Últimos dias de “Acaso controlado” no MON

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Mostra do artista Daniel Feingold fica em exposição até o próximo domingo. © Kraw Penas

No dia 25 de setembro, domingo, o Museu Oscar Niemeyer (MON) encerra a mostra “Acaso Controlado”, do artista carioca Daniel Feingold e com curadoria de Vanda Klabin, cientista social e historiadora. A exposição foi aberta ao público no dia 2 de junho, apresentando cerca de 40 obras, entre fotografias e pinturas. Desde a abertura até 18 de setembro, mais de 60 mil pessoas visitaram a exposição.

O artista comenta a mostra: “Essa exposição foi surpreendente. O desafio do ambiente oferecido, em que seus constituintes obrigam uma busca experimental, onde as relações espaciais conquistadas são fruto da dinâmica relação de cada obra com a sua situação física. Expor no MON é uma oportunidade de integração com a filosofia do próprio museu”, analisa Feingold.

 “Acaso controlado” se divide em quatro ambientes. O primeiro deles pode ser visto como uma breve retrospectiva da carreira de Feingold, apresentado o tríptico Grid# 02, que fez parte da Bienal do Mercosul, além de obras da série “Espaço Empenado”.

O segundo ambiente abriga quatro pinturas da série “Estrutura”, telas de grande formato, dípticos. A série é um estudo de estrutura, plano e cromatismo. O esmalte sintético trabalhado na tela sem o uso de pincéis, rolos ou espátulas. A tinta é controlada pelo ritmo e quantidade despejada.

A série Yahweh (Javé) leva o nome do Deus judaico do Antigo Testamento e é composta por telas pintadas em preto sobre branco, na posição vertical e, depois, unidas na horizontal, formando dípticos de grandes dimensões. Essa série marca um novo ciclo de trabalhos do artista.

A exposição termina com o ensaio “Homenagem ao Retângulo”, 32 fotografias que transformam árvores do Jardin dês Plantes em abstrações geométricas.

Serviço: Encerramento da mostra “Acaso controlado” no MON. Até 25 de setembro de 2016, domingo. Ingresso: R$ 12 e R$ 6 (meia-entrada). Terça a domingo, das 10h às 18h. Quarta Gratuita, das 10h às 18h. Retirada de ingressos: até 17h30

www.museuoscarniemeyer.org.br

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 40 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
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