Arquivo da tag: wilson bueno

Todo dia é dia

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Aldeia Global

© Myskiciewicz Pesquisa recém-divulgada pelo IBGE dá que somos, os curitibanos, o terceiro domínio de internet no País, só perdendo para São Paulo e Rio de Janeiro. “Domínio de internet”, para quem não sabe, é um nome que serve para … Continue lendo

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Para Wilson Bueno (Jaguapitã – 1949|Curitiba – 2010)

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Me voy a morir en el Mar Paraguayo Y hacerte llorar. Porque isso fizeste: Me fizeste chorar com essa língua de flor Estilete-tulipa-añaretãmeguá! Vou correndo pro mar, “entrepernas” noturnas Colorir e embalar O teu texto de cunas – añaretãmeguá! Que … Continue lendo

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O coração selvagem de Bueno

Conheci Wilson Bueno em um tempo que havia um mar de ideias, de pensamentos, catarse coletiva de neurônios. Parecia que tudo fazia sentido. O time era de craques. Observar o que acontecia já era uma experiência e tanto. Bueno tinha … Continue lendo

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Os usos da solidão

Em esclarecedor livro de entrevistas com o Dalai Lama, um sábio em toda extensão da palavra, o escritor francês Jean-Claude Carrière pergunta, entre outras, o que ele acha da solidão. E o líder espiritual do Tibet, no exílio, apesar de … Continue lendo

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Cidade aflita

Quando crivaram de bala Mineirinho, bandido histórico, numa das favelas cariocas, em meados dos 70s, lembro da escritora Clarice Lispector (1925-1977) aturdida e, a seguir, mergulhada numa angústia sem tamanho. Dia desses, revendo, pela internet, uma das últimas entrevistas da … Continue lendo

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Todo dia é dia

© Alberto Melo Viana Penso em Wilson Bueno como um osso ao relento, nu e núbil como um osso a esmo. Osso que se bastasse de sua classe alvura, nu e núbil de sua própria lua. Osso que se recusasse … Continue lendo

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Alhures do Sul

Manoel Carlos Karam.  © Glória Flüggel

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Tempo

Justo neste domingo quando as cronicações do escriba saem publicadas, o registro melancólico de uma data – os 20 anos da morte do poeta Paulo Leminski (1944-1989). Em depoimento recente à TV Sinal (canal 16 – Net e 99 – … Continue lendo

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Escribas

Curiosa é a vida dos escribas… Há títulos em que pomos um tudo de fantasia e expectativa e vemos que, fragarosamente, não dão em nada. Ao menos quanto à receptividade do público-leitor. O escritor Cristovão Tezza me confessou recentemente, por … Continue lendo

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Wilson Bueno

Em O Livro dos Seres Imaginários, de Jorge Luis Borges, viajamos um zôo fantástico e, o mais das vezes, imortal decifração do que inscrevem, no luxo arquetípico da lenda, o lúbrico, o noturno, o insensato. Na (bela) edição da Emecê … Continue lendo

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Todo dia é dia

© Alberto Melo Viana

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As vergonhas da fome

“A fome de um único homem/no mundo/é a minha fome.” Os versos do a cada dia mais esquecido poeta e dramaturgo alemão Bertolt Brecht, me vêm à lembrança, ao saber, na semana, da uma estatística estarrecedora. Segundo a ONU, 1 … Continue lendo

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E a Avenida Jamil Snege?

Caminhando, dia desses, hábito antigo, a paisagem de meu arrabalde, na fronteira entre Boa Vista e Tingui, topei, não sem surpresa, com uma viela ligando o nada a coisa nenhuma. Busquei a placa: Rua Mário Bittencourt! Menos de uma quadra … Continue lendo

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Mural da História (para Wilson Bueno)

8 de fevereiro, 2009

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Jaguapitã

Minúscula ilha do mar Egeu, redonda como o Coliseu romano e mais ou menos de mesma extensão e circunferência, Lídia poderia ser a mais despercebida ilha de toda história, não procriassem nela os pégasos, estes cavalos de inenarráveis asas. Vindos … Continue lendo

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Tanka – Hommage a Solda

Obrigado, Wilson Bueno, onde quer que você esteja.

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Oficina do escritor

Soldinha, hermano, aqui, ainda me refazendo da partida de meu pai, Valdomiro (26/09/1924 – 04/02/2010), o navegante do sertão profundo, agora a remar nas águas de Alhures do Sul, passo a você a minha oficina. Abração, Wilson Bueno (que também … Continue lendo

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