Folclore
O fato relatado pelo Mazza deu-se nas eleições municipais de 1996, à época do 1º mandato do Jaime no governo. Lembro que antes do comício fomos visitar o Professor Vidal Vanhoni, pai do candidato. Chegando na Vila Guarani, local do comício, logo percebemos que a multidão, como sói acontecer, não tinha o menor interesse no discurso do governador e do candidato. Na realidade todos aguardavam o show da Sula Miranda. O animador do comício gritava a todo instante o slogan do Joaquim Vanhoni:
— “PARANAGUÁ!”
E os espectadores, em coro:
— “JÁ!”
Felizmente não ficamos para assistir a performance da “Rainha dos Caminhoneiros”. Na volta “demos com os cornos” no teto do carro um sem número de vezes, porque o velho Cecon, conhecido por pisar fundo, não enxergava todas as dezenas de lombadas na saída da cidade. De uma certa altura em diante o Allan Jacobs encarregou-se de dar o alerta, e quando “pressentia” a proximidade de outra armadilha, gritava:
— “LOMBADA JÁ!”
Demos boas gargalhadas nessa noite, não só por isso. O Jacobs, arquiteto de renome mundial e uma figura humana ímpar, não acreditava que estava vivendo aquela experiência, realmente inusitada. Coisas que ainda vou colocar num livro.
Lerner vai a Paranaguá participar da campanha de Joaquim Vanhoni a prefeito pelo PDT e na comitiva está o arquiteto Allan Jacobs que não fala uma palavra em português. O mote do comício era ”Paranaguá Já” gritado em coral. No retorno o motorista se descuida nas lombadas e Lerner, Gerson Guelmann e o arquiteto batiam a cabeça no teto a cada freiada brusca. O americano, a cada obstáculo, gritava ”lombada já!”
De tanta lombada, falou português.Luiz Geraldo Mazza (31/7/2008) Folha de Londrina.
O fato relatado pelo Mazza deu-se nas eleições municipais de 1996, à época do 1º mandato do Jaime no governo. Lembro que antes do comício fomos visitar o Professor Vidal Vanhoni, pai do candidato. Chegando na Vila Guarani, local do comício, logo percebemos que a multidão, como sói acontecer, não tinha o menor interesse no discurso do governador e do candidato. Na realidade todos aguardavam o show da Sula Miranda. O animador do comício gritava a todo instante o slogan do Joaquim Vanhoni:
— “PARANAGUÁ!”
E os espectadores, em coro:
— “JÁ!”
Felizmente não ficamos para assistir a performance da “Rainha dos Caminhoneiros”. Na volta “demos com os cornos” no teto do carro um sem número de vezes, porque o velho Cecon, conhecido por pisar fundo, não enxergava todas as dezenas de lombadas na saída da cidade. De uma certa altura em diante o Allan Jacobs encarregou-se de dar o alerta, e quando “pressentia” a proximidade de outra armadilha, gritava:
— “LOMBADA JÁ!”
Demos boas gargalhadas nessa noite, não só por isso. O Jacobs, arquiteto de renome mundial e uma figura humana ímpar, não acreditava que estava vivendo aquela experiência, realmente inusitada. Coisas que ainda vou colocar num livro.
Gerson Guelmann.