Situação complicada

Do Goela de Ouro – A situação do professor Maury Cruz se complica a cada dia – por causa das denúncias contra o médium João de Deus. Na terça-feira o Jornal Nacional fez longa reportagem e anunciou que os ministérios públicos de Goiás, São Paulo e Paraná estão se unindo para combater esse tipo de crime (eles são acusados de abuso sexual), ou seja, que não prescreve.

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Senhorita, eu quero amá-la…

© Marab

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Os bonitões de Bolsonaro

Questões ideológicas à parte, declarações estapafúrdias em outra, o fato é que o governo Bolsonaro leva para Brasília uma penca de homens apresentáveis e bonitos como se nunca viu antes na história deste País. A começar pelos intrépidos três filhos do presidente eleito – Carlos, Eduardo e Flávio – passando por aquele enrolado e indicado para a chefia da Casa Civil, com nome de marca de carro, Onyx Lorenzoni, recém casado, temos aí bons exemplos de homens vigorosos e na flor da idade.

E agora, para compensar o general Mourão, vice presidente eleito, que não venceria um concurso de Mister Brasília nem com reza braba, eis que surge o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. De onde saiu este, meu Deus do Céu? Tem cara, jeito e óculos de norte americano com alto cargo no Comissariado das Nações Unidas.

E para não ficar de fora, o Paraná contribuiu para o grupo da beleza com ninguém menos do que o ex-juiz-símbolo da Lava Jato, Sérgio Moro, um chuchuzinho que sempre ficou meio escondido sob a capa das decisões anti petistas e afins. Agora, mais sorridente no papel de super ministro, já começa a expor novas e surpreendentes facetas da personalidade.

Só numa passada rápida d’olhos, temos aí um grupo que já se sobressai, por enquanto, pela beleza. No caso das mulheres, a futura primeira dama, Michelle, é jovem e bonita. A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, muito simpática. E temos, também a pontagrossense Joice Hasselman, eleita a deputada mais votada do Brasil pelo PSL, e até agora, a presença feminina mais ativa no grupo do novo Governo.

Joice não surpreendeu ninguém em Curitiba pela postura espalhafatosa na disputa por espaço político próprio. Mas, sim, pelos quilos a mais que adquiriu nessa luta. É uma bela mulher, mas deveria se preocupar mais com a saúde.

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Minha tribo de Parnaíba, Piauí

parnaíbaFernanda Veiga, Kamilla Lets e Issac Rodrix.  © Erika Alves

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Elas

Tina Modotti.  © Edward Weston

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A tragédia de 13 de dezembro

O espaço da coluna de hoje deveria ser ocupado por uma faixa preta, de cima a baixo, sem legenda ou palavras, já que a data assinala a passagem dos 50 anos de um dos mais trágicos momentos da vida nacional. Considerado por Zuenir Ventura “um golpe dentro do golpe”, o Ato Institucional nº 5, o famigerado AI-5, foi promulgado pelo Conselho de Segurança Nacional (CSN) em 13 de dezembro de 1968, institucionalizando a ditadura militar no Brasil e fazendo baixar as trevas sobre a nação. O Congresso Nacional foi fechado, o habeas-corpus foi banido do mundo jurídico, muitas prisões foram realizadas, mais de mil cidadãos tiveram os seus direitos políticos cassados, filmes, peças de teatro, livros, programas de rádio e de TV, jornais e letras musicais foram censurados, podados ou simplesmente proibidos.

Ilegítimo e sem o apoio popular, o governo do ditador Arthur da Costa e Silva estava em pânico no curso de 1968. Passou a ver “contrarrevolucionários” em todos os cantos e frestas. E, pressionado pelo núcleo duro fardado, apertou o torniquete às liberdades de expressão e aos direitos humanos como nunca se fizera na história do Brasil.

A célebre reunião de 13.12.68, hoje até pode parecer folclórica (ou lembrar uma peça do tropicalismo, dirigida por José Carlos Martinez Corrêa, como frisa Zuenir), porque marcada pela presença de um bando de homens de siso enfarruscado, que se diziam preocupados com o futuro do país, mas que, na verdade, estavam muito pouco informados sobre a realidade nacional, não sabiam bem o que queriam e não tinham a necessária noção das consequências do que estavam prestes a fazer. O único que demonstrava alguma lucidez era o então vice-presidente da República Pedro Aleixo. Foi a única voz contrária ao terror, mas tinha um problema – era um civil – e foi logo arredado das negociações.

Jarbas Passarinho, então ministro do Trabalho, fingiu repugnar-se com o caminho da ditadura, mas votou a favor, mandando “às favas todos os escrúpulos de consciência”. E aí todos os presentes, menos um, estatuíram no país o reinado do terror e da tortura. Entre os presentes – é sempre bom lembrar – havia um paranaense: o então ministro da Agricultura Ivo Arzua.

