Tempo

Uma tarde qualquer de 1987, na Exclam Propaganda. Começo este poema, dou um tempo e vou tomar café (ou seria vodka?) Quando retorno, o Polaco havia terminado o poema. Ferpeito! E assim passavam os dias.


Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 40 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
Esta entrada foi publicada em Todo dia é dia e marcada com a tag , , , , . Adicione o link permanente aos seus favoritos.
Compartilhe Facebook Twitter

Deixe uma resposta