Je suis jecá

Lula presenteou Emmanuel Macron com queijos e vinhos gaúchos. Mais uma possível ressignificada de Janja, moça paranaense que de queijo conhece os da Batavo e o falso Cacciocavalo de rabinho produzido em Palmeira. O pessoal do Itamaraty deve ter torcido os delicados narizes, eles que se deliciam com os franceses, desde o prosaico Brie até o fedidão Reblochon. Se Lula não fosse papagaio de coleira da mulher daria rapadura de presente, a autêntica, embrulhada em palha de milho. Com a cafonice exibida desde o cacique Raoni até o presente a Macron, Lula/Janja reeditam – ressignificando – o tempo jeca das festas juninas de Marisa Letícia.

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 50 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
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