A ripa da costela A cúria petista determina que nas campanhas estaduais a imagem de Lula seja tratada com “cuidado e zelo”, informação de Mônica Bérgamo, na Folha. Aquilo de não falar seu nome em vão, como o colega do Céu.

Os petistas deviam fazer como Jacques Wagner, que como judeu escreve e pronuncia o nome do Altíssimo com uma letra a menos – D-us. Se alguém fizer sujeita usando-lhe o nome, não o ofende. D-us que perdoe, mas L-la já está do tamanho dele. Tanto que fez Haddad com o barro do sítio e Gleisi deputada com uma ripa da costela de Haddad.

Lula e Pedro – Lula marcou para 11 de setembro a desistência de sua candidatura. Porque o 7 de setembro estava ocupado e ele é maior que Pedro I.

Deus – Paul McCartney confessa que viu Deus durante uma experiência com drogas. Era John Lennon. Por quê? Porque Deus não canta Imagine.

Que nem Lula – O meteorito Bendengó resistiu ao incêndio do Museu Nacional, pois tolera temperaturas até 10 mil graus centígrados. Assim mais ou menos que nem Lula.

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 40 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
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