
Só agora recebi pelo Correio o exemplar impresso do jornal Rascunho com a resenha que o Domingos Pelegrini corretamente classificou como um ato nazista. Sim, pois pude ver que a capa do jornal, aberta, era uma enorme caricatura do Paulo, o que determina também o tamanho do oportunismo do editor. Nem vou falar novamente do texto do tal “crítico”, pois muito já se falou e o cara apenas ficou ridículo. Chega de publicidade. Agora, cá entre nós, Almir Feijo, Ricardo Corona, Reinoldo Atem, Jaime Lechinski, Leila Pugnaloni, Domingos Pellegrini, meus amigos curitibanos de modo geral, este sujeito acumular o cargo de Diretor da Biblioteca do Paraná é quase como colocar o pastor Feliciano para administrar aquilo que ele mais odeia. No caso do diretor, a cultura do Paraná (excluindo, é claro, os amiguinhos dele). Cabe muito bem um abaixo assinado para o Governador, pedido para que ele continue sendo apenas o editor do jornal, cuidar da cultura paranaense, jamais. Toninho Vaz, do Itanhangá
Sobre Solda
Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 50 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido
não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br