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Eles (os Stones, é claro!) escolheram a Imperatriz Leopoldinense como a escola de samba da temporada. Vocês ainda vão ver as fotos dos velhinhos geniais caindo no samba, mesmo que desajeitados. Os caras já estão no Rio (voces sabem), agitando a recepção (e o entorno, como dizem em Brasilia) do Copacabana Palace, o camarim mais luxuoso da história do show bussiness. Amanhã, na hora H, os jurássicos vão deixar suas suites exclusivas, atravessar a passarela (construida especialmente) sobre a Avenida Atlântica e descer diratamente no palco da areia. Outro cálculo possivel de estimativa da platéia: 5 pessoas por m2.
Ontem fiz um passeio pelos calçadões da praia e pude constatar que a quantidade de camelôs lembrava a queixa dos foliões do Bloco das Carmelitas, em Santa Teresa: “Tem mais ambulante vendendo cerveja e mate do que folião.”Apesar disso – ou até por isso – o show deve bater recordes para os dois lados: a cidade e a banda nunca reuniram tanta gente em um espetáculo. Irado.
toninho vaz
Uma resposta a Segundo relato de Copa.