Um que eu tenho

Revendo o documentário “O Homem Que Engarrafava Nuvens”, vida e obra de Humberto Teixeira, de Denise Dummont, vi que eu não estava errado, quando, na década de 70, comecei a gostar de reggae, porque sempre achei muito parecido com o baião, maracatu, xaxado, arrasta-pé, o sincopado da coisa. Este CD é um exemplo de tudo isso, assim como o o CD e DVD de Gilberto Gil – Kaya N’gandaya. Instrumentos como a sanfona, o triânguloguitarra e violas se misturam e, como afirma Lirinha (do Cordel do Fogo Encantado) neste documentário — João Claudio Moreno, ator e humorista piauiense, de Piripiri, viu “O Homem Que Engarrafava Nuvens” umas 39 vezes — que alguém descoriu um disco do Luiz Gonzaga, no fim da década de 50, na Jamaica. Precisa mais?  Kymani Marley, Dominguinhos, Bid, U-Roy, Luiz Melodia, Anelis Assumpção, Negresko Sis, Quem IfricaJoel Altruda, Onu Onuora, Karina Buhr, Chico Cesar, Jah Marcus, The Heptones, Nyahbingui Medley, Sizzla, Bi Ribeiro, Gustah, Luciano, Ernest Ranglin, Tony Rebel, Siba, Jesse Roayal, todos juntos. One love!

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 40 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo “Se não for divertido, não tem graça.” Contato: luizsolda@uol.com.br

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