A lua e ela

Às 11 da noite de sexta passada estava indo dormir quando olhei pela janela da sala e vi algo muito brilhante amarelo-ouro que me chamou a atenção. Confesso que demorei um pouco pra entender que era a lua, tão grande imensa e amarela que estava lá. No afã de registrar a maravilha pro blog comecei a fotografar freneticamente e no espanto arremessei a máquina pela janela do 15º andar. Pânico no Bigorrilho. Interfonei pro porteiro e no desespero perguntei: “O senhor viu a lua?” O homem deve ter achado que eu tava mais louca do que o normal. He! He! Então falei da máquina e ele: “Ah, então foi sua essa máquina que se escangalhou aqui na calçada!” Ele achou que fosse algum atentado xiita da turma do Champagnat e já estava ligando pra polícia. He! He! He! He! Olhando pra essa foto agora, Soldinha, me parece que essa lua era na verdade o sorriso do gato da Alice que tava mangando di eu! Iara Teixeira, do Bigorrilho.

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 50 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
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