, segundo Josué Correia Fernandes, autor do livro “Saga da Esperança”, onde conta a vida e a obra do bravo médico: “Está lá, entre o Ivaízinho e o Ivaí, guardando segredos e segredos e projetos, à espera de que o homem, saturado dos males do capitalismo, decepcionado com as posturas de Marx e Engels, retorne ao ponto de partida, encampando a vida em comunidade, o espírito fraterno e solidário, como as únicas vias que conduzem à virtude e à paz”.

Cravada no centro do Estado – 25º 15º latitude S – onde hoje se encontra Prudentópolis, Doutor Faivre acentuava que a Colônia Thereza tinha como dois grandes trunfos a magnífica posição geográfica e o fim com que foi instalada, introduzindo a indústria agrícola e a moralidade “que parece aí estar em falta”. Em razão disso é que se manteve “afastado do mar, onde a ganância tem acarretado tantos desastres e sofrimentos inúteis”.

Afastada do mar – conforme um dos mandamentos de Jean-Maurice Faivre – esse é um dos melhores defeitos e uma das piores qualidades de Curitiba. Pena que, ainda assim, a cidade não ficou livre da ganância. Esse pecado tem acarretado desastres e sofrimentos inúteis, bem além da Serra da Esperança.

Dante Mendonça (20/06/2007) O Estado do Paraná

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Solda – O Estado do Paraná.
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