Todo dia é dia

Vera Prado, na peça “Bolas de Papel”, de Manoel Carlos Karam, Teatro de Bolso, década de 70. Foto de Nélida Kutz, a Gorda

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 50 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
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