Arquivo da tag: octávio camargo

© Gilson Camargo é preciso que se morra mas que se morra aos poucos devagar dentro do horário com cautela sem onerar o erário é preciso morrer na disciplina protocolar parar de respirar sem nenhum comentário morrer é muito particular … Continue lendo

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Tempo

  A Justa razão aqui delira – Junho, 2015, Octávio Camargo, Teatro Novelas Curitibanas.

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Morrer

  Poema: Solda|Música: Antonio Thadeu Wojciechowiski, Octávio Camargo e Bárbara Kirchner. Do songbook Língua Madura. 

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Ugh!

Octávio Camargo. Foto de Gilson Camargo, ambos pataxós.

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Imperdível!

Língua Madura. Antonio Thadeu Wojciechowski, Bárbara Kirchner e Octávio Camargo. Quem procurar, acha. Aqui!

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Portfólio

Cartaz para o show e exposição Nanoépicos com composições de Octávio Camargo e ilustrado pelo Foca, Luiz Alberto Cruz.

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Cartazes de teatro

© Foca Cruz

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Vai lá!

Língua Madura. Para ouvir a canção “Lápide”, letra do cartunista que vos digita, clique aqui.

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Língua Madura

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Epitáfio

© Gilson Camargo é preciso que se morra mas que se morra aos poucos devagar dentro do horário com cautela sem onerar o erário é preciso morrer na disciplina protocolar parar de respirar sem nenhum comentário morrer é muito particular … Continue lendo

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Tempo

Guinga, Oswaldo Rios e Octávio Camargo no restaurante Beto Batata, em algum lugar do passado. © Lina Faria

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Alicetatau

Alice Ruiz analisa a criptodramaturgia de Glerm Soares para o livro de Paulo Leminski. © Gilson Camargo

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Portfólio

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Tempo

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Língua Madura

Bárbara Kirchner, Octávio Camargo e Antonio Thadeu Wojciechowski. © Newton Maringas Maciel, testemunha ocular e auricular da História.

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Tempo

Setembro, 2005. Orquestra Organismo, Claudete Pereira Jorge e Octavio Camargo. Retícula sobre foto de Dico Kremer, Paulo Leminski. 22|9|205

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