Livrarias Curitiba comemora o Dia Nacional do Escritor

A escritora Luci Collin, que vai fazer a leitura dos trechos das obras de Valêncio Xavier, Manoel Carlos Karam e Jamil Snege.

Pouca gente sabe, mas hoje (25 de julho) é considerado o Dia Nacional do Escritor. A data foi definida por decreto governamental em 1960, após o sucesso do I Festival do Escritor Brasileiro – evento organizado pela União Brasileira de Escritores, que tinha como presidente João Peregrino Júnior e Jorge Amado, como vice.
E para comemorar a data, a Livrarias Curitiba recebe a escritora Luci Collin – doutora em Letras pela Universidade de São Paulo e professora de Literatura e Língua Inglesa da UFPR – para fazer a leitura de trechos das obras de Valêncio Xavier, Manoel Carlos Karam, Jamil Snege e falar sobre a contribuição desses grandes nomes da literatura nacional. O encontro com o público será hoje (25 de julho), a partir das 19h30, na megastore do Shopping Curitiba (rua Brigadeiro Franco, 2300, piso L1, loja 126, Batel, tel. 41-3330-5000 / 3330-5183) e a entrada é franca.
Biografias
Valêncio Xavier nasceu em São Paulo, em 1933. Mora em Curitiba, onde atua como consultor de imagem em cinema, roteirista e diretor de TV. Como cineasta, recebeu o prêmio de “Melhor Filme de Ficção” na IX Jornada Brasileira de Curta-Metragem, por Caro Signore Feline. Um dos nomes mais reconhecidos da literatura experimental brasileira, escreveu grande número de narrativas em jornais e revistas como Nicolau, Revista USP e o caderno Mais! da Folha de S.Paulo. Também publicou obras como “O Minotauro”, “O Mez da Grippe”, “Meu Sétimo Dia”, “Remembranças da Menina de Rua Morta Nua e Outros Livros” e ganhou o prêmio Jabuti de melhor produção editorial em 1999.
Manoel Carlos Karam (1947–2007) viveu em Curitiba desde 1966. Escritor, dramaturgo e jornalista, escreveu e dirigiu cerca de 20 peças de teatro na década de 70. A partir dos anos 80 passou a se dedicar aos livros e venceu o prêmio Cruz e Souza de Literatura, em 1995, com a obra Cebola. Em 2004 lançou a primeira edição da obra Sujeito Oculto onde conta o dia-a-dia da profissão e enumera suas dificuldades, alegrias, agruras e manias.Como jornalista, trabalhou na RPC TV, nos jornais O Estado do Paraná, Tribuna do Paraná e na prefeitura de Curitiba. Em seu trabalho ainda persistem crônicas inéditas, que tem previsão de serem publicadas ainda em 2008.
Jamil Snege (1939-2003) nasceu em Curitiba onde passou sua vida toda. Graduou-se em Sociologia e Política pela PUC-PR. Escritor e publicitário, dividia seu tempo entre os livros, sua agência e as crônicas que fazia para o Caderno G, da Gazeta do Povo. Escritor reconhecido pela classe literária publicou, entre outras obras, “O Jardim, A Tempestade” (minicontos, 1989), “Como Eu Se Fiz Por Si Mesmo” (memórias, 1994), “Os Verões da Grande Leitoa Branca” (contos, 2000) e “Como Tornar-se Invisível em Curitiba”.
Serviço: O que: Leitura de trechos das obras de Valêncio Xavier, Manoel Carlos Karam e Jamil Snege, com a presença da escritora Luci Collin – Quando: amanhã (25 de julho, às 19h -Onde: Livrarias Curitiba Megastore do Shopping Curitiba (rua Brigadeiro Franco, 2300, piso L1, loja 126, Batel, tel. 41-3330-5000 / 3330-5183) -Entrada franca

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 50 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
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