Dobra e desdobra

Acordei disposto e agora estou produzindo horrores (azar de vocês). Outro dia fui conhecer um pouco das técnicas de origami, a milenar arte japonesa, com alguns artistas que estão expondo trabalhos (surpreendentes, alguns) no restaurante Sansushi, da minha amiga Tizuko (mulher do Trimano).

Vejam este aquário nas mãos de Alice Inada, com água, peixinhos e até um cisne branco. Aprendi também que origami não tem que ser apresentado, necessariamente, na forma de escultura (em três dimensões) como sempre considerei. As figuras no origami podem vir também em superfície plana, entre molduras, como aparecem na foto – onde também aparecem Jaciara Grzybowski, Karla Matos, Keiko Kawakami e Milton Bogossian, os sensíveis.

Toninho Vaz, de Santa Teresa – que também fez a foto.

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 50 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
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