Conversa palaciana

Foto sem crédito.
Reunião de trabalho numa sala do antigo Palácio do Catete, atual Museu da República, no Rio: Toninho Vaz, nosso enviado especial, aparece à frente do jornalista José Augusto Ribeiro, do historiador Reynaldo Barros, da pesquisadora (e neta de Getúlio) Celina Vargas do Amaral Peixoto e do psicanalista Francisco Baptista. Era a primeira análise coletiva dos bilhetes (mais de 600) de Getúlio encontrados no inicio do ano por Baptista na casa do pai, ex-governador de Sergipe nos anos 60. O tema (bilhetes inéditos de Vargas para seu Chefe de Gabinete) foi assunto aqui nesta pocilga, há dois meses, quando os documentos foram apresentados pela primeira vez. Agora vão fazer parte do acervo do museu e virar livro. Soruda san, do Bacacheri.

Sobre Solda

Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 50 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
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