Repararam como Dilma Rousseff vive aparecendo no lugar errado?

Foto sem crédito.

— Faz-se um dossiê para chantagear a oposição, surgem as pegadas da Casa Civil — e, pois, de Dilma. Afinal, eu não a tomo por idiota. Creio, sim, que ela tem a chefia de seu Ministério.

— A mulher de um terrorista é chamada para trabalhar no governo federal, e lá está o requerimento com a assinatura de… Dilma.

— Há um rolo monumental com uma empresa aérea, e pimba! Dilma Rousseff na cabeça.

Dilma só não consegue emplacar o PAC. No resto, ela vai bem.

E há uma coisa curiosa nisso tudo. Embora os generais petistas cumpram as obrigações de rigor e jurem a sua inocência, não há defesa verdadeiramente entusiasmada. E por quê? Porque a ministra não pertence a nenhum grupo do PT; não deixa de ser uma neófita tornada a favorita. Dilma saiu da luta armada para o brizolismo e dali para o petismo, muito em função da evolução da política do Rio Grande do Sul, onde ela havia fixado residência. Não tem história na mística petista.

E por que se tornou uma figura central do governo? Porque Dilma se fez “a” operadora do Lulismo. Dilma é Lula na cabeça.

Waldemar Pluschkat Neto.

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 50 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
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