Arquivo do Autor: Solda

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 50 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br

Flagrantes da vida real

Kraw Penas. © Maringas Maciel

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Christine Ash. © Zishy

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Sessão da meia-noite no Bacacheri

Drama sobre a busca de amor e significado na Oslo contemporânea. Narra quatro anos na vida de Julie, uma jovem que navega pelas águas agitadas de sua vida amorosa e se esforça para encontrar sua carreira, o que a leva … Continue lendo

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Sessão da meia-noite no Bacacheri

Quando seu irmão é morto, o oficial da polícia de Los Angeles Mark deixa a cidade para retornar à ilha em que cresceu. Buscando respostas e, finalmente, vingança, ele logo se vê em uma batalha sangrenta. The Island|2023|90 minutos|Direção: Shaun … Continue lendo

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Elas

June, Ramatuelle, 1974. © Helmut Newton

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Tempo

O cartunista que vos digita, Daniele Régis e Luiz Rettamozo, em algum lugar do passado. © Vera Solda

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Vivos para sempre

Como seriam as continuações de clássicos do cinema com seus atores originais, mesmo já mortos? Ouço dizer que, com a Inteligência Artificial, astros do cinema já mortos voltarão espetacularmente a trabalhar. A IA poderá reproduzi-los como eram sem reciclar material … Continue lendo

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Burgundi – O Paraíso aqui ou nunca

O serviço de saúde já matou mais de um milhão de pessoas, os correios nunca entregam nenhuma carta, os lixeiros estão todos aposentados, porém os diplomatas de outros países elogiam sempre o tratamento dispensado aos visitantes e às baratas — … Continue lendo

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Os Mortos

Sob o pó, cemitério. E, enterrados, os mortos reparam. As flores – não o sentem Se postas na laje (geralmente branca) da fôrma. Reparem o silêncio e dançam sua estranha música de mãos dadas. Cantam em coro canções do outro … Continue lendo

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O irritante guru do Méier

Millôr Fernandes, O Livro Branco do Humor, Le Livre Blanc de L’humeur, The White Book On Humor, Das Weissbuch Des Humors, Nórdica, 1975. Quem procurar, acha.

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Mais cheio que tanque de chope em festa de crente.

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Templo é dinheiro

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Um idiota está sempre acompanhado de outros idiotas.

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