Licença, licenço – Não sei se porque a escola era pública, e portanto excelente na época, ou porque na época São João do Triunfo enfrentava o surto de furúnculos. Seja como for o professor Zeca Distéfano Grácia dizia para não confundirmos ‘licença’, permissão, com ‘licenço’, o nome científico do furúnculo.

A molecada que sobreviveu ao tempo e ao furúnculo não esquece. Nesse Brasil de hoje os políticos têm autorização para se tornar furúnculos. Alguém por favor avise a ex-presidenta Dilma que licenço não é o masculino para licença, ela que teve licença para alimentar licenços.

A rixa – A Lava Jato conseguiu chegar em Beto Richa. Demorou tanto, mas tanto, que parece ser apenas rixa, nada mais. Nosso ex-governador é tão limpinho, tão limpinho, que só de pensar a gente suja ele. (O ”suja ele’ é licença poética. Que nem este post).

Padrinhos e pagadores – Fernando Haddad é o melhor candidato, apesar do partido e do padrinho. Os outros candidatos estão partidos e são pagãos.

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 40 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido, não tem graça." Contato: luizsolda@uol.com.br
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