Arquivo da tag: poesia

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Ontem, por uma fraqueza de caráter, resolvi separar as pessoas do meu convívio em dois blocos distintos – os bons e os maus. Que terrível, Senhor. Depois de muito ajuizar, os bons me fitavam com expressões demoníacas enquanto os maus, … Continue lendo

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Pra cada um, um coração Pra cada lágrima uma canção E eu que não sei perdoar Fico petrificada na solidão Porque senão já é bastante E conquanto um belo não Porque a história me fez silente E o amor me … Continue lendo

Publicado em Ticiana Vasconcelos - Blog do Zé Beto | Com a tag , | Deixar um comentário
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Todo dia é dia

A um instante das estrelas E hei de comê-las com um chá Botar minha calça vermelha E morrer de amor pelo sabiá Cortar fundo a artéria Morrer de dor e espirrar O grave som da miséria O perdão que não … Continue lendo

Publicado em Ticiana Vasconcelos - Blog do Zé Beto | Com a tag , | Comentários desativados em Todo dia é dia
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Uma noção bem periférica suspensa no centro

O buda passou distraído Na minha calçada Falando ao celular Sabe-se lá com quem É meu ponto aquele Meditar, isolar toda imagem e fluxo de pensamento E só Coisa pouca Quando chegava lá na casa de praia Era tanto vento … Continue lendo

Publicado em Assionara Souza -1969|2018 | Com a tag , | Deixar um comentário
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Todo dia é dia

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Tempo

Marcos Prado, em algum lugar do passado. © Julio Covello

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Para Thyenne Vilela, pelo fazer mais explícito.

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Leia-se!

A Néstor Perlongher Na frente esteve e está, depois ou antes. Poeta já portento de portenho, em Néstor o barroco ganha engenho e os verbos reverberam mais brilhantes. Da Frente mítico entre os militantes, aqui tem maior campo seu empenho. … Continue lendo

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Amy Winehouse – © Reuters

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Estava nua E nada a especular Apenas o olhar Tímido, conciso E o sacrifício do amor A língua solta No corpo mole E nosso norte A embriagar Minha pele sem ele A ejacular Palavras grávidas Gravitando no luar Fui consagrada … Continue lendo

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Delicadeza

Pelas horas do tempo não linear persigo seu rosto em todas as palavras, sílabas, frestas tento adivinhar qual será o presságio ao ouvir o vento bater à janela ao acaso ou à sorte as linhas da minha mão migraram para … Continue lendo

Publicado em Marianna Camargo - Revista Ideias | Com a tag , , | Deixar um comentário
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Todo dia é dia

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O silêncio da memória

Ocultar-me, distrair-me, ausentar-me. Todo o silêncio que habita os subterrâneos da memória. Toda a palavra engasgada e partida. O medo percorre as linhas dos hemisférios, sopra bem suave na sua nuca, desvia o olhar quando é encarado. E invade e … Continue lendo

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Delicadeza

Pelas horas do tempo não linear persigo seu rosto em todas as palavras, sílabas, frestas tento adivinhar qual será o presságio ao ouvir o vento bater à janela ao acaso ou à sorte as linhas da minha mão migraram para … Continue lendo

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