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Coração de Aladim

Mais um chorinho, meu amor, do seu carinho. Do seu cheirinho, meu amor, mais um chorinho. Daquela flor que você um dia desenhou no meu caminho, um chorinho, meu amor, mais um chorinho. A minha dose nunca é exagerada quando … Continue lendo

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Todo dia é dia

Os franceses se encheram Da Argélia e vieram pra cá Se esquecer de pensar em Parri Era só gente fina a Colônia Argelina Anchantê sivuplé uí madame merci Té Dom Pedro Segundo Virou meio mundo Pra vir conhecer todo o … Continue lendo

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Inter Rogatório

— Nome? — Exatamente Commo Sepro Nuncia. — E como se pronuncia? — É por parte de pai: Sepro Nuncia. — Tá bem, o senhor já disse. — Não, Jadisse é como se chama minha irmã. — Sua irmã? Mas … Continue lendo

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Todo dia é dia

Procurei em meu bolso a bala de prata para marcar minha passagem. Tudo o que encontrei foi essa bala de banana prata preta e melada como a madrugada. Paulo Vítola

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Coração de Aladim

a cidade mastiga meu peito quero gritar sonho comigo mesmo afônico você que me dói e põe dentes nos edifícios seu olho me olha por dentro como uma estrela cheia de mágoa transborda sua luz sem soluço quieto como um … Continue lendo

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Vítola & Marchesini

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Tempo

Em algum lugar do passado, Jaime Lerner, Gerson Guelmann e Paulo Vitola. © Irene Roiko

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Todo dia é dia

doc ainda bem que o solda tinha cuque doc no mais ninguém mais tem mais saque por aqui o pique de fazer chover chuva tão chic no pileque de cada piquenique paulo vitola

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Nós de pinho

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Nós de pinho

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Todo dia é dia

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Chope Duplo

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Inter Rogatório

— Nome? — Exatamente Commo Sepro Nuncia. — E como se pronuncia? — É por parte de pai: Sepro Nuncia. — Tá bem, o senhor já disse. — Não, Jadisse é como se chama minha irmã. — Sua irmã? Mas … Continue lendo

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Todo dia é dia

Não quero, dentro de mim, só o tempo a passar, passo a passo. Também quero, passando, o espaço de uma viagem sem fim. Um espaço bonito de olhar, de ouvir, de pegar, de cheirar. Um espaço bonito da gente comer … Continue lendo

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Coração de Aladim

Quem não sabe como era nunca chega aonde será. Os sinais da primavera não estão onde ela está. Antes da flor, a semente cumpre a dor de germinar. É na escuridão que a gente se prepara pra brilhar. Onde andaram … Continue lendo

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O nosso Patrimônio da Humanidade

© Luiz Antonio Guinski Rettamozo é uma força da natureza. Pertence à categoria dos vulcões. O único em Curitiba em plena atividade. Ninguém que eu tenha conhecido nesta vida e provavelmente em todas as anteriores e em todas as vindouras … Continue lendo

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Retícula sobre foto de Dico Kremer Fecho os olhos e suas pernas azuis cobrem-se de flores brancas que as minhas mãos continuam colhendo, colhendo, colhendo e, enquanto os mísseis lançam sua fúria sobre o Talibã e o marceneiro brande seu … Continue lendo

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Todo dia é dia

© Nego Miranda Tinha um pingo de chuva no seu chapéu e um domingo tão longo no meu jornal. Tinha um rádio de pilha solto no céu e um almoço em família pelo quintal. Tinha um beijo de puro mel, … Continue lendo

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Tempo

O cartunista que vos digita e Paulo Vitola, fim de mais um dia de trabalho na Múltipla Propaganda. © Dico Kremer

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Tempo

Gláucia Taborda, Nireu Teixeira, Paulo Vitola, Iara Teixeira, Dóris Teixeira e Ubiratan de Oliveira, no Bazar do Solda, em mil novecentos e dercy gonçalves. © Vera Solda

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Onde eu moro

Os franceses se encheram Da Argélia e vieram pra cá Se esquecer de pensar em Parri Era só gente fina a Colônia Argelina Anchantê sivuplé uí madame merci Te Dom Pedro Segundo Virou meio mundo Pra vir conhecer todo o … Continue lendo

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