Fraga

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Playboy – Anos 70

197108-Cathy-Rowland1971|Cathy Rowland. Playboy Centerfold

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Levy Fidelix, do aerotrem a homem de ideias de Bolsonaro

Levy Fidelix, esse mesmo, o candidato do aerotrem com quem a Luciana Genro gostava de debater, apareceu com uma ideia estonteante na área da segurança. Fidelix, que é dono do partido do vice de Jair Bolsonaro, já disputou uma porção de cargos e nem dessa vez conseguiu se eleger para deputado federal, mesmo com o fenômeno Bolsonaro levando vários salafrários na rabeira para a Câmara — teve apenas 23.113 votos.

Mesmo sem boa votação, Fidelix continua uma usina de idéias. Sua proposta é a utilização de navios-presídio para evitar fugas. Que sacada, não? E vem mais dessas por aí. Em entrevista ao jornal O Globo ele disse que “partido coligado não vem para se coligar à toa, vem para somar ideias”. E falou que já está discutindo algumas ideias com o candidato.

Está aí algo que ninguém pensava: Levy Fidelix como uma das cabeças-pensantes de um provável governo Bolsonaro. Bem, tem por aí algumas pessoas com medo de um retrocesso político com a vitória dele. Até o momento não existem elementos sólidos para esse temor, mas uma coisa pelo menos é garantida se ocorrer um desastre do tipo. A ditadura do Bolsonaro vai ser muito mais engraçada que a ditadura militar de 64.

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Sun Tzu para bozonaros – O capitão precisa por ordem unida na tropa, a soldadesca atira a esmo dentro da trincheira e acerta mais nos companheiros que no inimigo. Perda de tempo e munição. O inimigo foi derrotado por si mesmo e pela estratégia de seu marechal de campo.

A guerra ainda não está decidida e um general rebaixado a vice-capitão faz aliança que pode tirar o apoio de exército que se mantém neutro. A combatente mais forte imita o vice-capitão e faz acordo isolado, quebrando a hierarquia.

Isso não é bom, as forças sairão desunidas da trincheira e o resultado se sabe: a tropa se dispersa. Bom para os inimigos à espreita, prontos para fundir seus exércitos. Aliás, seus generais já traçam estratégias.

Faltam os estigmatas – “Quero ser o Bolsonaro de saias” |Promessa de Joyce Hasselmann sobre sua conduta como deputada mais votada do PSL. Tais promessas lembram o bolero que fala das “procelas do mar”, inconstantes e passageiras. Ela pode envergar as saias de Bolsonaro, fidelidade ou interesse políticos levam a isso.

O que se espera dos fiéis é mais que fidelidade; espera-se o sacrifício, como os cristãos que morreram no circo romano. Ou que repliquem as chagas de Cristo, os estigmatas, como entre os fiéis que viviam o transe da Paixão. Já vimos o fervor que leva a tais expansões afetivo-políticas.

Caso de Gleisi Hoffmann, que renegou o curial Gleisi Bernardo pelo Gleisi Lula – com o risco da troca do ‘l’ pelo ‘m’. A vibrante campeã dos votos do PSL assumirá seu Joyce Bolsonaro, eventualmente Bolsonara, como as imigrantes russas de sua (nossa) Ponta Grossa?

Isso de nada conta, é detalhe de forma. A fidelidade de uma e outra, da Lula e da Bolsonara, será crível com os respectivos estigmatas: Gleisi sacrificando uma falange no moedor de carne; Joyce atirando-se contra uma faca de cozinha. O resto é o resto, figuração.

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João e Maria

João é noivo de Maria. Trocam carícias no velho sofá desbotado. O retrato do pai os observa. Dona Rosinha prepara o jantar. Dalton Trevisan passa pela sala na ponta dos pés, foge do lugar comum e cai nos braços do vampiro de Curitiba. Mistério.

Tchekov e Maupassant zombam dos leitores. Trevisan, observador atento dos pormenores da realidade, se afoga. Um moço em Curitiba só tem um remédio: afogar-se. Pára a música, fecham-se as cortinas e ninguém mais toca no assunto.

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Meus arquivos da Ditadura

Movimento civil de reivindicação por eleições presidenciais diretas no Brasil ocorrido em 1983-1984.

