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Frank, Zé Dassilva e Bonson. Foto de Misquici.

Zé, quer que eu chore? Eu choro. Zé me manda essa foto aí, de 30 de abril de 1997. Lançamento da revista 4-3-3, do Zé Dassilva no Café Matisse. Esse aí, o grisalho Bonson, foi meu mestre de charge, de birita e de porralouquice. Me disse quem eu era que era bom na charge. Vindo dele era como uma ISO 9000. Rimos, nos xingamos bagaray, bebemos, olhamos as bundas que passavam e, na real, eu morro de saudades dele, um dos maiores chargistas e pintores da raça! Historiador por formação, era cheio de conteúdo sobre qualquer assunto. Um papo delicioso e uma gargalhada de tremer a praça… Quase me matas, Zé Dasselva! Frank.

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 40 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
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