Charles

“Não, eu não odeio as pessoas. Só prefiro quando elas não estão por perto”

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Flagrantes da vida real

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Mural da História

apogeu-23 de janeiro, 2010 – O Ex-tado do Paraná

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A menina de Caicó

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Toda a força do andar de cima contra a Lava Jato

Ricardo Noblat – Veja.com

Brasil velho de guerra está longe de ser derrotado

Por 77 longos anos, os últimos 33 sob a vigência da atual Constituição, foi possível à Justiça decretar a condução coercitiva para depor de alguém investigado por crime. Assim obrigava-se a depor quem não queria fazê-lo. Ou quem inventava desculpas para adiar o depoimento. Ou quem procurava ganhar tempo para destruir provas.

Não será mais assim. A condução coercitiva foi sepultada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) que por um voto de diferença considerou-a “incompatível” com a Constituição. O ministro Luiz Roberto Barroso oferece uma passagem com destino a qualquer paraíso fiscal a quem adivinhar por que o STF mudou seu entendimento a respeito só agora.

A resposta é fácil. Porque nos últimos 77 anos, a condução coercitiva jamais havia incomodado tanto o andar de cima como passou a incomodar desde o advento da Lava Jato. Condução coercitiva era coisa para pobre. Ninguém dava a mínima. Passou-se a dar quando Lula foi levado para depor no aeroporto de Congonhas em 4 de março de 2016.

O mundo então quase veio abaixo. Sem que viesse, até aquele dia a Lava Jato já se valera da condução coercitiva mais de 100 vezes, mas sempre contra peixes miúdos. Foi também para que peixes graúdos ficassem em paz que o Supremo passou a entender que a mulheres presas mães de filhos ainda dependentes delas deveriam ir para casa.

A primeira mulher a ser solta foi Adriana Ancelmo, casada com o ex-governador Sérgio Cabral, e sua parceira no assalto ao dinheiro público do Rio de Janeiro. O fim da condução coercitiva dará lugar ao aumento do número de prisões temporárias, medida mais gravosa. Mas a tempo e a hora, o Supremo saberá dar um jeito nisso.

O Brasil velho de guerra estrebucha na maca e faz tudo para sobreviver.

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Fraga

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Suprema compaixão

Vai lá!

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Duke

© Duke – Super Notícia (MG)

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El Maestro

mussa-tribunaSomos todos insubstituíveis mas alguns são mais insubstituíveis que outros. (Fraga)

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Para sempre

© Marcia Foletto|Agência Globo

Marielle Francisco da Silva – Marielle Franco (Rio de Janeiro, 27 de julho de 1979 – 14 de março de 2018) socióloga, feminista, política brasileira e militante dos direitos humanos. 

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O Balanço – Jean-Honoré Fragonard

Esta obra-prima do rococó, de 1767, é cheia de simbolismo, e no centro de tudo está um relaciomento extraconjugal da mulher. O homem escondido nos arbustos do lado esquerdo tem uma visão privegiada das partes íntimas da mulher.

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Antonella Guimarães Satyro participa do projeto Aventuras Literárias neste sábado

Antonella Guimarães Satyro. © Divulgação

O projeto “Aventuras Literárias” da Biblioteca Pública do Paraná recebe, neste sábado (16), a escritora Antonella Guimarães Satyro, autora do livro Todas as emoções deste mundo. Na obra, Antonella narra, em forma de diário, as experiências que teve ao fazer o caminho de Santiago de Compostela. O evento acontece no hall térreo da BPP, a partir das 10h. 

Além de oferecer dicas práticas para quem deseja realizar o caminho, Todas as emoções deste mundo leva o leitor a uma jornada de autoconhecimento e mostra como a beleza da vida está no modo de viver e nas pequenas coisas do cotidiano.

Serviço: “Aventuras Literárias”, com Antonella Guimarães Satyro/16 de junho, às 10h no hall térreo da BPP/Rua Cândido Lopes, 133, Centro, Curitiba – PR /Entrada franca/Mais informações: 3221-4980

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O Brasil é sério!

© Roberto José da Silva

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Todo dia é dia

na-oficinaDo livro Pequeno Tratado de Brinquedos, Iluminuras, Coleção Catatau, 1996.

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Lula e a fraude do rosário do papa Francisco

José Pires – Brasil Limpeza

A história do papa Francisco enviando um rosário para o ex-presidente Lula é obviamente falsa. Foi inventada pela equipe do petista. Eu poderia dizer que é tão falsa quanto uma nota de três reais, mas uma mentira recente sobre a estadia do chefão do PT na cadeia serve melhor como referência da fraude: é tão falsa quanto o Lula ler um livro.

Há alguns dias o PT andou espalhando que ele havia lido 21 livros em 57 dias na cadeia. A mentira deve ter saído da cabeça de quem entende pouco de leitura. A média é alta mesmo para quem de fato gosta de ler, quanto mais para alguém do tipo do condenado, ainda mais sabendo-se que sua cela foi equipada com uma esteira e ele já confessou que prefere andar na esteira do que pegar um livro para ler.

