Arquivo da tag: wilson bueno

Tertúlias d’antanho

Menino de calças curtas, aquele tempo em que as calças curtas eram uma marca dos meninos de minha geração, já costumava bisbilhotar as rodas literárias da cidade. Onde andarão os poetas e, sobretudo as poetisas dessa Curitiba que o vento … Continue lendo

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Manfredini lança biografia de Wilson Bueno

O jornalista e escritor Luiz Manfredini lança, hoje em Curitiba, com patrocínio da Itaipu Binacional, a biografia do também jornalista e escritor paranaense Wilson Bueno (1949/2010), um dos autores mais significativos e fascinantes da literatura brasileira contemporânea. O lançamento será … Continue lendo

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Santa ceia!

Leila Pugnaloni, Jaime Lechinski, o cartunista que vos digita e Wilson Bueno. © Toninho Vaz

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O menino de Jaguapitã

© Alberto Melo Viana “Entre os loucos e os bem-sujos, de repente, cara, você é mais um. Não adianta lembrar que você é íntimo da delicada poesia de Florbela Espanca e que, mais de uma vez, o prodígio de suas … Continue lendo

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Todo dia é dia

Do livro Pequeno Tratado de Brinquedos, Iluminuras, Coleção Catatau, 1996.

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Hoje, gentil leitor, último dia da anticampanha de nossa anticandidatura à prefeitura de Curitiba. Como anticandidato a vice, na mesma chapa, o escritor Dalton Trevisan, também chamado por muitos, inclusive por ele mesmo, de Vampiro. À frente de tudo, do … Continue lendo

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Lygia

Vez em vez, e sempre aos domingos, converso longamente ao telefone com Lygia Fagundes Telles, a quem o saudoso Caio Fernando Abreu chamava de “fada-madrinha”. Ela é, sem erro, a primeira-dama da literatura brasileira, o equivalente, para nossas Letras, a … Continue lendo

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Uma avenida para Jamil Snege

O Turco: jardinete? Lembro como se fosse hoje: perdidos pelas bocadas da Vila Centenário, tarde azul de outono, eu e Paulo Leminski, desgarrados da velha Grafipar, bêbados de um tonel, nos vimos de repente, o que não era incomum, caídos … Continue lendo

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Todo dia é dia

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E a Avenida Jamil Snege?

Caminhando, dia desses, hábito antigo, a paisagem de meu arrabalde, na fronteira entre Boa Vista e Tingui, topei, não sem surpresa, com uma viela ligando o nada a coisa nenhuma. Busquei a placa: Rua Mário Bittencourt! Menos de uma quadra … Continue lendo

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Todo dia é dia

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Todo dia é dia

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Aldeia Global

© Myskiciewicz Pesquisa recém-divulgada pelo IBGE dá que somos, os curitibanos, o terceiro domínio de internet no País, só perdendo para São Paulo e Rio de Janeiro. “Domínio de internet”, para quem não sabe, é um nome que serve para … Continue lendo

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Para Wilson Bueno (Jaguapitã – 1949|Curitiba – 2010)

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Me voy a morir en el Mar Paraguayo Y hacerte llorar. Porque isso fizeste: Me fizeste chorar com essa língua de flor Estilete-tulipa-añaretãmeguá! Vou correndo pro mar, “entrepernas” noturnas Colorir e embalar O teu texto de cunas – añaretãmeguá! Que … Continue lendo

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O coração selvagem de Bueno

Conheci Wilson Bueno em um tempo que havia um mar de ideias, de pensamentos, catarse coletiva de neurônios. Parecia que tudo fazia sentido. O time era de craques. Observar o que acontecia já era uma experiência e tanto. Bueno tinha … Continue lendo

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Os usos da solidão

Em esclarecedor livro de entrevistas com o Dalai Lama, um sábio em toda extensão da palavra, o escritor francês Jean-Claude Carrière pergunta, entre outras, o que ele acha da solidão. E o líder espiritual do Tibet, no exílio, apesar de … Continue lendo

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Cidade aflita

Quando crivaram de bala Mineirinho, bandido histórico, numa das favelas cariocas, em meados dos 70s, lembro da escritora Clarice Lispector (1925-1977) aturdida e, a seguir, mergulhada numa angústia sem tamanho. Dia desses, revendo, pela internet, uma das últimas entrevistas da … Continue lendo

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Todo dia é dia

© Alberto Melo Viana Penso em Wilson Bueno como um osso ao relento, nu e núbil como um osso a esmo. Osso que se bastasse de sua classe alvura, nu e núbil de sua própria lua. Osso que se recusasse … Continue lendo

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Alhures do Sul

Manoel Carlos Karam.  © Glória Flüggel

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Tempo

Justo neste domingo quando as cronicações do escriba saem publicadas, o registro melancólico de uma data – os 20 anos da morte do poeta Paulo Leminski (1944-1989). Em depoimento recente à TV Sinal (canal 16 – Net e 99 – … Continue lendo

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