Para citar, mais uma vez, o jornalista, escritor e autor do clássico “1968 – O Ano que Não Terminou” Zuenir Ventura, na bela resenha feita para a revista Veja: “Além de efetuar o expurgo nas obras de criação, o AI-5, em dez anos, puniu 1.607 cidadãos, dos quais foram cassados 321: seis senadores, 110 deputados federais e 161 estaduais, 22 prefeitos, 22 vereadores – mais de 6 milhões de votos anulados. (…) Entre os funcionários públicos punidos por delito de opinião estavam três ministros do Supremo Tribunal Federal – Hermes Lima, Evandro Lins e Silva E Vitor Nunes Leão – e professores universitários como Caio Prado Júnior (condenado a quatro anos e meio de prisão por uma entrevista a um jornal estudantil), Florestan Fernandes, Fernando Henrique Cardoso e muitos outros”.

O ex-presidente Juscelino Kubitschek e o ex-governador Carlos Lacerda, de posições políticas diametralmente opostas, foram os primeiros a serem presos. JK, então com 66 anos, nas escadarias do Teatro Municipal por um grupo de oficiais do Exército, e Lacerda, um dia depois, quando foi ao Regimento Caetano de Faria, protestar contra a prisão do ex-presidente.

Dito isso, nada mais direi. O silêncio do espaço que me restaria é dedicado à memória daqueles que perderam a vida por obra e graça do maldito AI-5, a começar pelo estudante Edson Luís.

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Abadiânia

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Playboy – Anos 60

196004_Linda_Gamble_041960|Linda Gamble. Playboy Centerfold

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Fotografia

© Jan Saudek

 

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Noite de 13 de dezembro

Um disco de Charles Mingus tornou-se a triste trilha sonora do AI-5

Às 20h30 de 13 de dezembro de 1968, Alberto Curi, locutor da Agência Nacional, leu em rede de rádio e TV o comunicado do governo anunciando o Ato Institucional nº 5. Naquele momento eu estava na Modern Sound, loja de discos em Copacabana, aonde ia todas as sextas depois de sair do Correio da Manhã, em cujo 2º caderno trabalhava com Paulo Francis. Comprara um LP de Charles Mingus, e já estava saindo quando alguém veio me contar: “Acabei de saber. Os militares baixaram um ato para fechar tudo. Agora é sério”. Não vacilei. Tomei um táxi e voltei para o Correio, na Lapa.

Meia hora depois, já chegara lá. Havia uma multidão na porta do jornal. Desci do táxi, mas ninguém podia entrar. De repente, Osvaldo Peralva saiu do saguão imobilizado por dois homens. Passou a um metro de mim e foi jogado dentro de um carro. Peralva fizera parte da elite comunista na Europa, mas largara tudo em 1956, ao se convencer dos crimes de Stálin denunciados pelo sucessor Kruschev. Então escrevera um livro, “O Retrato”, em que revelava as táticas dos partidos comunistas, inclusive o brasileiro. Com isso, fora jurado pela esquerda. E, agora, por dirigir um jornal liberal e de oposição, era preso pela direita.

Paulo Francis estava num avião naquela noite, voltando de Nova York. Desceu de manhã no Galeão. Foi para seu apartamento em Ipanema e eles o pegaram pouco depois, ainda de pijama. Uma colega do jornal me ligou dizendo que meu nome estava numa lista que ela vira por lá. Mandou-me sumir por uns tempos.

Fiquei longe também do Solar da Fossa, onde morava, um ninho de anarquistas facilmente confundíveis com “subversivos”. Passei uns dias na casa dos tios de uma namorada, no Flamengo. Lá finalmente escutei o LP, “Mingus Revisited”. Achei muito triste.

Nunca me desfiz do disco, mas levei 30 anos para conseguir ouvi-lo de novo. Para mim, ele se tornara a trilha sonora do AI-5

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Donos do próprio nariz

este-clube-do-nariz-arreliaO palhaço Arrelia.  © The Clowns

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Elas

Demi Moore. © Viscarra.

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Poluicéia Desvairada!

O Hotel Marion conversa com a Igreja de Santa Ifigênia. Papo de arquitetura. © Lee Swain

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Tempo

Isabela Lage, em algum lugar do passado.

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Pain_70. © IShotMyself

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O Bandido Que Sabia Latim

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© Son Salvador – O Estado de Minas

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Mural da História

13 de novembro, 2009 – O Ex-tado do Paraná

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Jornal do Cínico

Do Filósofo do Centro Cívico O PT organizou uma manifestação em Berlim. Foi na segunda-feira, dia em que a Declaração dos Direitos Humanos completou 70 anos. Apareceram quatro pessoas. Duas segurando uma faixa “Lula Livre” e dois tocando trompetes. A assessoria do partido informou que tinha mais gente que nas manifestações de Paris. Um verdadeiro “Lulaço”.

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