A média é de quase 3 livros por semana. É muita coisa. Está certo que para a felicidade geral da nação ele foi para o xilindró, porém não está sem fazer nada. Não parou de conspirar contra o país. Para se ter uma ideia, o falecido jornalista Paulo Francis afirmava que três livros era o mínimo que ele lia por semana. Mas, primeiro Francis era o Francis. E depois, livros eram seus materiais de trabalho. Não é o caso de Lula. Como se sabe, nem com livro-caixa ele costuma trabalhar. Seus negócios ele prefere no caixa dois.

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Tempo

© Beto Bruel

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Clark Gable & Madonna

parceria-impossívelClark-Gable-e-Madonna© Clark Gable e Madonna

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Playboy – Anos 70

1974|Pamela Zinszer. Playboy Centerfold

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Na cama com Dercy

Dante Mendonça – 23|8|2008|O Ex-tado do Paraná

Não se sabe se ela ainda era virgem, o que se sabe é que o cartunista Solda foi o único a ir para a cama com Dercy Gonçalves, em Curitiba. Os dois humoristas dividiram o mesmo leito há 35 anos. Dercy era uma moça de 66 anos e Luiz Antônio Solda era um menino de 21 aninhos.

Solda ainda nega o caso, mas há testemunhas. Foi em dezembro de 1973, quando Dercy Gonçalves fez uma temporada de um mês no Teatro de Bolso, o pequeno teatro da Praça Rui Barbosa que já não existe mais. Palco onde Ary Fontoura e Denise Stocklos começaram a brilhar, do Teatro de Bolso restou a memória dos tantos espetáculos que hoje fazem parte da história do teatro paranaense.

No início daquele ano, o Grupo de Teatro Margem, liderado pelo jornalista e escritor Manoel Carlos Karam, havia arrendado o teatro, com pouco mais de 100 lugares, para realizar ali suas montagens experimentais, fora do que se chamava na época de “teatrão”. Faziam parte do Teatro Margem, além de Manoel Carlos Karam, o iluminador Beto Bruel, os atores Alberto Centurião, Ione Prado, Regina Bastos, Denise Assumpção, Vera Prado, (depois Vera Solda), Roxane Leão, Luiz Antônio Karam, Beto Guiz e dois cartunistas iniciantes: Dante Mendonça e Luiz Antônio Solda.

Com pouco dinheiro no bolso e muitas idéias na cabeça, a trupe varria o chão, lavava banheiros, costurava figurinos, pintava cartazes, desenhava cenários e o dinheiro da bilheteria, quando raramente sobrava, ficava com os garçons dos bares Cometa e Triângulo, ali na recém-nascida Rua das Flores.

Assim, quando Dercy Gonçalves nos procurou para arrendar o Teatro de Bolso por 30 dias, aquele contrato firmado no fio do bigode caiu do céu. Nenhuma fortuna, parte do dinheiro foi reservado para contas futuras e para as despesas de uma peça que seria montada todas as sextas-feiras (meia-noite), enquanto Dercy Gonçalves estivesse em cartaz às 21 horas, de terça a domingo.

Essa montagem do Teatro Margem chama-se “Por falar nisso”, com direção de Alberto Centurião e, no elenco, a companhia completa. Inclusive o autor da peça: Luiz Antônio Solda. Da imaginação do cartunista, os personagens vestiam apenas pijamas e, no final do espetáculo, davam boa noite ao público, apagavam as luzes e saíam do teatro, iam à rua de pijamas. E o público que tratasse de ir embora também.

“Na cama com Dercy”, assim era o título do espetáculo e assim era o que se passava no palco: uma imensa cama de casal, um casal coadjuvante, e Ela no leito esplêndido. Quanto ao texto, variava de um dia ao outro, conforme os palavrões que vinham na cabeça da atriz que agora saiu de cena com 101 anos.

A temporada foi um sucesso de público, apesar do desastre que ocorreu na noite anterior à estréia. Com tudo ensaiado (e precisava?) e nos seus devidos lugares, principalmente a cama, um produtor “faz tudo” que se chamava Nestlé caiu na farra e foi terminar a noite com uma moça no cenário da Dercy Gonçalves. “Na cama com a moça”, Nestlé foi tão fogoso que conseguiu quebrar os quatro pés do cenário da Dercy.

Na manhã seguinte, quando a própria Dercy foi abrir a bilheteria (ela mesma cuidava dos ingressos), estava lá a cama estatelada, manca dos quatro pés.

Todos lembram, fora de cena, longe das câmaras, sem jornalistas, Dercy Gonçalves era uma gentil senhora. Em poucos minutos, Nestlé ouviu o repertório completo da enfurecida.

Chamado um marceneiro, o cenário foi restaurado no final da tarde, poucas horas antes da estréia. Não sem antes conferir o molejo e os novos pés daquele leito avariado. Para tanto, Dercy convocou um dos presentes para fazer o teste de peso.– Solda, deita comigo na cama!

Meninos eu vi, Solda na cama com Dercy.

Aquele dezembro de 1973 foi memorável, Como se não bastassem os embalos da cama, Dercy Gonçalves brindou a virada do ano entre nós, na casa de Roxane Leão. Eu não estava presente, sei que o cartunista Solda e o iluminador Beto Bruel passaram o reveillon tomando champagne com Dercy, no sofá.  

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Tempo

Em algum lugar do passado, Jaime Lerner, Gerson Guelmann e Paulo Vitola. © Irene Roiko

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