Arquivo da tag: paulo leminski

Mural da História

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Mural da História

No começo dos anos 1970, eu trabalhava como redator e produtor na TV Iguaçu Canal 4 e escrevia, entre outros, um programa chamado “Os Bons de Música”. Cada semana, eu convidava alguém que fazia música na cidade. Cantores, compositores, instrumentistas, … Continue lendo

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Portfólio

Capa da 1ª edição de Anseios Crípticos, Edições Criar, década de 80.

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Ostras

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Todo dia é dia

Uma tarde qualquer de 1987, na Exclam Propaganda. Começo este poema, dou um tempo e vou tomar café (ou seria vodka?) Quando retorno, o Polaco havia terminado o poema. Ferpeito! E assim passavam os dias. Solda

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Moças Finas – Vale a pena ver de novo

Para aí, pentelha Pra eu poder te desenhar, Eu sou a tua pinça, mina, Cheguei pra te depilar. Te penteio com o meu pente, nega, Te pinto com minha broxa, grenha, Despenteio atua tocha, cheia, Faço o teu pelo desenrolar. … Continue lendo

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ArtShow

Reynaldo Jardim e Paulo Leminski, ArtShow, TUC – Teatro Universitário de Curitiba – 1978.  © Sérgio Moura

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Todo dia é dia

Retícula sobre foto de Macaxeira O que passou, passou? Antigamente, se morria 1907, digamos, aquilo sim é que era morrer. Morria gente todo dia, e morria com muito prazer, já que todo mundo sabia que o Juízo, afinal, viria, e … Continue lendo

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Leminski by Josely Viana Batista

Hospedado em minha casa em Curitiba, no final dos anos 80 (nesta época ele morava em São Paulo, na casa da Fortuna), Leminski ficou amigo do chinês de uma pastelaria embaixo do prédio, com quem conversava de todas as maneiras … Continue lendo

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O Polaco Que Sabia Latim

Desenho de Arthur de Freitas, década de 80.

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O que é que os outros vão dizer?

Retícula sobre foto de João Urban (1980) Cresci à sombra dessa frase-ameaça, símbolo / síntese/ totem da nossa (curitibana) pudicícia, timidez, excesso de respeito pela opinião alheia. Os outros são uma loucura. Tem um que. Tem um outro. Tem um … Continue lendo

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Quatro em uma

Paulo Leminski, Rogério Dias e o cartunista que vos digita. © Francisco Kava, com a primeira câmera 180 graus de Curitiba. 1980, Alto da XV.

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Todo dia é dia

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O indispensável in-útil

© Tiago Recchia As pessoas sem imaginação estão sempre querendo que a arte sirva para alguma coisa. Servir. Prestar. O serviço militar. Dar lucro. Não enxergam que a arte (a poesia é arte) é a única chance que o homem … Continue lendo

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O Bandido Que Sabia Latim

Olá, Solda, tudo bem? Fiz uma ilustração para uma coluna aqui do jornal Alfarrábios e lembrei de você. Abraço, Fernandes

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O Pasquim, 1989

“Você é um babaca, Jaguar”, eu disse pro espelho logo depois que li no jornal a notícia da morte de Leminski. “Um tremendo babaca.” Leminski foi um dos quatro porraloucas de gênio que conheci; os outros foram Hélio Oiticica, Armando … Continue lendo

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O Brasil caminha vigorosamente em direção ao passado (Millôr Fernandes)

leite, leitura, letras, literatura, tudo o que passa, tudo o que dura tudo o que duramente passa tudo o que passageiramente dura tudo, tudo, tudo, não passa de caricatura de você, minha amargura de ver que viver não tem cura … Continue lendo

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Pra não esquecer jamais

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Todo dia é dia

1982.

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