Na livraria

O autor gastando o verbo com dedicatória real, sem carimbo..

Paulo Moura e o jornalista que vos fala.

Desculpem-me externar os meus mais imodestos sentimentos, mas a noite de autógrafos d´O Rei do Cinema, ontem, na Travessa do Leblon, foi um sucesso. Para o futuro leitor, uma dedicatória profissa, sem carimbo. Com seu ouvido absoluto, Paulo Moura ainda me pedia para cantar “mais uma vez” aquela música do Ivo: “Eta macaio de amargar, este fumo é uma beleza, cada bola dez tontura, cada tapa… ê ê, gostosura”. Sônia Severiano Ribeiro, neta do “velho” Luiz, figura central do livro, apareceu com a quinta geração da família. Como dizem vocês, “eu sou o pinto no lixo”. Fotos de Vandinho.

Toninho Vaz, de Santa Teresa.

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 50 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
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