
Ricardo Noblat | VEJA.com
Ou então não houve golpe. Por uma questão de decência, o PT está obrigado a lançar Dilma para presidente da República. Ou assumir que não houve golpe. Certo? Depois de Lula, nome algum do PT é tão conhecido quanto o dela, que governou o país por quase seis anos. Dispensa apresentação. Se o PT não se envergonha de lançá-la a uma vaga de senador por Minas Gerais, por que se envergonhar em permitir que ela tente recuperar pelo voto o mandato que lhe tomaram? Seria um ato de justiça e de reparação.
Sobre Solda
Luiz Antonio Solda, Itararé (SP), 1952. Cartunista, poeta, publicitário reformado, fundador da Academia Paranaense de Letraset, nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Há mais de 50 anos tenta viver em Curitiba. É autor do pleonasmo "Se não for divertido
não tem graça". Contato: luizsolda@uol.com.br
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