Bolsonaro, o influencer

A despeito das eventuais repercussões dos “rolos” de Carla Zambelli (PL-SP) com o hacker Walter Delgatti e de sua inelegibilidade, Jair Bolsonaro está certo de que chegará a 2026 politicamente forte e como o principal influenciador das eleições presidenciais. Acha que não “vai colar nenhuma tentativa de atingi-lo”, referindo-se ao caso do Rolex que tenente-coronel Mauro Cid tentou vender.

Segundo fontes inteiradas da conversa entre o ex-presidente, o governador Tarcísio de Freitas, do Republicanos, e o prefeito Ricardo Nunes, do MDB, nesta segunda (7), Bolsonaro afirmou que não abrirá mão de definir quem será o candidato a presidente de seu campo político. Disse que é cedo para definir.

O ex-presidente, no entanto, sabe quem não quer: Romeu Zema (Novo), governador de Minas Gerais. Disse que ele é inexperiente, não sabe fazer política e que só esteve ao seu lado na última eleição presidencial porque “não tinha para onde ir”. O adversário de Zema, Alexandre Kalil (PSD), tinha o apoio do PT.

O ex-presidente também acha que a discussão sobre drogas no Supremo Tribunal Federal deve beneficiar a direita e parabenizou o governador de São Paulo pela ação da polícia no litoral paulista. Na ocasião, 16 pessoas morreram.

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 50 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
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