Brumar na bruma – O Capitão provocou mais uma baixa, desta vez no já acidentado romance de Neymar e Bruna Marquezine. Ela diz que “foi ideia dele”. No Brasil de hoje só se dispensa uma mulher daquelas por motivo político. A Globo, onde Bruna trabalha, tornou-se um comitê petista nesta eleição. E Neymar, evangélico e boleiro, joga time de Ronaldinho Gaúcho, que apoia o Capitão.

Faça o que digo… – O TSE tarda na questão das mensagens pagas por empresas para influenciar candidatos. Diga-se candidatos porque o PT se faz de vítima, como se só o Capitão tivesse ganho votos dessa forma. Fernando Haddad também teve propaganda com  WhatsUp, ainda que em menor número.

As mensagens foram decisivas na votação de Jair Bolsonaro? A resposta nunca será decisiva, certa, assertiva. Esse problema surgiu nos EUA na eleição de Donald Trump e até agora só teve uma utilidade: esfriar as relações com a Rússia de Vladimir Putin.

O PT e o PDT  querem anular as eleições porque empresas pagaram as mensagens pró Bolsonaro. Seria fraude eleitoral, idêntico ao que faziam a Odebrecht e a Friboi nas eleições de Dilma. Se não fosse coisa de política poderíamos dizer ‘cinismo, hipocrisia’.

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 40 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido, não tem graça." Contato: luizsolda@uol.com.br
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