Muy hermano – Nicolás Maduro, o ditador da Venezuela, critica o TSE por não deferir a candidatura do “irmão Lula”. Ninguém tem culpa dos irmãos que os pais produzem, Lula e Abel incluídos. Lembram daquele que provocou um escândalo no governo do Iluminado ao tentar fazer negócios?

Mas irmãos que a gente escolha depois de velho, desses somos culpados. Como o ‘irmão Maduro’, que Lula adotou depois da morte do ‘irmão Chavez’. Esse irmão deixou o Brasil pendurado em 7 bilhões de dólares e 120 mil “limpadores de privadas” (a expressão é do irmão Maduro).

Luzia e Bibi – O incêndio do Museu Nacional, ontem, levou consigo o crânio de Luzia, a mais antiga brasileira, nascida há 13 mil anos. Rainha morta, rainha posta. O posto agora é de Bibi Ferreira.

Pior do pior –  Zé Beto conta hoje no seu blog a angústia do amigo que nestas eleições terá que optar entre o candidato pior e o mais pior. Não chegamos à inflação venezuelana do milhão por cento, mas nossa gramática está inflacionada.

‘Pior’ sempre foi superlativo absoluto; depois não vinha mais nada, ele o máximo do ruim; agora existe o mais pior, o pior do pior. Como diziam os militares da ditadura pré Bolsonaro, “ninguém segura este país”.

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 40 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido, não tem graça." Contato: luizsolda@uol.com.br
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