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Frente esvaziada

Estratégia eleitoral do PT praticamente inviabiliza uma aliança ampla no segundo turno

A meros dez dias da votação decisiva, parece rumar a um fiasco a pretensão propagada pelo presidenciável Fernando Haddad (PT) de liderar uma frente suprapartidária, unida em defesa da democracia, contra Jair Bolsonaro (PSL).

As dificuldades para tal concertação foram expostas de forma pública e franca pelo senador eleito Cid Gomes (PDT-CE) —cujo irmão, Ciro Gomes, terceiro colocado no primeiro turno, é naturalmente o aliado prioritário para o PT.

“Tem que fazer mea-culpa, tem que pedir desculpa, tem que ter humildade e reconhecer que fizeram muita besteira”, cobrou o político cearense de uma plateia petista, sabendo que não será atendido. “Vão perder feio.”

Ex-ministros de governos petistas, os Gomes declararam, como seria previsível, voto em Haddad. Entretanto deixaram claro que seu engajamento não irá muito além disso. As demais lideranças relevantes mostram ainda mais frieza.

Há exemplos no Brasil e no mundo de união entre forças políticas heterogêneas para derrotar uma candidatura vista como um mal maior —e Bolsonaro, dado seu histórico de declarações em favor da ditadura militar e hostis ao meio político, poderia, em tese ao menos, desencadear tal fenômeno.

Entretanto a forma como o PT conduziu toda sua campanha praticamente inviabiliza uma aliança de amplo espectro. Mais que a eleger um chefe de governo, a estratégia do partido se prestou a sustentar sua versão para o impeachment de Dilma Rousseff, a ruína econômica e a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O comando petista passou os últimos meses a incentivar a polarização e a acusar um quimérico complô da elite econômica, dos partidos adversários, da imprensa, do Ministério Público e da Justiça com o intuito de afastá-lo do poder.

Tal pregação teve lá seus resultados —exploraram-se os redutos lulistas, em especial no Nordeste, para levar Haddad ao segundo turno, eleger ao menos três governadores e formar uma bancada expressiva na Câmara dos Deputados.

No entanto produziu-se o efeito colateral de ampliar e intensificar a rejeição à sigla no eleitorado, hoje um trunfo para Bolsonaro.

A tarefa de atrair aliados se tornou inglória. Se Ciro Gomes pode sentir-se sabotado pelas manobras petistas que inviabilizaram sua união ao PSB, os tucanos e Marina Silva (Rede) —há muito tachados de golpistas pelo PT— têm ainda menos motivos para aderir a Haddad.

Este procura se mostrar mais moderado e maleável; depois de apresentado como preposto de Lula, porém, a mudança soa falsa. O sumiço da cor vermelha e o aceno a religiosos renderam, até aqui, pouco mais que piadas. As chances de vitória se reduzem, mas ainda superam as de autocrítica.

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Meus arquivos da Ditadura

Publicado em algum lugar do passado.

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Mural da História

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O golpe do boleto

O golpe do boleto acontece quando o consumidor vai emitir um boleto pela internet e é direcionado para um site falso – ou recebe em casa pelos correios o boleto fajuto.

Por exemplo: o consumidor recebe o boleto de algo que pensava que já pagou ou que deve pagar. Faz o pagamento e depois descobre que o valor foi depositado para um golpista.

Apesar de no boleto constar os dados aparentemente corretos da sua compra, o código de barras é diferente do número que está registrado no boleto; assim, o crédito vai para um titular da conta diferente do que está escrito no cabeçalho. Mas o fato de ter números iguais também não significa que está correto.

Por isto é importante guardar os boletos de pagamento e das contas pagas para prevenir reclamações posteriores.

Pode acontecer de o consumidor pagar o boleto fajuto e ainda por cima ser cadastrado no Serviço de Proteção ao Crédito. Daí ele terá direito a uma indenização por danos morais, além de ter reconhecido o pagamento que efetuou.

Outro golpe semelhante é o quando o golpista liga para a casa do consumidor se fazendo passar por um credor e solicita o correio eletrônico  para remeter o boleto falso.

Neste tipo de golpe tem até uma pessoa se fazendo passar por telefonista, música de espera, e as frases tradicionais: “Obrigado por aguardar nossa ligação”. Os golpistas até pedem a senha do cartão de crédito do consumidor, confirmação da data do nascimento e endereço, por “medida de segurança”.

