Enquanto Isso, Em 1976…

Eu, Soruda-san, meu cachorro Catapora (de saudosa memória), meu rádio, apelidado de Werneck, e uma garrafa não sei de quê. No capão de Tia Matilde, é claro. A felicidade como eu já disse, começava de manhã e durava a vida inteira.

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 50 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
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