O governo Bolsonaro

Em apenas dois dias de governo Jair Bolsonaro o ministro da Fazenda, Paulo Guedes, disse que poderia torrar US$ 100 bilhões das nossas reservas (US$ 370 bilhões), se houver especulação com o câmbio e desautorizou o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, sobre a reforma da Previdência.

O presidente eleito previu que um dos maiores jornais do País, a Folha de São Paulo, “se acabou” e cedeu aos militares a metade das vagas no processo de transição. E anunciou que vai unir os ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente, algo assim como unir o Movimento Sem Terras (MST) com a União Democrática Ruralista (UDR).

No mais, orou com o senador Magno Malta, pastor evangélico e cantor, que não foi reeleito no Espirito Santo, e confirmou que o levará para o Palácio do Planalto. Na terça (30), num culto evangélico, produziu a frase de estilo bíblico: “Não sou o mais capacitado, mas Deus capacita os escolhidos.”

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 40 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
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