A responsabilidade é das instituições financeiras e de seus sites na internet, pois as empresas têm a obrigação de monitorar e garantir a tecnologia adequada do serviço que oferecem, inclusive a forma do pagamento correta e segura.

Quando se descobrem fraudes é obrigação das empresas e instituições bancárias alertarem os consumidores para prevenirem novos golpes. Além disso, devem aprimorar os seus sistemas de segurança digital.

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Poluicéia Desvairada!

espertando-godotEsperando Godot.  © Lee Swain

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Já foi na Academia hoje?

© Myskiciewicz

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O processo de Viviane Amsalem

gett_vivianeamsalemO Julgamento de Viviane Amsalem, de Shlomi Elkabetz e Ronit Elkabetz; França, Israel e Alemanha. 2014, (1h56min). Em Israel, somente os rabinos tem o poder de firmar ou dissolver um casamento. Mas esta última opção só se concretizará se houver total consentimento do marido. Viviane Amsalem (Ronit Elkabetz) está pedindo um divórcio há três anos, mas seu marido, Elisha (Simon Abkarian), a nega. A intransigência do marido e a determinação de Viviane em lutar por sua liberdade dão o contorno deste processo.

Um filme israelita que põe em tribunal a dignidade humana com uma simplicidade e uma inteligência raras (…)  Gett é uma grande, enorme, extraordinária surpresa. – Público

Um filme magnífico sobre como as regras e as instituições impossibilitam a nossa liberdade. Time Out Lisboa

Quando tanto se fala na posição da Mulher na sociedade, ver GETT é obrigatório, nem que seja para nos relembrar como religião ou hábito continuam a ser instrumentos de opressão do sexo feminino Sábado

Apaixonante, Gett: O Julgamento de Viviane Amsalem é um filme tanto misterioso quanto opressivo. Resta esperar que este belo filme, magnificamente interpretado (…), suscite um debate, não só em Israel, mas também nas comunidades judaicas por todo o mundo. Le Monde

Pela sua forma de equilibrar permanentemente a comédia e o drama, entre Kafka e a comédia italiana, este último capítulo da trilogia de Ronit e Shlomi Elkabetz exprime uma profunda inquietude quanto ao futuro do país. Les Cahiers du Cinéma

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PT, saudações…

está-provado

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Tchans!

amigos-mamando© Myskiciewicz

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Pintou, eu fiz

© Roberto José da Silva

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Na confissão da senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do partido, o PT subestimou o poder do WhatsApp e este foi um dos motivos tanto do baixo desempenho do seu candidato, Fernando Haddad, como do crescimento – agora quase impossível de ser revertido – do adversário Jair Bolsonaro. Mas o uso do aplicativo de mensagens não era coisa de grupos de amigos – mas algo profissional. Sistemas de disparo foram comprados por empresários simpatizantes do ex-capitão e fortunas estão sendo gastas em  pacotes de disparos em massa de mensagens contra o PT.

Um dos patrocinadores do esquema seria o dono das Lojas Havan, Luciano Hang, que desmente. Disse que não precisa usar este recurso para viralizar as gravações que faz em favor de Bolsonaro.

Segundo reportagem da Folha de S. Paulo, cada contrato com empresas especializadas em fazer os disparos de mensagens para centenas de milhões de celulares custa R$ 12 milhões. Para a última semana que antecede a votação de 7 de outubro, a previsão é que o sistema seja utilizado ainda mais maciçamente.

O PT protesta. Diz que os gastos feitos desta forma por empresários caracteriza crime de caixa 2. A prática é ilegal por se tratar de uma doação indireta de campanha, o que é proibido pela legislação, principalmente porque usam bases de dados de terceiros, e não de listas orgânicas de apoiadores.

Pelo menos quatro grandes empresas do setor – Quickmobile, a Yacows, Croc Services e SMS Market – estão contratadas para prestar o serviço. Seus preços variam de R$ 0,08 a R$ 0,12 por disparo de mensagem para a base própria do candidato e de R$ 0,30 a R$ 0,40 quando a base é fornecida pela agência.

As bases de usuários muitas vezes são fornecidas ilegalmente por empresas de cobrança ou por funcionários de empresas telefônicas.

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Corpo como evidência

© Arno Minkkinen

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Desbunde!

© Livio Moiana

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