Negócio que é negócio
Inclui tirar uns dias de ócio.
Mas esse é um negócio
Que fica sempre pro sócio.
A filosofia está
em evolução:
chegou
Cicuta
sabor limão
.
Arte é isto? Se você espremer o que dois milhões de pessoas estão falando e fazendo, não dá uma página de Proust.
As pessoas se dividem em P, M, G, GG e XGG.
Desconfio do escritor que prepara sua própria antologia.
Quando descobrirem o moto-perpétuo, um chato qualquer vai querer turbinar.
A economia é baseada em números — de circo.
O meio ambiente já está com meia-vida.
Quando descobrirem todos os nossos ancestrais — já estaremos todos mortos.
Você pode voar, sim, mas jamais aceite uma companhia mais aérea.
A paz é uma pistola de dois gumes.
O direito de cada um termina quando um vida torta vem tirar satisfação.
Economista é o cara que semeia tempestades pra colher ventos.
Por trás de um político bem-sucedido tem sempre uma CPI mal-sucedida.
Quando não gostam de você, suas opiniões são sempre declarações.
Rui Werneck de Capistrano

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 50 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
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