As irregularidades foram apontadas na série diários secretos, da Gazeta do Povo e RPC TV. Segundo o Ministério Público Estadual, o esquema foi responsável pelo desvio de, pelo menos, R$ 100 milhões dos cofres públicos, através de irregularidades como a contratação de funcionários fantasmas.
Além de Bibinho, também foram presos os ex-diretores da Assembleia Legislativa, José Ary Nassif (Diretoria Administrativa) e Claudio Marques da Silva (Diretoria de Pessoal), além de João Leal de Matos, funcionário da Diretoria Geral, durante as primeiras operações da Operação Ectoplasma 1.
Bibinho ficou preso de 24 de abril a 11 de junho deste ano. A liberdade de Bibinho foi por determinada por decisão liminar do mesmo ministro José Antonio Dias Tofolli, do Supremo Tribunal Federal, que recebeu reclamação da defesa do ex-diretor para que o processo fosse analisado pelo Supremo e não pela Justiça Estadual, e, determinou a suspensão de todo o trâmite processual até que o STF julgasse a reclamação.
O Estado do Paraná.